Estrutura do balanço: activo
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- Demonstração de resultados
- Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
- Análise dos rácios de actividade a curto prazo
- Índices de avaliação de ações ordinárias
- Relação preço/ FCFE (P/FCFE)
- Modelo de precificação de ativos de capital (CAPM)
- Modelo de desconto de dividendos (DDM)
- Índice de margem de lucro operacional desde 2005
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) desde 2005
- Índice de dívida sobre patrimônio líquido desde 2005
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-01-31), 10-K (Data do relatório: 2024-02-02), 10-K (Data do relatório: 2023-02-03), 10-K (Data do relatório: 2022-01-28), 10-K (Data do relatório: 2021-01-29), 10-K (Data do relatório: 2020-01-31).
Ao analisar os dados financeiros ao longo do período de cinco anos, observa-se uma variação significativa na composição do ativo total. A proporção de caixa e equivalentes de caixa apresentou flutuações consideráveis, atingindo um pico de 10,04% em janeiro de 2021, antes de retornar a níveis inferiores, como 2,2% em fevereiro de 2024. Essa variação indica possíveis mudanças na liquidez da empresa ou estratégias de gestão de caixa ao longo do tempo.
O investimento em curto prazo manteve-se relativamente estável, apresentando uma pequena alta na proporção do ativo total, passando de 0,41% em 2020 para 0,86% em 2025, sugerindo uma manutenção controlada de investimentos de curto prazo.
O inventário líquido de mercadorias demonstrou uma tendência de aumento percentual no ativo total, começando em aproximadamente 33,39% em 2020 e atingindo aproximadamente 40,39% em 2025. Essa elevação indica um aumento na quantidade de mercadorias em estoque, o que pode refletir estratégias de expansão ou maior demanda de mercado, embora também possa apontar para aumento de custos ou desafios na gestão de estoques.
As contas a receber não apresentam dados disponíveis na tabela para análise, limitando a avaliação de seu comportamento ao longo do período.
Os outros ativos circulantes tiveram uma redução relativa, passando de 3,2% em 2020 para 1,89% em 2025, enquanto o ativo circulante, por sua vez, apresentou uma tendência de aumento, alcançando aproximadamente 47,23% em 2025. A maior participação do ativo circulante indica um aumento na liquidez operacional, possivelmente para sustentar operações ou facilitar o crescimento da empresa.
O ativo não circulante, que compreende imóveis, investimentos de longo prazo e demais ativos de longo prazo, apresentou uma diminuição na proporção do total do ativo de 61,19% em 2020 para aproximadamente 52,77% em 2025. Notadamente, os imóveis, menos depreciação acumulada, tiveram uma redução na sua participação, chegando a 40,95% em 2025, sugerindo possível depreciação ou venda de ativos imobilizados.
Investimentos de longo prazo tiveram uma redução significativa na sua proporção em 2021, mas apresentaram leve recuperação posteriormente, atingindo 0,64% em 2025, o que pode indicar menor foco em investimentos de longo prazo ou uma política de desinvestimento.
O imposto de renda diferido manteve-se relativamente estável, demonstrando uma proporção constante no ativo total, sugerindo estabilidade nas obrigações fiscais diferidas.
Por fim, os demais ativos apresentaram pequena redução na proporção ao longo dos anos, contribuindo para a diminuição geral da participação dos ativos de longo prazo na composição do ativo total. Essa evolução indica uma possível estratégia de redução do peso de ativos de longo prazo em favor de maior liquidez e ativos circulantes, possivelmente para melhor atender às operações ou adaptar-se às condições de mercado.