A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-02-29), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-02-28), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-02-28).
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Durante o período analisado, o ROA apresentou uma tendência de declínio gradual até o início de 2020, atingindo valores negativos substanciais, indicando dificuldades na geração de lucros a partir dos ativos durante esse intervalo. A partir do segundo semestre de 2020, observou-se uma recuperação parcial, com o índice se tornando positivo no início de 2024, sugerindo uma melhora na eficiência na utilização dos ativos para gerar ganhos.
- Índice de alavancagem financeira
- O índice de alavancagem apresentou uma tendência de crescimento contínuo ao longo do período, passando de aproximadamente 1,7 em fevereiro de 2018 para valores superiores a 8, sendo o pico registrado ao final de 2022. Essa trajetória indica uma crescente utilização de recursos de terceiros na estrutura de capital, o que reforça uma estratégia de maior endividamento para financiar operações ou investimentos. A pequena queda observada em fevereiro de 2024 parece indicar uma possível estabilização ou ajuste na dívida vigente.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE demonstrou níveis elevados de volatilidade, particularmente a partir de 2020, quando registou valores profundamente negativos, atingindo picos negativos de mais de -111% no final de 2021 e início de 2022. Tais valores refletem uma fase de perdas expressivas, agravadas por fatores econômicos ou operacionais adversos, além de elevada alavancagem. Nos períodos mais recentes, especialmente em 2023, houve uma melhora significativa, com o retorno tornando-se positivo, indicando uma recuperação na rentabilidade dos acionistas.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-02-29), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-02-28), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-02-28).
Ao analisar os dados trimestrais apresentados, observa-se uma tendência de deterioração contínua no índice de margem de lucro líquido ao longo do período de 2018 a 2023. Inicialmente, a margem apresenta níveis positivos, variando entre aproximadamente 14% e 16%, indicando uma margem relativamente saudável. Contudo, a partir de fevereiro de 2020, ocorre uma queda drástica, chegando a valores negativos extremos, como -182.95% em novembro de 2020 e -1373.56% em fevereiro de 2021, refletindo uma perda significativa de lucratividade ou possíveis efeitos de custos extraordinários, reestruturações ou impactos de eventos severos no período. No que diz respeito ao índice de giro de ativos, há uma tendência de declínio até meados de 2020, atingindo níveis muito baixos, próximos de 0.01 e 0.04, indicando uma redução na eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Após esses picos mínimos, ocorre uma recuperação gradual, atingindo valores próximos de 0.45 em 2023, indicando uma possível melhora na eficiência operacional ou na gestão dos ativos. Para o índice de alavancagem financeira, há uma elevação contínua ao longo do período analisado, especialmente a partir de 2019. O índice sobe de aproximadamente 1.7-1.8 nas primeiras medições, chegando a mais de 8 em 2023. Isso indica uma crescente utilização de endividamento em relação ao patrimônio líquido, o que pode refletir uma estratégia de financiamento mais agressiva, porém aumenta o risco financeiro associado às variações de mercado ou às condições econômicas. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) revela uma trajetória de forte deterioração, começando com valores positivos em torno de 12-13% no início de 2018, e revertendo para valores negativos a partir de 2019. Especialmente a partir do segundo trimestre de 2020, o ROE apresenta quedas profundas, chegando a valores extremados como -111.15% em novembro de 2021. Nos últimos períodos, há sinais de recuperação, com o índice voltando a níveis positivos, como 6.06% em novembro de 2023, indicando alguma melhora na rentabilidade sobre o patrimônio, possivelmente associada à redução de perdas ou à recuperação operacional. De modo geral, a análise demonstra uma situação de crise ou impacto financeiro severo a partir de 2020, com sinais de que houve alterações na eficiência operacional e na rentabilidade. O aumento da alavancagem financeira ao longo do tempo sugere uma estratégia de financiamento mais agressiva, embora essa estratégia tenha contribuído para a deterioração dos resultados financeiros, especialmente refletido na baixa e negativa margem de lucro líquido e no ROE negativo. Em períodos recentes, há sinais de recuperação, que podem indicar ajustes de gestão ou efeitos de melhorias econômicas, mas o cenário permanece vulnerável a riscos associados à alta alavancagem e à volatilidade nos resultados de lucratividade.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-02-29), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-02-28), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-02-28).
Ao analisar o desempenho financeiro ao longo do período, observa-se que o índice de carga tributária permaneceu relativamente estável, com variações pequenas ao redor de 0,98 e uma possível ligeira subida até o valor de 0,99 no último período, indicando uma consistência na relação entre a carga tributária e os lucros ou receita operacional.
O rácio de encargos com juros também apresentou estabilidade na maior parte dos períodos, mantendo-se em torno de 0,94, com uma redução observada no último período, chegando a -3,84, posteriormente recuperando-se até 0,17. Essa trajetória sugere uma melhora na gestão das despesas com juros, possivelmente devido ao pagamento de dívidas ou diminuição de custos financeiros.
Quanto ao índice de margem EBIT (Lucros antes de Juros e Impostos), houve uma tendência de queda acentuada a partir de períodos intermediários, passando de valores positivos próximos a 18% em maio de 2018 para valores extremamente negativos a partir de novembro de 2019, atingindo picos de -5383,1% e -1146,88%. Essa deterioração indica uma perda significativa de eficiência operacional ou redução de receitas operacionais, levando a margens negativas expressivas. No período mais recente, há sinais de recuperação, com índice de margem EBIT retornando para valores positivos ao redor de 10% em 2023.
O índice de giro de ativos demonstrou uma tendência de evolução de baixa até cerca de 0,01, indicando uma diminuição na eficiência no uso dos ativos para gerar receitas. Após atingir o ponto mais baixo, há uma recuperação progressiva, atingindo aproximadamente 0,45 no último período, o que sugere uma possível melhoria na utilização dos ativos na geração de vendas ou receita.
O índice de alavancagem financeira mostrou aumento contínuo ao longo do período, passando de aproximadamente 1,7 em 2018 para valores superiores a 8,0 em 2023. Tal comportamento indica uma ampliação na utilização de dívida para financiar atividades, aumentando o risco financeiro da entidade, embora também possa refletir uma estratégia de alavancagem para impulsionar o crescimento ou melhorar o retorno aos acionistas, conforme evidenciado pelo ROE.
Por fim, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) evidenciou forte oscilação ao longo do período analisado. Após apresentar valores positivos a partir de 2019, embora modestos, houve uma queda acentuada de mais de 50% ao final de 2020, atingindo valores negativos expressivos no período intermediário, o que indica deterioração na lucratividade patrimonial. Nos últimos períodos, há sinais de retomada, com o índice retornando a valores positivos pequenos em 2023, sugerindo alguma recuperação na geração de retorno sobre o patrimônio.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-02-29), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-02-28), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-02-28).
Ao analisar os dados trimestrais, observa-se um padrão de deterioração no índice de margem de lucro líquido ao longo do período. Nos primeiros anos, até aproximadamente maio de 2019, a margem permaneceu relativamente sólida, variando em torno de 14% a 16%. Contudo, a partir de novembro de 2019, há um declínio acentuado, com valores negativos e uma tendência de crescimento negativo extremamente rápida, atingindo picos como -182,95% em novembro de 2020, indicando uma forte redução na rentabilidade líquida da operação.
Este declínio imediato sugere dificuldades financeiras ao longo do período, culminando em perdas expressivas. A partir de fevereiro de 2021, observa-se uma tentativa de recuperação, com valores positivos emergindo, alcançando 1,79% em novembro de 2023. No entanto, o índice permanece bastante volátil, refletindo uma instabilidade na rentabilidade líquida da empresa.
O índice de giro de ativos apresentou uma tendência de crescimento contínuo ao longo do período, de valores extremamente baixos ou nulos no início do período, para um aumento constante até aproximadamente maio de 2023, atingindo um valor de 0,45. Isso indica uma melhora na eficiência na utilização dos ativos para gerar receita, embora ainda em níveis moderados.
Quanto à rentabilidade dos ativos (ROA), o padrão mostra uma deterioração progressiva, começando em torno de 7,43% em fevereiro de 2018 e caindo para valores negativos a partir de novembro de 2019, atingindo um mínimo de -182,95% em novembro de 2020. Após esse ponto, há sinais de recuperação, com valores positivos que atingem aproximadamente 0,81% em fevereiro de 2024. Esses números refletem uma fase de perdas e recuperação, possivelmente relacionadas a condições adversas no setor de atuação ou ao impacto de fatores externos, seguidos de uma melhoria na rentabilidade em períodos mais recentes.
Em suma, o período apresentado evidencia uma fase inicial de rentabilidade relativamente estável, seguida por uma crise financeira significativa que culmina em prejuízos expressivos e muita volatilidade. Nos períodos finais, há sinais de recuperação tanto na margem de lucro líquido quanto na rentabilidade dos ativos, embora os níveis ainda se mantenham abaixo do esperado para uma operação saudável ou sustentável a longo prazo.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-02-29), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-02-28), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-02-28).
Ao analisar os dados financeiros ao longo dos diferentes períodos, observa-se uma tendência de deterioração significativa na performance operacional e na rentabilidade da entidade. O índice de margem EBIT apresenta uma forte queda a partir do segundo trimestre de 2018, passando de números positivos (até aproximadamente 18%) para valores altamente negativos, atingindo picos de até mais de -5000%, indicando perdas operacionais extraordinárias e severas dificuldades na geração de lucro antes de juros e impostos.
O índice de carga tributária permanece relativamente estável por um período, apresentando valores próximos de 0,98 até o fim de 2020, com um leve aumento na última medição para 0,99 e uma pontuação mais elevada em 2024, sugerindo uma estabilidade na proporção de custos fiscais em relação aos lucros ou receitas.
O rácio de encargos com juros revela uma tendência de redução ao longo do tempo, partindo de aproximadamente 0,94 em meados de 2018 até um valor negativo de -3,84 em fevereiro de 2024. Este movimento indica uma melhora na estrutura de endividamento, podendo representar uma renegociação das dívidas, redução do endividamento ou alterações no custo dos financiamentos.
O rácio de giro dos ativos demonstra uma diminuição contínua até meados de 2020, chegando a valores próximos de zero, sinalizando uma baixa na eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Contudo, a partir de 2020, há uma recuperação gradual, chegando a aproximadamente 0,45 em 2023, indicando uma melhora na eficiência operacional ou na gestão dos ativos.
Por sua vez, a rentabilidade dos ativos (ROA) também sofreu uma deterioração acentuada após 2018, passando de valores positivos de cerca de 6-7% para números negativos, atingindo cerca de -19% em determinados períodos de 2020, o que reflete perdas financeiras e dificuldades na obtenção de retorno sobre os ativos utilizados. No período mais recente, há sinais de recuperação, com o ROA retornando a valores próximos de 0,81% em 2024, indicando uma possível estabilização ou melhoria na rentabilidade operacional.
Em resumo, a análise revela um quadro de crise financeira e operacional em determinados períodos, evidenciado pela queda da margem EBIT e pelo aumento da negativo do ROA, além de uma intensificação de perdas ao longo do tempo. Entretanto, há sinais de recuperação nos indicadores de eficiência e na estrutura de endividamento na fase mais recente, sugerindo esforços de ajuste ou melhorias na gestão financeira que podem estar contribuindo para uma perspectiva mais favorável no futuro.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-02-29), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-02-28), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-02-28).
Ao analisar os dados financeiros apresentados, observa-se que o índice de carga tributária permaneceu relativamente estável ao longo dos períodos, encontrando-se próximo de 0,98 até o final de maio de 2020, com uma ligeira redução para 0,96 em agosto de 2020, e mantendo-se próximo de 0,99 até o período mais recente. Esse comportamento sugere uma consistência na relação entre a carga tributária e outros elementos do resultado financeiro ao longo do tempo.
O rácio de encargos com juros apresentou estabilidade em torno de 0,94 até o segundo trimestre de 2020, quando então foi registrada uma diminuição expressiva para -3,84 no período de fevereiro de 2024, seguida por variações próximas de zero em alguns períodos subsequentes. Tal movimento indica uma possível mudança significativa na estrutura de endividamento ou na contabilização dos encargos financeiros, podendo refletir uma redução nos custos de juros ou uma alteração na classificação dessas despesas.
Quanto ao índice de margem EBIT, verificou-se uma tendência de forte deterioração a partir do final de 2018, com valores inicialmente positivos abaixo de 20%, mas que declinaram rapidamente para resultados altamente negativos, atingindo picos de -5383,1% em novembro de 2019 e -1146,88% em maio de 2021. Após esses picos de queda, a margem EBIT evidenciou recuperação parcial, voltando a sinais positivos e atingindo 10,67% no último período de análise. Estes movimentos sugerem períodos de altos prejuízos operacionais, seguidos de processos de recuperação ou ajustes que levaram à melhora dos resultados operacionais nos períodos mais recentes.
De maneira similar, o índice de margem de lucro líquido seguiu a mesma trajetória de queda acentuada na mesma linha temporal, atingindo valores extremamente negativos, como -6426,76% em maio de 2021, indicativo de perdas líquidas massivas ou resultados extraordinários adversos. Após esses picos de prejuízo, houve também sinais de recuperação, com margens próximas de 1,79% ao final do período, sugerindo uma melhora na rentabilidade líquida em relação ao volume de receitas.
Globalmente, os dados refletem uma fase de severa deterioração financeira em determinados momentos, especialmente entre novembro de 2019 e maio de 2021, acompanhada de uma evidente recuperação ocorre na sequência. As variações extremas nesses indicadores indicam possíveis períodos de crise, reestruturação ou eventos extraordinários que impactaram significativamente a rentabilidade, mas a tendência de recuperação sugere uma fase de estabilização ou melhora nos resultados operacionais e líquidos ao longo do último ano considerado.