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EOG Resources Inc. (NYSE:EOG)

Esta empresa foi movida para o arquivo! Os dados financeiros não são atualizados desde 27 de fevereiro de 2020.

Análise da DuPont: Agregação do índice de ROE, ROAe margem de lucro líquido 
Dados trimestrais

Microsoft Excel

Desagregado de ROE em dois componentes

EOG Resources Inc., decomposição de ROE (dados trimestrais)

Microsoft Excel
ROE = ROA × Índice de alavancagem financeira
31 de dez. de 2019 12.64% = 7.37% × 1.72
30 de set. de 2019 14.16% = 8.19% × 1.73
30 de jun. de 2019 17.29% = 9.98% × 1.73
31 de mar. de 2019 17.16% = 9.58% × 1.79
31 de dez. de 2018 17.66% = 10.08% × 1.75
30 de set. de 2018 26.74% = 14.74% × 1.81
30 de jun. de 2018 22.15% = 12.05% × 1.84
31 de mar. de 2018 18.96% = 10.39% × 1.83
31 de dez. de 2017 15.86% = 8.66% × 1.83
30 de set. de 2017 0.07% = 0.03% × 2.07
30 de jun. de 2017 -2.02% = -0.96% × 2.11
31 de mar. de 2017 -4.28% = -2.04% × 2.10
31 de dez. de 2016 -7.84% = -3.72% × 2.11
30 de set. de 2016 -10.50% = -4.85% × 2.17
30 de jun. de 2016 -42.50% = -19.84% × 2.14
31 de mar. de 2016 -38.91% = -18.33% × 2.12
31 de dez. de 2015 -34.96% = -16.77% × 2.08
30 de set. de 2015 = × 2.05
30 de jun. de 2015 = × 1.94
31 de mar. de 2015 = × 1.99

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).


Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
Ao longo do período analisado, observa-se uma tendência de melhora contínua na rentabilidade dos ativos após um período de resultados negativos até o início de 2016. Nos trimestres finais de 2015 e início de 2016, o ROA apresentava valores negativos expressivos, indicando prejuízos ou baixa eficiência na utilização dos ativos. A partir do primeiro trimestre de 2016, há uma recuperação consistente, com o ROA atingindo valores próximos de zero e posteriormente sinais de crescimento positivo, atingindo cerca de 14,74% no último trimestre de 2017. Nos anos seguintes, esse indicador mantém uma trajetória de estabilidade e crescimento, ficando entre aproximadamente 7% e 12%, o que sugere uma evidência de maior eficiência na geração de lucro em relação aos ativos, embora com alguma oscilação.
Índice de alavancagem financeira
Este indicador permaneceu relativamente estável ao longo do período, apresentando pequenas variações em torno de uma média próxima a 2,0. Nos primeiros anos de análise, os valores oscilaram entre aproximadamente 1,83 e 2,17, indicando uma alavancagem moderada. A partir de 2017, houve uma ligeira redução, chegando a valores próximos de 1,73, o que pode refletir um menor grau de endividamento financeiro ou uma maior captação de recursos próprios. Essa estabilidade sugere uma gestão de dívida relativamente conservadora ao longo do tempo.
Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
O ROE apresentou uma trajetória de intensa volatilidade até o início de 2016, quando exibiu valores negativos expressivos, chegando a -42,5%. Essa fase indica períodos de perdas relevantes e baixa rentabilidade para os acionistas. A partir de 2016, há uma rápida reversão dessa tendência, com valores positivos crescentes e uma melhora significativa na rentabilidade do patrimônio líquido, atingindo cerca de 26,74% no final de 2017. O indicador demonstra estabilização e manutenção de níveis mais altos nos anos seguintes, variando entre aproximadamente 12% e 22%, indicando melhorias sustentadas na rentabilidade para os acionistas ao longo do período.

Desagregado de ROE em três componentes

EOG Resources Inc., decomposição de ROE (dados trimestrais)

Microsoft Excel
ROE = Índice de margem de lucro líquido × Índice de giro de ativos × Índice de alavancagem financeira
31 de dez. de 2019 12.64% = 15.74% × 0.47 × 1.72
30 de set. de 2019 14.16% = 16.96% × 0.48 × 1.73
30 de jun. de 2019 17.29% = 19.69% × 0.51 × 1.73
31 de mar. de 2019 17.16% = 19.35% × 0.49 × 1.79
31 de dez. de 2018 17.66% = 19.79% × 0.51 × 1.75
30 de set. de 2018 26.74% = 30.90% × 0.48 × 1.81
30 de jun. de 2018 22.15% = 27.81% × 0.43 × 1.84
31 de mar. de 2018 18.96% = 26.00% × 0.40 × 1.83
31 de dez. de 2017 15.86% = 23.04% × 0.38 × 1.83
30 de set. de 2017 0.07% = 0.10% × 0.36 × 2.07
30 de jun. de 2017 -2.02% = -2.88% × 0.33 × 2.11
31 de mar. de 2017 -4.28% = -6.70% × 0.30 × 2.10
31 de dez. de 2016 -7.84% = -14.33% × 0.26 × 2.11
30 de set. de 2016 -10.50% = -17.58% × 0.28 × 2.17
30 de jun. de 2016 -42.50% = -72.18% × 0.27 × 2.14
31 de mar. de 2016 -38.91% = -61.93% × 0.30 × 2.12
31 de dez. de 2015 -34.96% = -51.66% × 0.32 × 2.08
30 de set. de 2015 = × × 2.05
30 de jun. de 2015 = × × 1.94
31 de mar. de 2015 = × × 1.99

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).


Ao analisar os dados apresentados, observa-se uma trajetória de recuperação e melhoria nos indicadores financeiros ao longo do período observado.

O índice de margem de lucro líquido apresentou valores negativos nos primeiros trimestres de 2015 e 2016, indicando prejuízos ou desafios na lucratividade da empresa nesse período. Contudo, a partir do último trimestre de 2016, há uma significativa reversão, com a margem passando a valores positivos, chegando a 26% no segundo trimestre de 2017 e mantendo-se em patamares elevados até o final de 2019. Essa tendência sugere uma forte melhora na eficiência operacional e na capacidade de gerar lucro líquida.

O índice de giro de ativos manteve-se relativamente estável, apresentando leve aumento ao longo do período. Essa estabilidade, com valores oscillando entre 0,26 e 0,51, indica uma melhora gradual na utilização dos ativos para gerar receita, refletindo uma maior eficiência operacional. Notavelmente, o índice de giro mostrou crescimento constante a partir do final de 2015, chegando a cerca de 0,51 em 2019, indicando uma maior produtividade dos ativos ao longo do tempo.

O índice de alavancagem financeira apresentou uma tendência de ligeira diminuição ao longo do período, caindo de valores próximos a 2,05 no início de 2015 para cerca de 1,72 em 2019. Essa redução na alavancagem sugere uma diminuição no uso de dívida financiando as operações, possivelmente indicando uma estratégia de fortalecimento financeiro ou uma menor dependência de financiamento externo.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) revelou um padrão de recuperação significativo após um período de valores negativos ou baixos. Desde o final de 2016, o ROE fortalecera-se, chegando a 26,74% em 2017, permanecendo em patamares elevados até 2019, com cerca de 12,64%. O aumento do ROE aponta para uma melhoria na rentabilidade dos usuários de capital próprio e uma maior eficiência na geração de valor para os acionistas ao longo do período analisado.

De modo geral, os indicadores indicam que após um período de dificuldades de lucratividade e potencial uso inadequado dos ativos, a empresa conseguiu recuperar e fortalecer sua posição financeira, melhorando sua margem de lucro, eficiência operacional e retorno sobre o patrimônio, enquanto reduzia o nível de alavancagem financeira.


Desagregado de ROE em cinco componentes

EOG Resources Inc., decomposição de ROE (dados trimestrais)

Microsoft Excel
ROE = Índice de carga tributária × Rácio de encargos com juros × Índice de margem EBIT × Índice de giro de ativos × Índice de alavancagem financeira
31 de dez. de 2019 12.64% = 0.77 × 0.95 × 21.46% × 0.47 × 1.72
30 de set. de 2019 14.16% = 0.79 × 0.95 × 22.70% × 0.48 × 1.73
30 de jun. de 2019 17.29% = 0.80 × 0.95 × 25.82% × 0.51 × 1.73
31 de mar. de 2019 17.16% = 0.80 × 0.95 × 25.45% × 0.49 × 1.79
31 de dez. de 2018 17.66% = 0.81 × 0.95 × 25.97% × 0.51 × 1.75
30 de set. de 2018 26.74% = 1.39 × 0.93 × 23.80% × 0.48 × 1.81
30 de jun. de 2018 22.15% = 1.71 × 0.90 × 18.15% × 0.43 × 1.84
31 de mar. de 2018 18.96% = 2.22 × 0.84 × 13.84% × 0.40 × 1.83
31 de dez. de 2017 15.86% = 3.91 × 0.71 × 8.35% × 0.38 × 1.83
30 de set. de 2017 0.07% = 0.18 × 0.16 × 3.27% × 0.36 × 2.07
30 de jun. de 2017 -2.02% = × × -0.82% × 0.33 × 2.11
31 de mar. de 2017 -4.28% = × × -5.86% × 0.30 × 2.10
31 de dez. de 2016 -7.84% = × × -16.68% × 0.26 × 2.11
30 de set. de 2016 -10.50% = × × -21.13% × 0.28 × 2.17
30 de jun. de 2016 -42.50% = × × -105.67% × 0.27 × 2.14
31 de mar. de 2016 -38.91% = × × -91.67% × 0.30 × 2.12
31 de dez. de 2015 -34.96% = × × -76.33% × 0.32 × 2.08
30 de set. de 2015 = × × × × 2.05
30 de jun. de 2015 = × × × × 1.94
31 de mar. de 2015 = × × × × 1.99

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).


Ao analisar os dados trimestrais apresentados, observa-se uma tendência de deterioração em diversos indicadores de rentabilidade e alavancagem financeira ao longo do período analisado.

Índice de carga tributária
Nos períodos finais, há um aumento significativo deste índice, atingindo valores elevados como 3,91. Essa escalada sugere uma maior incidência de encargos fiscais ou uma mudança na política tributária, impactando negativamente a margem de lucro líquida.
Rácio de encargos com juros
Este índice mostra uma forte subida, especialmente a partir do terceiro trimestre de 2016, atingindo 0,95 nos períodos finais. Tal aumento indica uma ampliação dos custos de financiamento, o que pode exercer pressão sobre a rentabilidade líquida da companhia.
Índice de margem EBIT
Mostra uma trajetória de queda acentuada até o final de 2016, passando de valores positivos em períodos anteriores para valores negativos e posteriormente menores. A recuperação ocorre a partir de 2017, quando a margem EBIT volta a apresentar crescimento, atingindo máximas próximas a 25% em 2018 e 2019. Essa evolução sugere melhorias na eficiência operacional após um período de dificuldades.
Índice de giro de ativos
Este índice mostra tendência de aumento ao longo do tempo, sinalizando uma maior rotatividade dos ativos e potencial eficiência na utilização dos recursos para gerar vendas ou receitas.
Índice de alavancagem financeira
O índice apresenta uma leve redução ao final do período, indicando uma tendência de diminuição do endividamento relativo ao patrimônio, o que pode refletir uma estratégia de redução do risco financeiro ou maior autonomia financeira.
Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
Este indicador demonstra uma evolução decisiva ao longo do período, passando de valores negativos até o terceiro trimestre de 2016 para valores positivos e crescentes até alcançar aproximadamente 26% em 2017. Após esse pico, há uma estabilização em torno de 17%, o que indica uma melhora consistente na rentabilidade do patrimônio, embora com sinais de estabilização nos períodos finais.

De modo geral, os dados refletem uma fase de dificuldades operacionais e financeiras até meados de 2016, seguida por uma fase de recuperação, demonstrada por melhorias na margem EBIT e no ROE. A redução da alavancagem também sugere uma adaptação ao mercado, com potencial maior foco na estabilidade financeira. A alta no encargo com juros e na carga tributária no final do período indica que, apesar dos avanços na rentabilidade, a empresa continua enfrentando desafios relacionados aos custos financeiros e fiscais.


Desagregado de ROA em dois componentes

EOG Resources Inc., decomposição de ROA (dados trimestrais)

Microsoft Excel
ROA = Índice de margem de lucro líquido × Índice de giro de ativos
31 de dez. de 2019 7.37% = 15.74% × 0.47
30 de set. de 2019 8.19% = 16.96% × 0.48
30 de jun. de 2019 9.98% = 19.69% × 0.51
31 de mar. de 2019 9.58% = 19.35% × 0.49
31 de dez. de 2018 10.08% = 19.79% × 0.51
30 de set. de 2018 14.74% = 30.90% × 0.48
30 de jun. de 2018 12.05% = 27.81% × 0.43
31 de mar. de 2018 10.39% = 26.00% × 0.40
31 de dez. de 2017 8.66% = 23.04% × 0.38
30 de set. de 2017 0.03% = 0.10% × 0.36
30 de jun. de 2017 -0.96% = -2.88% × 0.33
31 de mar. de 2017 -2.04% = -6.70% × 0.30
31 de dez. de 2016 -3.72% = -14.33% × 0.26
30 de set. de 2016 -4.85% = -17.58% × 0.28
30 de jun. de 2016 -19.84% = -72.18% × 0.27
31 de mar. de 2016 -18.33% = -61.93% × 0.30
31 de dez. de 2015 -16.77% = -51.66% × 0.32
30 de set. de 2015 = ×
30 de jun. de 2015 = ×
31 de mar. de 2015 = ×

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).


Ao analisar os dados financeiros trimestrais apresentados, observa-se uma trajetória de recuperação da margem de lucro líquido ao longo do período avaliado. No início de 2015, o índice de margem de lucro líquido apresenta valores negativos expressivos, indicando prejuízos amplos nesse período. A partir de 2016, há uma melhora gradual, com sinais de reversão da tendência deficitária, culminando em valores positivos a partir do primeiro trimestre de 2017, alcançando cerca de 30% no final de 2017 e início de 2018. Essa evolução sugere uma melhora na eficiência operacional ou na rentabilidade geral da empresa.

Em relação ao índice de giro de ativos, há uma tendência de aumento ao longo do período de análise. Embora no início de 2015 os valores não estejam disponíveis, a partir de 2016 há uma progressão contínua, atingindo cerca de 0,51 no terceiro trimestre de 2018, permanecendo relativamente estável até o final de 2019. Essa elevação indica uma maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receita, refletindo uma gestão mais otimizada dos recursos ativos.

Por sua vez, o rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) revela uma melhora significativa ao longo do período. Após valores negativos de aproximadamente -16,77% no primeiro trimestre de 2016, há uma recuperação constante, chegando a cerca de 14,74% no último trimestre de 2017. Mesmo durante o primeiro semestre de 2019, mantém-se em patamares elevados, acima de 8%. Essa tendência de aumento do ROA demonstra uma maior rentabilidade dos ativos utilizados, reforçando a percepção de melhorias na eficiência operacional e na geração de lucros a partir dos recursos ativos.


Desagregado do ROA em quatro componentes

EOG Resources Inc., decomposição de ROA (dados trimestrais)

Microsoft Excel
ROA = Índice de carga tributária × Rácio de encargos com juros × Índice de margem EBIT × Índice de giro de ativos
31 de dez. de 2019 7.37% = 0.77 × 0.95 × 21.46% × 0.47
30 de set. de 2019 8.19% = 0.79 × 0.95 × 22.70% × 0.48
30 de jun. de 2019 9.98% = 0.80 × 0.95 × 25.82% × 0.51
31 de mar. de 2019 9.58% = 0.80 × 0.95 × 25.45% × 0.49
31 de dez. de 2018 10.08% = 0.81 × 0.95 × 25.97% × 0.51
30 de set. de 2018 14.74% = 1.39 × 0.93 × 23.80% × 0.48
30 de jun. de 2018 12.05% = 1.71 × 0.90 × 18.15% × 0.43
31 de mar. de 2018 10.39% = 2.22 × 0.84 × 13.84% × 0.40
31 de dez. de 2017 8.66% = 3.91 × 0.71 × 8.35% × 0.38
30 de set. de 2017 0.03% = 0.18 × 0.16 × 3.27% × 0.36
30 de jun. de 2017 -0.96% = × × -0.82% × 0.33
31 de mar. de 2017 -2.04% = × × -5.86% × 0.30
31 de dez. de 2016 -3.72% = × × -16.68% × 0.26
30 de set. de 2016 -4.85% = × × -21.13% × 0.28
30 de jun. de 2016 -19.84% = × × -105.67% × 0.27
31 de mar. de 2016 -18.33% = × × -91.67% × 0.30
31 de dez. de 2015 -16.77% = × × -76.33% × 0.32
30 de set. de 2015 = × × ×
30 de jun. de 2015 = × × ×
31 de mar. de 2015 = × × ×

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).


Ao analisar os dados financeiros ao longo do período, verifica-se uma tendência de melhora na margem EBIT, que apresentou valores negativos expressivos até o final de 2015, atingindo o pico negativo em torno de -105.67%. A partir do início de 2016, há uma recuperação consistente, com a margem EBIT passando a números positivos, atingindo cerca de 25.97% no final de 2017. Essa evolução indica uma significativa melhora na eficiência operacional e na geração de lucro operacional ao longo do tempo.

O índice de carga tributária permaneceu relativamente baixo, especialmente até o início de 2019, quando apresentou um aumento acentuado, chegando a 3.91 em junho de 2015, para então estabilizar em torno de 0.8 a 0.8 até o final de 2018. Em 2019, observa-se um aumento expressivo nesta métrica, indicando possíveis mudanças na carga tributária ou em estratégias fiscais adotadas pela companhia.

O rácio de encargos com juros exibiu uma tendência de aumento consistente ao longo do período, partindo de valores baixos até atingir 0.95 no final de 2017 e se mantendo neste nível até o final de 2019. Este crescimento sugere um aumento na alavancagem financeira ou na carga de juros relevante sobre os passivos da entidade, o que pode impactar na margem de lucro líquida futura.

O índice de giro de ativos apresentou uma trajetória de crescimento contínuo, passando de valores abaixo de 0.3 em 2015 para aproximadamente 0.48 em 2019. Essa tendência indica uma maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receitas ao longo do tempo, refletindo uma gestão mais eficiente dos recursos de capital.

Quanto ao retorno sobre ativos (ROA), observam-se valores negativos até o início de 2016, atingindo -19.84%. Após esse ponto, há uma recuperação gradual, com o ROA atingindo cerca de 14.74% em 2018, antes de apresentar uma leve redução para aproximadamente 7.37% em setembro de 2019. Essa evolução demonstra melhorias na rentabilidade operacional, embora com some volatilidade e sinais de que a eficiência na geração de lucro sobre os ativos ainda esteja se ajustando.

De modo geral, os indicadores apontam para uma fase de transição, onde a empresa passou de uma situação financeira de forte dificuldade operacional para uma condição de maior rentabilidade e eficiência, embora com aumento dos encargos financeiros. A melhora na margem EBIT e no índice de giro de ativos indica um processo de recuperação e otimização de recursos, contrastando com o aumento das obrigações com juros, que deve ser monitorado para evitar impacto na sustentabilidade financeira futura.


Desagregação do índice de margem de lucro líquido

EOG Resources Inc., decomposição do índice de margem de lucro líquido (dados trimestrais)

Microsoft Excel
Índice de margem de lucro líquido = Índice de carga tributária × Rácio de encargos com juros × Índice de margem EBIT
31 de dez. de 2019 15.74% = 0.77 × 0.95 × 21.46%
30 de set. de 2019 16.96% = 0.79 × 0.95 × 22.70%
30 de jun. de 2019 19.69% = 0.80 × 0.95 × 25.82%
31 de mar. de 2019 19.35% = 0.80 × 0.95 × 25.45%
31 de dez. de 2018 19.79% = 0.81 × 0.95 × 25.97%
30 de set. de 2018 30.90% = 1.39 × 0.93 × 23.80%
30 de jun. de 2018 27.81% = 1.71 × 0.90 × 18.15%
31 de mar. de 2018 26.00% = 2.22 × 0.84 × 13.84%
31 de dez. de 2017 23.04% = 3.91 × 0.71 × 8.35%
30 de set. de 2017 0.10% = 0.18 × 0.16 × 3.27%
30 de jun. de 2017 -2.88% = × × -0.82%
31 de mar. de 2017 -6.70% = × × -5.86%
31 de dez. de 2016 -14.33% = × × -16.68%
30 de set. de 2016 -17.58% = × × -21.13%
30 de jun. de 2016 -72.18% = × × -105.67%
31 de mar. de 2016 -61.93% = × × -91.67%
31 de dez. de 2015 -51.66% = × × -76.33%
30 de set. de 2015 = × ×
30 de jun. de 2015 = × ×
31 de mar. de 2015 = × ×

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).


Nos períodos analisados, observa-se uma tendência de aumento no índice de carga tributária, partindo de valores próximos de zero até atingir níveis superiores a 3, sugerindo uma intensificação na carga fiscal ao longo do tempo.

Por outro lado, o rácio de encargos com juros apresenta uma trajetória de crescimento consistente, iniciando com valores baixos e atingindo aproximadamente 0,95 no último período, indicando um aumento na proporção de encargos financeiros relacionados à dívida ao longo do período analisado.

Em relação à margem EBIT, o índice revela uma forte deterioração no início do período, apresentando valores negativos consideráveis, chegando a -105.67%. Após esse pico negativo, há uma tendência de recuperação, formando uma curva de retorno ao positivo, atingindo aproximadamente 25.97% no último período, o que indica uma melhora na rentabilidade operacional antes de despesas financeiras e impostos.

Já a margem de lucro líquido mostra um comportamento semelhante. Inicialmente, apresenta valores negativos expressivos, atingindo -72.18%, refletindo prejuízo na fase inicial. A partir de determinado ponto, há uma recuperação gradual, com valores positivos que alcançam até 30.9%, finalizando em torno de 15.74%, indicando uma melhora substancial na lucratividade líquida ao longo do período analisado.

Em síntese, os dados evidenciam um quadro de dificuldades iniciais, com altas perdas operacionais e prejuízos líquidos, seguidos por um processo de recuperação ao longo do tempo, suportado por melhorias na margem EBIT e na margem líquida, apesar do aumento dos encargos de juros e da carga tributária que podem ter contribuído para o cenário de dificuldades no início e posterior recuperação da rentabilidade.