A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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- Relação preço/receita (P/S) desde 2005
Aceitamos:
Desagregado de ROE em dois componentes
| ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de declínio em indicadores de rentabilidade, seguida de uma estabilização e leve recuperação no período mais recente. O Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) apresentou uma diminuição consistente de 8.97% em 2021 para 3.52% em 2023, indicando uma eficiência decrescente na utilização dos ativos para gerar lucro. Em 2024 e 2025, observa-se uma estabilização, com o ROA atingindo 3.44% e 3.79%, respectivamente, sugerindo um possível ponto de inflexão.
O Índice de Alavancagem Financeira exibiu uma tendência de redução ao longo do período analisado, passando de 3.44 em 2021 para 3.08 em 2025. Essa diminuição indica uma menor dependência de financiamento por dívida, o que pode ser interpretado como uma melhora na estrutura de capital e redução do risco financeiro.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) seguiu um padrão semelhante ao ROA, com uma queda significativa de 30.8% em 2021 para 11.07% em 2023. Contudo, o ROE também demonstrou sinais de recuperação nos anos de 2024 e 2025, atingindo 10.74% e 11.66%, respectivamente. Essa recuperação, embora modesta, sugere uma melhora na capacidade de gerar retorno sobre o capital próprio.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Declínio de 2021 a 2023, seguido de estabilização e leve recuperação.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Tendência consistente de redução, indicando menor dependência de dívida.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Queda acentuada de 2021 a 2023, com recuperação nos anos subsequentes.
Em resumo, os dados indicam um período de desafios em termos de rentabilidade, seguido por uma estabilização e sinais iniciais de recuperação. A redução do índice de alavancagem financeira sugere uma gestão prudente do capital, o que pode contribuir para a sustentabilidade financeira a longo prazo.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em diversos indicadores ao longo do período de cinco anos. Observa-se uma diminuição consistente na rentabilidade, medida pelo índice de margem de lucro líquido, de 18.85% em 2021 para 7.42% em 2024, com uma leve recuperação para 8.5% em 2025. Esta trajetória sugere uma redução na capacidade de converter vendas em lucro.
O índice de giro de ativos demonstra uma estabilidade relativa, flutuando entre 0.44 e 0.48 ao longo dos anos. A pequena variação indica que a eficiência na utilização dos ativos para gerar receita permaneceu relativamente constante.
A alavancagem financeira, avaliada pelo índice de alavancagem financeira, apresentou uma tendência de declínio gradual, passando de 3.44 em 2021 para 3.08 em 2025. Esta redução sugere uma diminuição do endividamento em relação ao patrimônio líquido, o que pode indicar uma postura mais conservadora na gestão do capital.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanhou a tendência de queda na margem de lucro líquido, diminuindo de 30.8% em 2021 para 10.74% em 2024, com uma recuperação parcial para 11.66% em 2025. Esta queda reflete a menor capacidade de gerar lucro a partir do investimento dos acionistas.
- Índice de margem de lucro líquido
- Demonstra uma queda acentuada entre 2021 e 2024, com uma leve recuperação em 2025. A rentabilidade diminuiu significativamente.
- Índice de giro de ativos
- Apresenta estabilidade ao longo do período, indicando uma utilização consistente dos ativos.
- Índice de alavancagem financeira
- Exibe uma tendência de queda, sugerindo uma redução do endividamento.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Segue a tendência de queda da margem de lucro líquido, indicando menor rentabilidade para os acionistas.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de mudanças em diversos indicadores ao longo do período avaliado. Observa-se uma redução consistente no índice de carga tributária, passando de 0.65 para 0.43 e, posteriormente, um ligeiro aumento para 0.5. O rácio de encargos com juros apresentou relativa estabilidade, com flutuações mínimas entre 0.89 e 0.93.
O índice de margem EBIT exibiu uma tendência de declínio notável, de 31.55% em 2021 para 18.5% em 2024, com uma estabilização nos anos subsequentes. O índice de giro de ativos manteve-se relativamente constante, variando entre 0.44 e 0.48, indicando uma eficiência na utilização dos ativos que não sofreu alterações significativas.
O índice de alavancagem financeira apresentou uma diminuição gradual, de 3.44 para 3.08, sugerindo uma redução no nível de endividamento da entidade. O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) registrou uma queda acentuada, de 30.8% em 2021 para 10.74% em 2024, com uma recuperação parcial para 11.66% em 2025.
- Índice de carga tributária
- Demonstra uma tendência geral de queda, com uma leve recuperação no último período analisado.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta estabilidade ao longo do período, indicando um controle consistente dos custos financeiros.
- Índice de margem EBIT
- Evidencia uma redução significativa na rentabilidade operacional, com estabilização nos últimos anos.
- Índice de giro de ativos
- Mantém-se relativamente estável, sugerindo uma utilização consistente dos ativos.
- Índice de alavancagem financeira
- Indica uma diminuição gradual do endividamento, refletindo uma melhoria na estrutura de capital.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Apresenta uma queda expressiva na rentabilidade do patrimônio líquido, com uma leve recuperação no último período.
Desagregado de ROA em dois componentes
| ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em relação à lucratividade e eficiência operacional. Observa-se uma diminuição consistente na margem de lucro líquido ao longo do período de 2021 a 2023, seguida por uma ligeira recuperação nos anos de 2024 e 2025.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- O índice de margem de lucro líquido apresentou uma redução de 18.85% em 2021 para 8.09% em 2023, indicando uma menor capacidade de converter receita em lucro líquido. A subsequente alta para 7.42% em 2024 e 8.5% em 2025 sugere uma estabilização, embora ainda abaixo dos níveis de 2021.
Em relação à eficiência na utilização de ativos, o índice de giro de ativos demonstra uma estabilidade relativa. A variação anual é mínima, oscilando entre 0.44 e 0.48, o que indica uma utilização consistente dos ativos para gerar receita.
- Índice de Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos manteve-se relativamente estável, com uma ligeira diminuição de 0.48 em 2021 para 0.44 em 2023, seguida por um pequeno aumento para 0.46 em 2024 e retorno a 0.45 em 2025. Esta constância sugere que a empresa não alterou significativamente a sua estratégia de gestão de ativos.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência observada na margem de lucro líquido, com uma queda de 8.97% em 2021 para 3.52% em 2023. A recuperação para 3.44% em 2024 e 3.79% em 2025 indica uma melhora na rentabilidade dos ativos, mas ainda permanece abaixo do nível inicial.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- O ROA apresentou uma trajetória descendente de 8.97% em 2021 para 3.52% em 2023, refletindo uma menor capacidade de gerar lucro a partir dos ativos investidos. O aumento para 3.79% em 2025 sinaliza uma recuperação modesta, mas ainda inferior ao desempenho inicial.
Em resumo, os dados indicam um período de declínio na lucratividade entre 2021 e 2023, seguido por uma estabilização e ligeira recuperação nos anos subsequentes. A eficiência na utilização de ativos manteve-se relativamente constante ao longo do período analisado.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de mudanças em diversos indicadores ao longo do período avaliado. Observa-se uma redução consistente no índice de carga tributária, passando de 0.65 em 2021 para 0.43 em 2023, com uma ligeira recuperação para 0.5 em 2025. O rácio de encargos com juros manteve-se relativamente estável, flutuando entre 0.89 e 0.93, indicando uma consistência nos custos financeiros da dívida.
O índice de margem EBIT apresentou uma diminuição notável, de 31.55% em 2021 para 18.5% em 2024, estabilizando-se nesse último valor em 2025. Paralelamente, o índice de giro de ativos exibiu uma ligeira tendência de queda, de 0.48 em 2021 para 0.44 em 2023, com uma recuperação marginal para 0.46 em 2024 e estabilização em 0.45 em 2025.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou a tendência de queda observada no índice de margem EBIT, diminuindo de 8.97% em 2021 para 3.44% em 2024, com uma leve recuperação para 3.79% em 2025. A correlação entre a margem EBIT e o ROA sugere que a rentabilidade dos ativos está diretamente ligada à capacidade da entidade em gerar lucro operacional.
- Índice de carga tributária
- Demonstra uma diminuição inicial seguida de uma ligeira recuperação, indicando potencial otimização fiscal ou alterações na legislação tributária.
- Rácio de encargos com juros
- A estabilidade sugere uma gestão consistente da dívida e dos custos financeiros associados.
- Índice de margem EBIT
- A queda significativa indica uma redução na rentabilidade operacional, possivelmente devido a aumento de custos, diminuição de preços ou menor eficiência.
- Índice de giro de ativos
- A ligeira diminuição pode indicar uma utilização menos eficiente dos ativos na geração de receita.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- A diminuição acompanha a da margem EBIT, refletindo um impacto negativo na rentabilidade geral dos ativos.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de mudanças em diversos indicadores ao longo do período avaliado. Observa-se uma redução consistente no índice de carga tributária, passando de 0.65 em 2021 para 0.43 em 2023, com uma leve recuperação para 0.5 em 2025. Este movimento sugere uma otimização da gestão fiscal ou alterações na legislação tributária.
O rácio de encargos com juros apresentou relativa estabilidade, mantendo-se próximo de 0.9 ao longo dos anos, com flutuações mínimas. Em 2024, houve um ligeiro aumento para 0.93, mas retornou a 0.92 em 2025, indicando um controle consistente sobre as despesas financeiras.
O índice de margem EBIT exibiu uma queda notável de 31.55% em 2021 para 18.59% em 2023, com uma estabilização em 18.5% em 2024 e 2025. Esta diminuição pode ser atribuída a fatores como aumento dos custos operacionais, redução das receitas ou ambos. A estabilização recente sugere um ponto de inflexão, mas a margem permanece significativamente inferior ao nível de 2021.
De forma similar, o índice de margem de lucro líquido apresentou uma tendência de declínio, caindo de 18.85% em 2021 para 7.42% em 2024. Contudo, houve uma recuperação parcial em 2025, atingindo 8.5%. Esta variação acompanha a do índice de margem EBIT, reforçando a ideia de que a rentabilidade geral da entidade está relacionada ao desempenho operacional. A recuperação em 2025, embora modesta, indica uma possível melhora nas condições de lucratividade.
- Índice de carga tributária
- Demonstra uma tendência geral de queda, com uma leve recuperação no último período.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta estabilidade ao longo do tempo, com flutuações mínimas.
- Índice de margem EBIT
- Exibe uma redução significativa até 2023, seguida de estabilização.
- Índice de margem de lucro líquido
- Segue uma trajetória semelhante ao índice de margem EBIT, com recuperação parcial no último período.