Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
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Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2024-01-31), 10-K (Data do relatório: 2023-01-31), 10-K (Data do relatório: 2022-01-31), 10-K (Data do relatório: 2021-01-31), 10-K (Data do relatório: 2020-01-31), 10-K (Data do relatório: 2019-01-31).
Ao analisar a evolução do passivo e do patrimônio líquido ao longo do período considerado, observa-se uma diminuição significativa na porcentagem de contas a pagar em relação ao total, passando de 2,15% em 2019 para 1,01% em 2024, indicando uma redução relativa na parcela do passivo circulante atribuível a contas a pagar.
Já a remuneração acumulada apresenta uma redução de aproximadamente 1,14 pontos percentuais, de 5,94% em 2019 para 4,8% em 2024, sugerindo uma menor participação de obrigações relacionadas a benefícios e compensações acumuladas ao longo do tempo.
O imposto de renda acumulado manteve-se relativamente estável, com pequena variação percentual, próxima de 0,3%, indicando estabilidade na provisão de obrigações fiscais acumuladas ao longo do período.
Os itens relacionados à receita diferida demonstram estabilidade, oscillando em torno de aproximadamente 33% a 35% do total do passivo e patrimônio líquido, o que pode refletir a continuidade de reconhecimentos de receitas diferidas de longo prazo.
Notam-se variações nas parcelas de passivos de arrendamento operacional, que cresceram de 0,78% em 2020 para um pico de 1,01% em 2022, antes de reduzir para 0,68% em 2024, indicando possíveis aquisições ou renegociações de contratos de arrendamento onde o passivo foi ajustado ao longo do período.
A parcela de notas de longo prazo a pagar, líquida, apresentou uma redução expressiva de 7,28% em 2020 para 4,06% em 2022, permanecendo ausente nas demonstrações posteriores, o que sugere pagamento ou reestruturação dessa dívida em alguns períodos.
O percentual de outros passivos acumulados reduziu-se de 3,01% em 2019 para 1,74% em 2024, indicando uma diminuição na concentração de passivos diversos que não se enquadram nas categorias específicas de longo ou curto prazo.
O passivo circulante apresentou uma tendência de oscilação, atingindo 52,1% em 2020 e caindo para 42,38% em 2023, antes de subir levemente para 43,9% em 2024. Essa variação pode refletir mudanças na estrutura de liquidez ou na gestão de curto prazo.
O componente de receita diferida de longo prazo aumentou de 6,94% em 2019 para 14,59% em 2023, antes de recuar para 7,71% em 2024, indicando que, durante parte do período, houve maior reconhecimento de receitas diferidas de longo prazo, possivelmente devido a novas contratações ou renegociações de contratos.
Os passivos de arrendamento operacional de longo prazo decresceram de 6,66% em 2020 para 2,77% em 2024, refletindo possivelmente a amortização ou baixa de contratos de arrendamento de longo prazo.
O imposto de renda de longo prazo assumiu uma parcela relativamente pequena e estável ao redor de 0,2% a 1,7%, com ligeiro aumento em alguns períodos, o que pode estar relacionado a provisões fiscais diferidas ou reclassificações.
A redução em notas de longo prazo a pagar, líquidas, de 44,14% em 2019 para 23,04% em 2024, demonstra uma significativa amortização ou reestruturação de dívida de longo prazo durante o período analisado.
O total do passivo de longo prazo, como proporção do passivo total, declinou de 55,8% em 2019 para aproximadamente 37,39% em 2024, evidenciando uma redução na concentração de obrigações de longo prazo na composição do passivo total.
O patrimônio líquido, representando a parcela de capital próprio, apresentou aumento como porcentagem do passivo e patrimônio líquido, passando de -4,46% em 2019 para 18,71% em 2024, indicando uma recuperação progressiva da posição de patrimônio líquido, possivelmente refletindo aumento de capital ou resultados acumulados positivos.
As ações ordinárias e capital social integralizado adicional também cresceram de aproximadamente 35,43% em 2021 para 38,36% em 2024, reforçando a tendência de fortalecimento do patrimônio líquido e de aporte de capital.
As perdas abrangentes acumuladas mostraram uma tendência de redução negativa, de -2,85% em 2019 para -2,36% em 2024, embora permaneçam na faixa negativa, indicando que a empresa tem conseguido diminuir suas perdas acumuladas ao longo do tempo.
Por fim, o déficit acumulado apresentou uma significativa diminuição de aproximadamente 45,41% em 2019 para 17,28% em 2024, evidenciando melhorias na geração de resultados e recuperações patrimoniais, consolidando a tendência de forte aprimoramento na saúde financeira da entidade.