Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
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Sherwin-Williams Co., estrutura do balanço patrimonial consolidado: passivo e patrimônio líquido (dados trimestrais)
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31).
A estrutura de capital apresenta uma predominância de passivos, que se mantiveram em patamares elevados, oscilando entre 82% e 90% do total do passivo e patrimônio líquido ao longo do período analisado. Observa-se uma leve tendência de redução no peso total das obrigações a partir de 2022, com a contrapartida sendo um incremento gradual na representatividade do patrimônio líquido.
- Passivos Circulantes
- O passivo circulante manteve-se relativamente estável, com flutuações entre 26% e 32%. Nota-se que as contas a pagar apresentaram um declínio gradual, partindo de 12,9% em setembro de 2021 para aproximadamente 9,8% em março de 2026. Em contrapartida, os empréstimos de curto prazo demonstraram alta volatilidade, com picos expressivos em junho de 2022 (9,12%) e março de 2026 (9,01%), sugerindo oscilações na gestão de liquidez imediata ou captações pontuais.
- Passivos de Longo Prazo
- Houve uma redução na proporção da dívida de longo prazo, que recuou de patamares superiores a 40% em 2021 para a faixa de 30% a 35% nos anos subsequentes. Simultaneamente, registrou-se um crescimento consistente nos outros passivos de longo prazo, que evoluíram de 6,69% no início de 2021 para 9,82% em março de 2026, indicando uma mudança na composição das obrigações não circulantes.
- Patrimônio Líquido e Reservas
- O patrimônio líquido exibiu recuperação, saindo de um ponto mínimo de 10,09% em junho de 2022 para estabilizar-se entre 16% e 17% nos períodos mais recentes. Destaca-se a dinâmica entre os lucros não distribuídos e as ações em tesouraria: houve um crescimento acentuado dos lucros retidos até junho de 2025 (33,37%), concomitante a um aumento agressivo na recompra de ações, que atingiu -32,62% no mesmo período. No entanto, observa-se uma reversão abrupta desses indicadores entre setembro de 2025 e março de 2026, sugerindo a ocorrência de eventos corporativos extraordinários ou reestruturações contábeis.
A análise dos indicadores revela uma estratégia de redução da dependência de dívidas de longo prazo e uma gestão ativa da base acionária por meio de recompras, embora a estrutura final permaneça fortemente alavancada em relação ao capital próprio.