A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Aceitamos:
Desagregado de ROE em dois componentes
ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
---|---|---|---|---|---|
30 de nov. de 2023 | = | × | |||
30 de nov. de 2022 | = | × | |||
30 de nov. de 2021 | = | × | |||
30 de nov. de 2020 | = | × | |||
30 de nov. de 2019 | = | × | |||
30 de nov. de 2018 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30).
Ao longo do período analisado, observou-se uma tendência de deterioração no desempenho de rentabilidade da empresa, evidenciada pelo Índice de Retorno sobre os Ativos (ROA) e o Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE).
O ROA apresentou uma diminuição gradual de 7,43% em 2018 para 6,64% em 2019, seguida de uma queda significativa para valores negativos em 2020 (-19,1%) e 2021 (-17,81%). Essa tendência negativa indica que a eficiência na geração de lucros a partir dos ativos diminuiu substancialmente, possivelmente devido a efeitos de evento adverso ou crise setorial, e permaneceu neste patamar negativo até 2022. Em 2023, houve uma melhora parcial, com o ROA chegando a -0,15%, indicando uma quase recuperação da rentabilidade dos ativos.
O índice de alavancagem financeira, por sua vez, demonstrou um crescimento constante ao longo do período, partindo de 1,73 em 2018 para um pico de 7,32 em 2022. Essa escalada sugere um incremento na utilização de dívidas ou passivos financeiros em relação ao patrimônio da empresa, o que pode refletir uma estratégia de incremento de leverage para tentar sustentar o crescimento ou operações durante períodos difíceis. Em 2023, percebe-se uma leve redução para 7,14, indicando uma leve diminuição na alavancagem, embora ainda em níveis elevados.
Por fim, o ROE apresentou um quadro semelhante ao do ROA, refletindo a deterioração na rentabilidade do patrimônio. De 12,9% em 2018, manteve-se relativamente estável até 2019, ao redor de 11,79%. No entanto, a partir de então, atingiu valores extremamente negativos, -49,8% em 2020, -78,24% em 2021 e -86,24% em 2022, indicando perdas substanciais e uma deterioração severa na geração de lucros para os acionistas. Em 2023, porém, há uma melhora significativa, com o índice atenuado para -1,08%, sugerindo uma recuperação muito próxima de zerar o impacto negativo.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30).
- Índice de margem de lucro líquido
- Observa-se uma tendência de diminuição na margem de lucro líquido ao longo dos anos, com uma significativa redução a partir de 2019. O índice negativo em 2020 e 2021 indica prejuízos operacionais substanciais, possivelmente relacionados a eventos extraordinários ou à crise global. Apesar de uma leve melhora até 2023, o índice permanece próximo de zero, indicando recuperação parcial na rentabilidade líquida.
- Índice de giro de ativos
- O índice de giro de ativos demonstra estabilidade entre 2018 e 2019, com valores próximos a 0,45. Em 2020, há uma forte queda para 0,1, indicando uma redução na eficiência na utilização dos ativos para gerar receita, possivelmente devido ao impacto de eventos disruptivos. Entretanto, a partir de 2021, há uma recuperações progressiva, atingindo em 2023 valores similares a 2019, o que sugere uma melhora na eficiência operacional.
- Índice de alavancagem financeira
- O índice de alavancagem financeira mostra uma tendência de aumento contínuo, crescendo de 1,73 em 2018 para um pico de 7,32 em 2022, indicando uma substantial elevação no uso de dívida para financiar operações. Em 2023, há uma ligeira redução para 7,14, sugerindo uma possível tentativa de ajustar a estrutura de capital ou de moderar o nível de endividamento.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE apresenta uma forte deterioração entre 2018 e 2021, chegando a valores negativos expressivos, o que evidencia períodos de prejuízos e baixa rentabilidade do patrimônio líquido. Na sequência, há uma recuperação parcial em 2023, com o índice quase retornando a valores positivos, embora ainda próximo de zero, refletindo uma melhora na geração de retorno aos acionistas após períodos de adversidade.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30).
Ao longo do período analisado, observa-se uma estabilidade inicial nos rácios de carga tributária, mantendo-se em torno de 0,98 nos anos de 2018 e 2019, sem variações significativas. No entanto, os encargos com juros apresentaram uma leve redução de 0,94 em 2018 e 2019 para uma diminuição de aproximadamente 0,03 até 2023, indicando uma potencial melhora na gestão do endividamento ou mudanças nas condições de financiamento.
O índice de margem EBIT evidencia uma trajetória de deterioração acentuada a partir de 2020, deixando de apresentar valores positivos e atingindo uma média negativa expressiva de -415,15% em 2021. Essa reversão sugere uma deterioração significativa na rentabilidade operacional, possivelmente devido a perdas operacionais profundas ou eventos excepcionais. Embora haja uma recuperação parcial em 2023, com uma margem de 9,28%, ela ainda representa uma melhora considerável em relação aos anos anteriores, contudo, a recuperação não deve ser considerada completa sem uma análise mais detalhada dos fatores subjacentes.
O índice de giro de ativos apresenta uma forte redução em 2020, caindo de aproximadamente 0,45-0,46 em 2018 e 2019 para 0,1 em 2020, indicando uma queda na eficiência no uso dos ativos para gerar receitas. Apesar de uma recuperação em 2022 e 2023, chegando a 0,44, esse indicador permanece abaixo dos níveis pré-pandemia, refletindo uma possível tentativa de otimização ou limitação de operações durante o período de crise.
Em relação ao índice de alavancagem financeira, há uma tendência de aumento consistente ao longo do período, passando de 1,73-1,78 na primeira fase até atingir 7,32 em 2022, e ligeiramente reduzido para 7,14 em 2023. Essa forte elevação indica que a empresa tem aumentado seu grau de endividamento, o que pode potencializar ganhos em contextos favoráveis, mas também aumenta os riscos financeiros, especialmente em cenários adversos ou de deterioração de resultados operacionais.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) apresenta uma trajetória de queda severa, passando de 12,9% em 2018 para valores negativos expressivos a partir de 2020, atingindo -86,24% em 2022. Essa queda indica uma perda de rentabilidade dos acionistas, provavelmente associada à deterioração dos resultados operacionais e à maior alavancagem. Em 2023, observa-se uma ligeira recuperação para -1,08%, porém ainda em patamar negativo, o que sugere uma dificuldade geral na geração de retorno sobre o patrimônio durante o período analisado.
Desagregado de ROA em dois componentes
ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
---|---|---|---|---|---|
30 de nov. de 2023 | = | × | |||
30 de nov. de 2022 | = | × | |||
30 de nov. de 2021 | = | × | |||
30 de nov. de 2020 | = | × | |||
30 de nov. de 2019 | = | × | |||
30 de nov. de 2018 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30).
- Índice de margem de lucro líquido
- Observa-se uma tendência de redução contínua até 2021, quando ocorre uma forte deterioração, atingindo uma perda líquida expressiva de -182,95%. Nos anos seguintes, há uma ligeira recuperação, porém o índice permanece negativo até 2023, indicando dificuldades persistentes na geração de lucro líquido em relação às receitas totais.
- Índice de giro de ativos
- Este indicador mostra variações de leve aumento de 0,45 para 0,46 entre 2018 e 2019, seguido por uma significativa queda até 2021, atingindo 0,04. Nos anos subsequentes, há recuperação, chegando a 0,24 em 2022 e retornando a 0,44 em 2023, sugerindo uma melhora na eficiência na utilização dos ativos para gerar vendas.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- O ROA apresentou estabilidade de aproximadamente 7% em 2018 e 2019, mas mostrou uma deterioração profunda em 2020 e 2021, atingindo valores negativos superiores a -17%, resultando em prejuízo na rentabilidade dos ativos. A partir de 2022, há uma movimentação de recuperação, chegando a quase zero em 2023, indicando uma melhora potencial na eficiência da utilização dos ativos na geração de lucros.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30).
- Índice de carga tributária
- O índice manteve-se constante em 0,98 entre 2018 e 2019, indicando estabilidade na relação entre a carga tributária e os resultados. Dados faltantes após 2019 dificultam a análise de sua evolução posterior.
- Rácio de encargos com juros
- O rácio iniciou em 0,94 em 2018 e 2019, apresentando estabilidade. Em 2023, observa-se uma redução de -0,03, sugerindo uma diminuição relativa nos encargos com juros, possivelmente refletindo melhor gerenciamento de dívidas ou renegociações contratuais.
- Índice de margem EBIT
- Esse índice apresentou uma trajetória altamente volátil: iniciou em 18,01% em 2018, caiu para 15,69% em 2019, e then entrou em forte declínio nos anos seguintes com valores negativos, atingindo -415,15% em 2021. Essa queda indica um período de perdas operacionais expressivas, agravada pelo impacto de fatores adversos. Em 2022, a margem recuperou-se para -36,74% e, em 2023, apresentou uma significativa recuperação, chegando a 9,28%, sugerindo uma melhora na eficiência operacional ou maior lucratividade.
- Índice de giro de ativos
- O índice permaneceu relativamente estável de 2018 a 2019, com pequena variação de 0,45 a 0,46. Em 2020, houve uma forte redução para 0,1, refletindo uma queda na eficiência de utilização dos ativos durante esse período. Posteriormente, houve uma melhora significativa até 2023, atingindo 0,44, o que indica recuperação na gestão dos ativos e maior eficiência operacional.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- O ROA apresentou estabilidade em 2018 e 2019, com valores de 7,43% e 6,64%, respectivamente, sinalizando uma rentabilidade relativamente boa. A partir de 2020, houve um declínio acentuado para valores negativos (-19,1% em 2020 e -17,81% em 2021), refletindo perdas operacionais ou efeitos de eventos extraordinários. Esses resultados negativos persistiram em 2022 e 2023, embora com uma tendência de melhoria leve, pois o valor se aproximou de zero (-0,15%), indicando uma possível recuperação na eficiência de geração de lucros referentes aos ativos.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2020-11-30), 10-K (Data do relatório: 2019-11-30), 10-K (Data do relatório: 2018-11-30).
Observa-se uma estabilidade relativa no índice de carga tributária ao longo do período considerado, com valores constantes de aproximadamente 0,98 até 2019. A partir de 2020, não há dados disponíveis para esse indicador, dificultando a análise de sua evolução posterior.
O rácio de encargos com juros manteve-se próximo de 0,94 em 2018 e 2019, indicando uma proporção relativamente estável dos encargos com juros em relação ao financiamento ou receitas. Em 2023, houve uma ligeira redução para -0,03, o que pode sugerir uma mudança na composição ou na contabilização desses encargos, embora o impacto dessa variação seja limitado, dada a magnitude próxima de zero.
Os indicadores de margem EBIT e margem de lucro líquido exibiram tendências notáveis ao longo dos anos. De 2018 para 2019, houve uma leve redução nas margens, de 18,01% para 15,69% no EBIT e de 16,69% para 14,36% no lucro líquido, indicando uma leve deterioração na rentabilidade operacional e líquida.
A partir de 2020, esses indicadores apresentaram um colapso significativo, com valores extremamente negativos que atingiram -167,26% e -182,95% em 2020, respectivamente. Em 2021, os valores continuam extremamente negativos, atingindo -415,15% e -497,96%, sinalizando perdas operacionais e líquidas expressivas. Esses patamares sugerem que a empresa enfrentou um período de crise financeira ou eventos extraordinários que impactaram de forma severa sua rentabilidade.
Nos anos seguintes, 2022 e 2023, as margens ainda permanecem negativas, mas apresentam uma melhora significativa em 2023, retornando a valores mais próximos de 9,28% e -0,34%, respectivamente. Apesar de ainda não serem positivos, esses sinais indicam sinais de recuperação ou melhoria na gestão financeira, após os períodos de crise extremos vivenciados em 2020 e 2021.