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Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-02-01), 10-K (Data do relatório: 2024-02-03), 10-K (Data do relatório: 2023-01-28), 10-K (Data do relatório: 2022-01-29), 10-K (Data do relatório: 2021-01-30), 10-K (Data do relatório: 2020-02-01).
Ao analisar a evolução dos ativos ao longo do período, observa-se uma mudança significativa na composição do ativo total. Comprimentos de ativo circulante e de longo prazo apresentam tendências opostas, com o ativo circulante diminuindo de aproximadamente 51,08% para 40,92% e o ativo de longo prazo aumentando de 48,92% para 59,08%. Essa alteração sugere uma estratégia de alongamento ou reforço dos ativos de longo prazo, possivelmente visando maior investimento em ativos de natureza permanente.
Dentro do ativo circulante, há uma redução na participação de caixa e equivalentes de caixa, que recuou de 33,98% para 16,8%, indicando uma diminuição na liquidez imediata ou uma utilização de recursos líquidos em investimentos ou operações. Em contrapartida, a participação de estoques de mercadorias permaneceu relativamente estável, ao redor de 20%, mostrando estabilidade na composição do estoque em relação ao ativo total.
A parcela de contas a receber líquidas manteve-se bastante estável em torno de 1,5%, refletindo uma gestão de crédito relativamente constante. No entanto, os ativos de direito de uso de arrendamento operacional representaram uma parcela significativa do ativo, oscilando entre 29,18% e 37,52%, indicando uma ampliação dessa categoria de ativos ao longo do período, o que pode estar relacionada à adoção de operações de leasing ou arrendamentos operacionais como estratégia de gestão de ativos.
Os ativos de longo prazo também mostraram aumento na sua participação, de aproximadamente 48,92% para 59,08%, com destaque para o crescimento dos ativos de propriedade líquida ao custo, que subiram de 16,34% para 23,14%, refletindo possíveis investimentos em imóveis, melhorias ou valorização patrimonial.
Por outro lado, a parcela de despesas pré-pagas e de outros ativos circulantes manteve-se relativamente constante, cerca de 1,4% a 1,9%, indicando estabilidade na composição de itens operacionais de curto prazo. Os impostos recuperáveis apresentaram uma pequena variação mas, de forma geral, permaneceram em torno de 0,1% a 0,4% do ativo total.
- Indicadores de liquidez e composição de ativos
- Houve uma diminuição expressiva na proporção de caixa e equivalentes de caixa, enquanto os ativos de longo prazo mostraram crescimento. Essa mudança pode indicar uma locação de recursos para investimentos mais duradouros e uma redução na liquidez imediata.
- Gestão de ativos circulantes
- A estabilidade relativa dos estoques e contas a receber sugere uma continuidade na política de gestão de curto prazo, embora a queda no ativo circulante total possa indicar uma otimização de recursos ou uma estratégia de redução de liquidez disponível.
- Estratégia de ativos de longo prazo
- Aumento na participação de ativos de propriedade líquida e ativos de direito de uso de arrendamento operacional aponta para uma maior ênfase em ativos de permanência prolongada, possivelmente relacionada a melhorias operacionais ou estratégias de financiamento via arrendamento.
- Outros ativos
- O aumento nos outros ativos, de cerca de 2,67% para 4,82%, no final do período, pode refletir inclusão de novas categorias de ativos ou valorização de itens específicos, impactando a estrutura de composição total.