Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
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Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2024-07-31), 10-K (Data do relatório: 2023-07-31), 10-K (Data do relatório: 2022-07-31), 10-K (Data do relatório: 2021-07-31), 10-K (Data do relatório: 2020-07-31), 10-K (Data do relatório: 2019-07-31).
Ao analisar os dados financeiros, observa-se que a composição do passivo apresenta variações ao longo dos períodos avaliados, refletindo alterações na estrutura de endividamento da empresa. Em 2019, a proporção de dívida de longo prazo era relativamente baixa, representando 6,14%, mas houve um aumento significativo até 2020, atingindo 18,58%. Nos anos seguintes, esse percentual tende a oscilar, permanecendo acima de 17%, indicando uma maior dependência de endividamento de longo prazo no período recente.
Por outro lado, a dívida de curto prazo apresentou uma alta instabilidade: em 2020 houve um aumento expressivo para 12,24%, porém, em anos subsequentes, ela desaparece dos dados ou diminui substancialmente. Em 2024, há uma redução para 1,55%, sugerindo uma possível migração de parte dessa dívida para o longo prazo ou a quitação de obrigações de curto prazo.
Os passivos circulantes, incluindo contas a pagar, compensação acumulada, receita diferida e fundos a pagar, mostram uma tendência de redução percentual ao longo do tempo, indicando uma menor concentração dessas obrigações na estrutura de passivos. Em 2019, esses itens representavam uma parcela mais relevante do passivo total, enquanto em 2024 sua soma totalizou cerca de 13,64%.
Destaca-se uma redução significativa na parcela de fundos a pagar e montantes devidos aos clientes, que caiu de 6,94% em 2019 para aproximadamente 1,51% em 2023, porém em 2024 há um aumento expressivo para 12,2%, possivelmente devido à alteração na classificação de determinados passivos ou movimentações específicas. Além disso, o passivo circulante total mantém uma participação expressiva, chegando a 23,31% em 2024, refletindo maior necessidade de liquidez de curto prazo.
Quanto ao passivo não circulante ou de longo prazo, há uma tendência de aumento até 2022, chegando a 27,63%, indicando maior endividamento de longo prazo ao longo dos anos. Em 2024, esse percentual diminui para 19,31%, podendo refletir ações de redução de obrigações de longo prazo ou reestruturações.
Em relação ao patrimônio líquido, observa-se que há uma variação na sua composição de 2019 a 2024. Os lucros não distribuídos representam uma parcela significativa, atingindo 153,13% em 2019 e reduzindo para cerca de 52,87% em 2024, sugerindo distribuição de dividendos ou aplicação de lucros na autopagamento de obrigações. O capital adicional realizado apresenta variações, chegando a representar cerca de 63% em 2024, refletindo captações adicionais de recursos pelos acionistas.
O valor de ações em tesouraria e outras perdas abrangentes acumuladas permanecem relativamente controlados, com leves oscilações, indicando estabilidade nas posições de recompra de ações e efeitos de reavaliações ou perdas acumuladas.
Por fim, o total do passivo e do patrimônio líquido mantém-se equilibrado, com uma leve variação na participação do patrimônio líquido, que oscila entre aproximadamente 46,71% e 62,16%, refletindo uma estrutura de capital relativamente equilibrada, ainda que marcada por maior endividamento de longo prazo e ajustes nos componentes do patrimônio.