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American Airlines Group Inc. (NASDAQ:AAL)

Esta empresa foi movida para o arquivo! Os dados financeiros não são atualizados desde 21 de fevereiro de 2024.

Estrutura do balanço: activo 

American Airlines Group Inc., estrutura do balanço consolidado: ativos

Microsoft Excel
31 de dez. de 2023 31 de dez. de 2022 31 de dez. de 2021 31 de dez. de 2020 31 de dez. de 2019
Numerário 0.92 0.68 0.41 0.40 0.47
Investimentos de curto prazo 11.10 13.17 18.29 10.67 5.91
Caixa restrito e investimentos de curto prazo 1.44 1.54 1.49 0.98 0.26
Contas a receber, líquidas 3.21 3.30 2.26 2.16 2.92
Combustível, peças sobressalentes e fornecimentos para aeronaves, líquidos 3.81 3.52 2.70 2.60 3.09
Despesas pré-pagas e outras 1.04 1.38 0.93 1.07 1.04
Ativo circulante 21.52% 23.59% 26.08% 17.89% 13.68%
Bens e equipamentos líquidos 48.79 46.67 44.44 51.12 58.33
Ativos de direito de uso de arrendamento operacional 12.59 12.51 11.81 12.96 14.56
Boa vontade 6.49 6.32 6.15 6.60 6.82
Intangíveis, líquidos de amortização acumulada 3.25 3.18 2.99 3.27 3.47
Tributo diferido ativo 4.58 4.79 5.35 5.22 1.08
Outros ativos 2.78 2.94 3.17 2.93 2.06
Outros ativos 17.10% 17.23% 17.67% 18.02% 13.43%
Ativo não circulante 78.48% 76.41% 73.92% 82.11% 86.32%
Ativos totais 100.00% 100.00% 100.00% 100.00% 100.00%

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31).


Ao analisar os dados financeiros ao longo do período de 2019 a 2023, observa-se uma mudança significativa na composição do ativo total, refletindo possíveis ajustes estratégicos e variações operacionais. A participação do numerário no total do ativo apresentou um aumento constante, passando de 0,47% em 2019 para 0,92% em 2023, indicando maior liquidez imediata ao longo dos anos.

Os investimentos de curto prazo tiveram crescimento expressivo de 5,91% em 2019 para 18,29% em 2021, seguido por uma redução gradual, chegando a 11,1% em 2023. Essa tendência sugere uma priorização da liquidez em anos anteriores, que foi posteriormente ajustada, possivelmente para otimizar o uso de recursos de acordo com a estratégia de gestão de caixa e investimentos de curto prazo.

Outro aspecto relevante é a evolução do caixa restrito e investimentos de curto prazo, cujo percentual cresceu de 0,26% em 2019 para 1,54% em 2022, permanecendo relativamente estável em torno de 1,44% em 2023. Isso indica uma manutenção de recursos restritos, possivelmente para atender obrigações específicas ou restrições de liquidez.

As contas a receber líquidas tiveram aumento de sua participação, chegando a aproximadamente 3,21% em 2023, o que pode refletir uma elevação na atividade de vendas a crédito ou mudanças nos prazos de recebimento.

Os estoques de combustível, peças sobressalentes e fornecimentos para aeronaves mostraram aumento de participação, de 3,09% em 2019 para 3,81% em 2023, em um contexto de possível aumento na frota ou necessidade de maior provisão de insumos para operação.

O ativo circulante apresentou uma expansão significativa de 13,68% em 2019 para seu pico de 26,08% em 2021, seguido por uma redução, chegando a 21,52% em 2023. Essa dinâmica pode indicar um esforço de aumento de liquidez em períodos de maior incerteza ou necessidade de capital de giro mais robusto em determinados anos.

Já os bens e equipamentos líquidos tiveram redução na participação de 58,33% em 2019 para 44,44% em 2021, posteriormente recuperando sua participação para 48,79% em 2023, refletindo possíveis investimentos ou depreciações ao longo do tempo.

Os ativos de direito de uso de arrendamento operacional mantiveram participação relativamente estável, ao redor de 12 a 13%, sugerindo uma consistência na estrutura de arrendamento ou locações operacionais ao longo dos anos.

As contas de goodwill e intangíveis líquidos apresentaram estabilização, com leve aumento na participação, indicando manutenção ou aquisição de ativos intangíveis e de valor de marca ao longo do tempo.

Houve um aumento na participação do tributo diferido ativo, que cresceu de 1,08% em 2019 para aproximadamente 4,58% em 2023, possivelmente evidenciando diferenças temporárias de impostos e estratégias de planejamento tributário.

Finalmente, a proporção de ativos não circulantes apresentou uma tendência de aumento, de 86,32% em 2019 para 78,48% em 2023, indicando uma maior concentração de recursos em ativos de longo prazo, possivelmente para sustentar investimentos ou operações futuras ao invés de liquidez imediata.