A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30).
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA):
- Neste período, observa-se uma tendência de crescimento consistente na rentabilidade dos ativos, que passou de 10,79% em 2020 para 12,76% em 2025. Esse aumento indica uma melhoria na eficiência da empresa em gerar lucros a partir de seus ativos, refletindo uma gestão mais eficiente no uso dos recursos disponíveis.
- Índice de alavancagem financeira:
- O índice de alavancagem financeira apresentou uma leve redução ao longo dos anos, de 2,59 em 2020 para 2,41 em 2025. Essa tendência sugere uma ligeira diminuição na dependência de financiamiento externo em relação ao patrimônio, indicando uma gestão mais conservadora na alavancagem da empresa ao longo do período analisado.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE):
- O ROE foi consistentemente elevado, variando de 28% em 2020 para um pico de 31,64% em 2022, e mantendo-se acima de 29% até 2025. Isso demonstra uma forte capacidade da empresa de gerar lucros para os seus acionistas, com uma leve estabilidade e ligeiro aumento no retorno ao longo do tempo, embora com uma pequena desaceleração após 2022.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30).
- Índice de margem de lucro líquido
- O índice apresenta uma leve variação ao longo do período, começando em 18,36% em 2020 e chegando a 18,79% em 2021, indicando uma melhora na margem de lucro. Posteriormente, há uma redução para 18,38% em 2022 e uma queda contínua para 17,87% em 2023, seguida por uma nova diminuição para 17,7% em 2024. A recuperação ocorre em 2025, com um aumento para 18,95%, superando os níveis anteriores ao período de declínio, sugerindo uma possível melhora na eficiência de rentabilidade ou controle de custos.
- Índice de giro de ativos
- Este rácio demonstra um crescimento consistente ao longo do período, indo de 0,59 em 2020 para 0,64 em 2021, e atingindo 0,68 em 2022 e 2023. Em 2024 há uma pequena elevação para 0,69, indicando uma maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Em 2025, ocorre uma ligeira redução para 0,67, mas o índice mantém-se relativamente elevado, refletindo uma tendência de aumento na produtividade dos ativos ao longo do período analisado.
- Índice de alavancagem financeira
- Há uma diminuição progressiva deste índice, que inicia em 2,59 em 2020 e reduz-se para 2,57 em 2021 e 2,52 em 2022. Em 2023, a alavancagem aumenta um pouco para 2,58, mas posteriormente diminui para 2,43 em 2024 e chega a 2,41 em 2025. Este padrão sugere uma tendência de redução no grau de endividamento ou dependência de capital de terceiros, indicando uma possível estratégia de fortalecimento da estrutura de capital ou redução do risco financeiro.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE mostra uma melhora significativa de 28% em 2020 para 30,85% em 2021, e atinge 31,64% em 2022, refletindo uma maior rentabilidade sobre o patrimônio líquido. Em 2023, a taxa diminui ligeiramente para 31,33%, e há uma redução para 29,59% em 2024, mas em 2025 volta a subir para 30,71%. Esses movimentos indicam um desempenho relativamente estável e eficiente na geração de retorno para os acionistas, com melhorias pontuais e uma leve oscilação ao longo do período.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30).
Ao analisar os dados financeiros ao longo do período, observa-se que o índice de carga tributária permaneceu relativamente estável, mantendo-se em torno de 0,8, indicando uma consistência na proporção de tributos em relação ao resultado antes dos impostos.
O rácio de encargos com juros apresentou uma leve redução de 0,97 em 2020 para 0,96 em 2024, indicando uma ligeira melhoria na relação entre os encargos financeiros com juros e o resultado operacional, refletindo potencialmente uma gestão mais eficiente do endividamento ou uma redução nos custos de juros.
O índice de margem EBIT evidenciou um crescimento gradual ao longo dos anos, passando de 22,87% em 2020 para 24,9% em 2025. Este aumento indica uma melhoria na rentabilidade operacional, sinalizando maior eficiência na geração de lucro antes de juros e impostos sobre a receita.
O índice de giro de ativos apresentou uma tendência de crescimento contínuo, passando de 0,59 em 2020 para 0,69 em 2024, antes de registrar uma leve redução para 0,67 em 2025. Essa variação sugere uma maior eficiência na utilização dos ativos ao longo do período, embora com uma pequena diminuição em 2025.
A alavancagem financeira apresentou uma redução constante, de 2,59 em 2020 para 2,41 em 2025, indicando uma tendência de menor dependência de financiamento de terceiros, o que pode refletir uma estratégia de capital mais conservadora ou uma melhoria na geração de caixa.
Por fim, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) mostrou-se bastante resiliente, com aumento de 28% em 2020 para 31,64% em 2022, sustentando-se acima de 30% nos anos seguintes. Este padrão demonstra uma forte capacidade de geração de lucros sobre o patrimônio líquido dos acionistas, mesmo com ligeiras variações ao longo do tempo.
- Resumo geral:
- Os indicadores financeiros indicam uma trajetória de melhoria na rentabilidade operacional, eficiência na utilização de ativos e redução da alavancagem financeira ao longo do período analisado. A estabilidade na carga tributária e os encargos com juros, aliados ao crescimento do ROE, refletem uma gestão financeira eficiente, capaz de manter altos níveis de retorno aos acionistas em um cenário de controle dos custos de financiamento e maior eficiência operacional.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30).
O índice de margem de lucro líquido apresentou oscilações ao longo do período de análise, iniciando em 18,36% em 2020, atingindo picos em 2021 (18,79%) e, posteriormente, diminuindo para 17,87% em 2023. Apesar dessa redução, há uma recuperação projetada para 2025, quando o índice atinge 18,95%, sugerindo uma possível melhora na eficiência operacional ou na gestão de custos.
O índice de giro de ativos demonstra uma tendência de crescimento sustentado, aumentando de 0,59 em 2020 para 0,68 em 2022 e 2023, com um leve incremento para 0,69 em 2024. Essa evolução indica uma maior eficiência no uso dos ativos para gerar receitas ao longo dos anos, embora a projeção para 2025 indique uma ligeira diminuição para 0,67, o que pode refletir uma estabilidade ou um ajuste na gestão de ativos.
Quanto à rendibilidade dos ativos (ROA), houve uma melhora contínua desde 10,79% em 2020 para 12,58% em 2022, com valores ligeiramente superiores em 2023 e uma pequena estabilização em 2024, mantendo-se em torno de 12,16%. A projeção para 2025 aponta para um aumento para 12,76%, indicando uma efetiva melhora na eficiência de geração de lucros a partir dos ativos utilizados.
De modo geral, a análise dessas métricas revela um quadro de evolução positiva na eficiência operacional e na rentabilidade da empresa, com sinais de recuperação nos índices de margem de lucro líquido e ROA, embora o índice de giro de ativos apresente alguma estabilidade e pequenas variações. Esses padrões sugerem uma gestão que, ao longo dos anos, vem buscando melhorias na utilização dos recursos e na rentabilidade, com expectativa de continuidade dessa tendência favorável até 2025.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30).
Índice de carga tributária: O índice manteve-se relativamente estável ao longo do período, apresentando uma leve redução de 0,83 em 2020 para 0,8 em 2024, indicando uma tendência de leve diminuição na carga tributária, que pode refletir melhorias na eficiência fiscal ou alterações na estrutura tributária da empresa.
Rácio de encargos com juros: Este rácio permaneceu praticamente constante, variando entre 0,97 e 0,96, demonstrando estabilidade na relação dos encargos com juros em relação às suas receitas ou EBITDA. Isso sugere um controle consistente na alavancagem financeira ou na gestão da dívida ao longo dos anos analisados.
Índice de margem EBIT: Observa-se uma tendência de crescimento nesta margem, que começou em 22,87% em 2020 e atingiu 24,9% em 2025. Este incremento indica uma melhoria na rentabilidade operacional, possivelmente resultado de maior eficiência operacional, controle de custos ou aumento na margem de lucro bruto.
Índice de giro de ativos: O índice apresenta uma tendência de aumento, passando de 0,59 em 2020 para 0,69 em 2024, com uma pequena redução para 0,67 em 2025. Esta evolução sugere uma maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receita ao longo do período, embora a ligeira diminuição em 2025 possa indicar um leve declínio na utilização ou crescimento desproporcional dos ativos em relação à receita.
Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA): O ROA apresentou crescimento constante, de 10,79% em 2020 para 12,76% em 2025. Este aumento aponta para uma melhora na capacidade da empresa de gerar lucros a partir dos seus ativos, reforçando a eficiência na gestão dos recursos investidos.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30).
O índice de carga tributária apresentou estabilidade ao longo do período analisado, mantendo-se consistentemente em torno de 0,8, o que indica uma margem constante na relação entre a carga tributária e o lucro antes dos impostos. Essa estabilidade sugere uma gestão fiscal eficiente, sem variações significativas no impacto dos impostos ao longo dos anos.
O rácio de encargos com juros também permaneceu relativamente constante, situando-se próximos de 0,97 em 2020 e apresentando uma leve redução para 0,95 em 2024, retornando a 0,96 em 2025. Ainda que pequenas variações ocorram, o indicador demonstra uma gestão reconhecida na alocação de encargos financeiros, com leve tendência de melhora ao longo do tempo, o que pode refletir uma política de endividamento mais eficiente.
O índice de margem EBIT revelou uma melhora consistente ao longo do período, passando de 22,87% em 2020 para 24,9% em 2025. Essa tendência indica um aumento na eficiência operacional e na rentabilidade antes de juros e impostos, sugerindo melhorias na gestão de custos ou maior eficiência nas operações da empresa.
Já a margem de lucro líquido exibiu maior volatilidade, embora também tenha mostrado uma leve recuperação no período final. Após alcançar 18,36% em 2020, atingiu um pico de 18,79% em 2021, declinando para 17,7% em 2024, antes de retornar a 18,95% em 2025. Esses movimentos podem refletir ajustes nos ganhos líquidos e custos não-operacionais, além de influências de fatores fiscais ou despesas não recorrentes que impactaram temporariamente a margem líquida.
Em síntese, a análise dos indicadores demonstra uma estabilidade nos encargos fiscais e financeiros, enquanto a margem EBIT cresceu de forma consistente, apontando para melhorias na eficiência operacional. Por outro lado, a margem líquida apresentou certa volatilidade, mas mostrou sinais de recuperação mais recente, indicando uma possível reversão de tendências adversas e uma postura de gestão focada na manutenção de rentabilidade adequada ao longo do tempo.