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Marriott International Inc. (NASDAQ:MAR)

Esta empresa foi movida para o arquivo! Os dados financeiros não são atualizados desde 11 de maio de 2020.

Estrutura do balanço: activo 

Marriott International Inc., estrutura do balanço consolidado: ativos

Microsoft Excel
31 de dez. de 2019 31 de dez. de 2018 31 de dez. de 2017 31 de dez. de 2016 31 de dez. de 2015
Caixa e equivalentes 0.90 1.33 1.60 3.55 1.58
Contas a receber, líquidas 9.52 8.98 8.28 7.01 18.04
Notas a receber, líquidas 0.04 0.03 0.03 0.01 0.10
Contas e notas a receber, líquidas 9.56% 9.00% 8.31% 7.02% 18.14%
Despesas pré-pagas e outras 1.01 1.05 0.94 0.95 1.76
Ativos mantidos para venda 1.02 0.03 0.62 2.44 1.28
Ativo circulante 12.48% 11.42% 11.47% 13.96% 22.76%
Bens e equipamentos líquidos 7.60 8.25 7.49 9.67 16.92
Marcas 23.77 24.43 24.72 26.96 3.24
Custos de aquisição de contratos e outros 10.73 10.93 12.04 11.44 20.62
Boa vontade 36.12 38.15 38.45 31.47 15.50
Ativos intangíveis 70.61% 73.51% 75.21% 69.88% 39.36%
Investimentos pelo método de equivalência patrimonial 2.30 3.09 3.09 3.02 2.71
Notas a receber, líquidas 0.47 0.53 0.59 1.01 3.54
Tributos diferidos ativos 0.61 0.72 0.39 0.48 11.05
Ativos de leasing operacional 3.54 0.00 0.00 0.00 0.00
Outros activos não correntes 2.38 2.48 1.76 1.98 3.67
Ativo não circulante 87.52% 88.58% 88.53% 86.04% 77.24%
Ativos totais 100.00% 100.00% 100.00% 100.00% 100.00%

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31).


Ao analisar a evolução dos itens financeiros ao longo dos anos, observa-se que a composição do ativo total da empresa apresenta algumas tendências distintas. Os caixas e equivalentes, por exemplo, demonstraram uma diminuição significativa em sua proporção do ativo total, passando de 3,55% em 2016 para 0,9% em 2019, indicando uma redução na liquidez de curto prazo sob a forma de disponibilidades financeiras.

Quanto às contas a receber líquidas, houve uma redução considerável entre 2015 e 2016, de 18,04% para 7,01%, seguido por um crescimento progressivo até 2019, atingindo 9,52%. Essa mudança sugere um aprimoramento na gestão de recebíveis inicialmente e, posteriormente, uma recuperação ou aumento na carteira de créditos concedidos.

As notas a receber líquidas apresentaram uma redução extremamente expressiva, de 0,1% para 0,04% do ativo total ao longo do período, reforçando uma diminuição na sua relevância relativa e possível melhoria no recebimento ou na transferência desses créditos.

As contas e notas a receber combinadas passaram de aproximadamente 18,14% em 2015 para cerca de 9,56% em 2019, indicando uma consolidação ou redução da exposição a ativos de cobrança a curto prazo de forma geral. Além disso, despesas pré-pagas e outras despesas relacionadas ao ativo circulante permaneceram relativamente estáveis, representando entre 0,95% e 1,76% do ativo total, sugerindo uma gestão eficiente desses custos.

Os ativos mantidos para venda tiveram um pico em 2016, atingindo 2,44%, mas a sua participação diminuiu significativamente em 2018 para apenas 0,03%, retornando a aproximadamente 1% em 2019, o que pode indicar a conclusão de desinvestimentos ou a não adoção de novas operações de venda de ativos.

O ativo circulante como um todo reduziu sua participação de 22,76% em 2015 para aproximadamente 12,48% em 2019, refletindo uma redução na proporção de ativos de curto prazo na composição do ativo total, possivelmente devido à concentração maior em ativos de longo prazo ou investimentos.

Os bens e equipamentos líquidos também apresentaram uma forte diminuição na sua participação, passando de 16,92% para 7,6%, indicando uma possível depreciação, venda ou consolidação de ativos físicos ao longo do período.

Observa-se que os ativos intangíveis, especialmente as marcas e a boa vontade, passaram a representar uma fatia maior do ativo total, saindo de 3,24% e 15,5% em 2015, respectivamente, e atingindo aproximadamente 23,77% e 36,12% em 2019. Essa tendência sinaliza uma valorização dos ativos intangíveis, possivelmente decorrente de aquisições, fortalecimento de marcas ou reconhecimento contábil de bons relacionamentos comerciais.

Dentro dos ativos intangíveis, a boa vontade e as marcas representam as maiores participações, indicando o peso significativo da reputação, marca e ativos relacionados à geração de valor intangível para a empresa.

Os custos de aquisição de contratos e outros parentes também tiveram uma redução proporcional, de 20,62% para 10,73%, sugerindo uma contenção de gastos relacionados à aquisição de contratos e de atividades similares ao longo do tempo.

Os ativos mantidos para leasing operacional, presentes apenas em 2018 e 2019, representam uma parcela pequena, porém de crescimento notório, impactando 3,54% do ativo total em 2019, refletindo uma possível mudança na estratégia de arrendamento ou leasing de ativos.

Nos ativos não correntes, o componente de investimentos pelo método de equivalência patrimonial manteve uma participação relativamente estável, ao redor de 3%, exceto por uma redução significativa para 2,3% em 2019, sugerindo mudanças na alocação ou avaliação desses investimentos.

Por fim, o relacionamento entre componentes de ativos de longo prazo mantém uma estrutura relativamente estável, com o ativo não circulante representando aproximadamente 87% a 88% do ativo total, consolidando-se como o principal foco do balanço patrimonial, enquanto os ativos circulantes diminuíram em sua importância relativa ao longo do período.