Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
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Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30).
Ao analisar os indicadores financeiros ao longo do período de cinco anos, observa-se uma tendência de aumento na proporção do patrimônio líquido em relação ao passivo total, passando de aproximadamente 38,84% em 2020 para cerca de 41,75% em 2025. Essa mudança sugere uma evolução na estrutura de capital, indicando uma maior autonomia financeira e menor alavancagem ao longo do tempo.
Os passivos totais representam aproximadamente 58% a 61% do passivo e patrimônio líquido, com uma leve redução após 2022, refletindo uma possível estratégia de fortalecimento do capital próprio. Destaca-se a diminuição do passivo circulante, que caiu de 27,32% em 2020 para 28,79% em 2025, embora apresentando flutuações ao longo do período, como uma alta de 29,59% em 2023. A dívida de longo prazo, excluindo vencimentos em um ano, mantém-se relativamente estável, entre aproximadamente 19% e 20,65%, indicando uma política de endividamento consistente.
O percentual de contas a pagar aumento de 10% para 12,16%, refletindo o crescimento do passivo em relação ao patrimônio líquido, enquanto os impostos a pagar mostram uma tendência de aumento, especialmente de 0,57% em 2020 para 0,94% em 2025, possivelmente indicando maior obrigações fiscais futuras ou variações nas atividades tributárias.
O componente de reservas de reestruturação teve retração significativa até 2022, chegando a 13%, antes de estabilizar em torno de 14%, sugerindo uma diminuição na provisão para reestruturações ou mudanças na estratégia de contingências. Outros passivos e obrigações relacionadas às reformas também diminuíram sua participação, o que pode indicar uma redução na necessidade de provisões específicas.
Os passivos derivativos e outros itens relacionados a derivativos começaram a aparecer em 2022, com aumento até 2024, indicando maior participação ou utilização de instrumentos financeiros de hedge ou financeiras derivadas.
O total do passivo manteve-se relativamente estável, situando-se em torno de 60% a 61%, evidenciando uma estabilidade na composição do passivo total em relação ao patrimônio líquido.
No que tange à composição do patrimônio líquido, destaca-se o crescimento dos lucros não distribuídos, que representam uma parcela progressivamente maior, passando de 83,05% em 2020 para 103,79% em 2025, refletindo a retenção de lucros para fortalecimento do capital de giro ou investimentos futuros.
As ações em tesouraria, que apresentaram uma forte expansão de aproximadamente -87,47% para -110,76% do passivo e patrimônio, sugerem um programa de recompra de ações contínuo, impactando a estrutura acionária e o patrimônio líquido. A participação de ações preferenciais e ordinárias permanece relativamente constante, contribuindo para a estabilidade no perfil acionário.
Por fim, o patrimônio líquido atribuível à empresa e a participação de acionistas não controladores apresentam crescimento, reforçando a posição de solvência e a valorização do capital ao longo do período avaliado.