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- Balanço: ativo
- Balanço patrimonial: passivo e patrimônio líquido
- Demonstração dos fluxos de caixa
- Análise dos rácios de solvabilidade
- Análise dos rácios de actividade a longo prazo
- Índices de avaliação de ações ordinárias
- Valor presente do fluxo de caixa livre sobre o patrimônio líquido (FCFE)
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) desde 2005
- Índice de dívida sobre patrimônio líquido desde 2005
- Análise de receitas
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Demonstração de resultados
KLA Corp., itens selecionados da demonstração de resultados, tendências a longo prazo
US$ em milhares
| 12 meses encerrados | Receitas | Lucro líquido (prejuízo) atribuível ao KLA |
|---|---|---|
| 30 de jun. de 2025 | ||
| 30 de jun. de 2024 | ||
| 30 de jun. de 2023 | ||
| 30 de jun. de 2022 | ||
| 30 de jun. de 2021 | ||
| 30 de jun. de 2020 | ||
| 30 de jun. de 2019 | ||
| 30 de jun. de 2018 | ||
| 30 de jun. de 2017 | ||
| 30 de jun. de 2016 | ||
| 30 de jun. de 2015 | ||
| 30 de jun. de 2014 | ||
| 30 de jun. de 2013 | ||
| 30 de jun. de 2012 | ||
| 30 de jun. de 2011 | ||
| 30 de jun. de 2010 | ||
| 30 de jun. de 2009 | ||
| 30 de jun. de 2008 | ||
| 30 de jun. de 2007 | ||
| 30 de jun. de 2006 | ||
| 30 de jun. de 2005 |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30), 10-K (Data do relatório: 2019-06-30), 10-K (Data do relatório: 2018-06-30), 10-K (Data do relatório: 2017-06-30), 10-K (Data do relatório: 2016-06-30), 10-K (Data do relatório: 2015-06-30), 10-K (Data do relatório: 2014-06-30), 10-K (Data do relatório: 2013-06-30), 10-K (Data do relatório: 2012-06-30), 10-K (Data do relatório: 2011-06-30), 10-K (Data do relatório: 2010-06-30), 10-K (Data do relatório: 2009-06-30), 10-K (Data do relatório: 2008-06-30), 10-K (Data do relatório: 2007-06-30), 10-K (Data do relatório: 2006-06-30), 10-K (Data do relatório: 2005-06-30).
Resumo analítico dos padrões observados nos indicadores ao longo do período, destacando tendências, variações e pontos de inflexão relevantes, em uma leitura neutra e em terceira pessoa.
- Receitas
- As receitas apresentam uma trajetória de longo prazo com tendência dominante de alta, acompanhada de volatilidade nos estágios iniciais. Entre 2005 e 2009 observa-se queda relativa, com o valor próximo de 2,09 bilhões de dólares em 2005 para aproximadamente 1,52 bilhão em 2009, evidenciando um período de pressão que encerrou com recuperação parcial em 2010. A partir de 2011 ocorre um salto para cerca de 3,18 bilhões, seguido de oscilações modestas entre 2012 e 2015 (aproximadamente 2,84 a 2,93 bilhões). A partir de 2016 a tendência é de crescimento mais consistente, chegar a aproximadamente 4,57 bilhões em 2019 e evoluir a partir de 2020 com aceleração expressiva: 5,81 bilhões em 2020, 6,92 em 2021, 9,21 em 2022 e 10,50 em 2023. Em 2024 há uma ligeira retração para cerca de 9,81 bilhões, seguida de novo avanço para recorde de aproximadamente 12,16 bilhões em 2025. Em síntese, o conjunto de dados revela uma ampliação sustentada com melhorias significativas a partir de 2020, atingindo o pico de 2023 e, após uma correção em 2024, reaquece-se em 2025, sinalizando uma trajetória de crescimento robusto com maior escala ao longo do tempo.
- Lucro líquido (prejuízo) atribuível
- O lucro líquido mostra uma trajetória de melhoria gradual a partir de 2009, quando houve um ano com resultado negativo de aproximadamente 0,52 bilhão de dólares, seguido de retorno à lucratividade em 2010. De 2011 a 2012 observa-se aumento e leve oscilação, com valores entre aproximadamente 0,54 e 0,79 bilhão. Nos anos seguintes há variações entre 0,37 e 0,93 bilhão até 2017, com patamares relativamente superiores em 2016-2017. A partir de 2019 há crescimento contínuo, chegando a cerca de 1,18 bilhão em 2019, 1,22 bilhão em 2020, e um ganho expressivo a partir de 2021, atingindo aproximadamente 2,08 bilhões em 2021, 3,32 bilhões em 2022 e 3,39 bilhões em 2023. Em 2024 ocorre uma retração para aproximadamente 2,76 bilhões, antes de avançar novamente para aproximadamente 4,06 bilhões em 2025. Em conjunto, o indicador aponta para uma melhoria significativa da lucratividade a partir de 2020, com forte aceleração entre 2021 e 2023, seguida de uma breve correção em 2024 e retomada em 2025, indicando ganhos de eficiência ou de margens que acompanham o crescimento de receita em períodos mais recentes.
Balanço: ativo
| Ativo circulante | Ativos totais | |
|---|---|---|
| 30 de jun. de 2025 | ||
| 30 de jun. de 2024 | ||
| 30 de jun. de 2023 | ||
| 30 de jun. de 2022 | ||
| 30 de jun. de 2021 | ||
| 30 de jun. de 2020 | ||
| 30 de jun. de 2019 | ||
| 30 de jun. de 2018 | ||
| 30 de jun. de 2017 | ||
| 30 de jun. de 2016 | ||
| 30 de jun. de 2015 | ||
| 30 de jun. de 2014 | ||
| 30 de jun. de 2013 | ||
| 30 de jun. de 2012 | ||
| 30 de jun. de 2011 | ||
| 30 de jun. de 2010 | ||
| 30 de jun. de 2009 | ||
| 30 de jun. de 2008 | ||
| 30 de jun. de 2007 | ||
| 30 de jun. de 2006 | ||
| 30 de jun. de 2005 |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30), 10-K (Data do relatório: 2019-06-30), 10-K (Data do relatório: 2018-06-30), 10-K (Data do relatório: 2017-06-30), 10-K (Data do relatório: 2016-06-30), 10-K (Data do relatório: 2015-06-30), 10-K (Data do relatório: 2014-06-30), 10-K (Data do relatório: 2013-06-30), 10-K (Data do relatório: 2012-06-30), 10-K (Data do relatório: 2011-06-30), 10-K (Data do relatório: 2010-06-30), 10-K (Data do relatório: 2009-06-30), 10-K (Data do relatório: 2008-06-30), 10-K (Data do relatório: 2007-06-30), 10-K (Data do relatório: 2006-06-30), 10-K (Data do relatório: 2005-06-30).
Este texto apresenta uma síntese analítica sobre a evolução dos ativos circulantes e dos ativos totais ao longo do período, com foco em padrões de crescimento, variações cíclicas e pontos de inflexão relevantes. Os valores estão expressos em milhares de USD, o que permite interpretar as magnitudes em termos absolutos ao longo das duas linhas de ativos.
- Ativo circulante
- A trajetória inicial mostra queda entre 2005 e 2009, passando de aproximadamente 3,20 bilhões para 2,40 bilhões de USD. A partir de 2010 há recuperação, atingindo cerca de 3,68 bilhões em 2011 e aproximando-se de 4,59 bilhões em 2014. Em 2015 e 2016 ocorre uma leve retração, situando-se próximo de 3,90 bilhões, seguida de nova recuperação a partir de 2017. A série apresenta growth mais acelerado a partir de 2020, com aumentos consecutivos até 2025, quando o ativo circulante chega a aproximadamente 10,70 bilhões de USD. Em termos relativos, a participação do ativo circulante na composição total oscila ao longo do tempo, sendo mais elevada nos anos intermediários (perto de 0,8 em 2014 e 2015) e recuando próximo de 0,51 em 2020, até estabilizar em torno de 0,66 em 2025. Esse comportamento sugere uma mudança gradual na composição do ativo, com ganho substancial de liquidez e/ou de ativos de curto prazo exigidos para sustentar o crescimento.
- Ativos totais
- Inicia-se em aproximadamente 3,99 bilhões de USD em 2005, com leve elevação até 2008 (pontos próximos de 4,85 bilhões). Em 2009 ocorre queda para aproximadamente 3,61 bilhões. Entre 2010 e 2014 há recuperação constante, chegando a cerca de 5,54 bilhões. Em 2015 e 2016 observa-se nova retração para aproximadamente 4,83–4,96 bilhões, seguida de recuperação gradual em 2017–2018. Um salto significativo ocorre entre 2018 e 2019, quando os ativos totais sobem para aproximadamente 9,01 bilhões de USD, prosseguindo com crescimento contínuo até 2025, atingindo cerca de 16,07 bilhões. A participação de ativos circulantes na composição total sofreu queda acentuada em 2019 (aproximadamente 0,48) e vem se recuperando desde então, chegando a aproximadamente 0,66 em 2025. O padrão geral aponta para uma expansão robusta do conjunto de ativos, com um ponto de inflexão claro em torno de 2019, indicando aumentos expressivos na base de ativos não circulantes que contribuíram para o crescimento agregado.
Balanço patrimonial: passivo e patrimônio líquido
KLA Corp., itens selecionados do passivo e do patrimônio líquido, tendências a longo prazo
US$ em milhares
| Passivo circulante | Total do passivo | Endividamento total | Total do patrimônio líquido do KLA | |
|---|---|---|---|---|
| 30 de jun. de 2025 | ||||
| 30 de jun. de 2024 | ||||
| 30 de jun. de 2023 | ||||
| 30 de jun. de 2022 | ||||
| 30 de jun. de 2021 | ||||
| 30 de jun. de 2020 | ||||
| 30 de jun. de 2019 | ||||
| 30 de jun. de 2018 | ||||
| 30 de jun. de 2017 | ||||
| 30 de jun. de 2016 | ||||
| 30 de jun. de 2015 | ||||
| 30 de jun. de 2014 | ||||
| 30 de jun. de 2013 | ||||
| 30 de jun. de 2012 | ||||
| 30 de jun. de 2011 | ||||
| 30 de jun. de 2010 | ||||
| 30 de jun. de 2009 | ||||
| 30 de jun. de 2008 | ||||
| 30 de jun. de 2007 | ||||
| 30 de jun. de 2006 | ||||
| 30 de jun. de 2005 |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30), 10-K (Data do relatório: 2019-06-30), 10-K (Data do relatório: 2018-06-30), 10-K (Data do relatório: 2017-06-30), 10-K (Data do relatório: 2016-06-30), 10-K (Data do relatório: 2015-06-30), 10-K (Data do relatório: 2014-06-30), 10-K (Data do relatório: 2013-06-30), 10-K (Data do relatório: 2012-06-30), 10-K (Data do relatório: 2011-06-30), 10-K (Data do relatório: 2010-06-30), 10-K (Data do relatório: 2009-06-30), 10-K (Data do relatório: 2008-06-30), 10-K (Data do relatório: 2007-06-30), 10-K (Data do relatório: 2006-06-30), 10-K (Data do relatório: 2005-06-30).
- Resumo agregado
- O conjunto de séries evidencia uma evolução de financiamento com aumento gradual de longo prazo no total de passivos e no endividamento, acompanhado por variações relevantes no patrimônio líquido. O passivo circulante cresce de aproximadamente 0,93 bilhão de USD em 2005 para aproximadamente 4,09 bilhões em 2025, com pico próximo de 4,66 bilhões em 2024. O passivo total segue uma trajetória ainda mais acelerada, passando de cerca de 0,93 bilhão em 2005 para aproximadamente 11,38 bilhões em 2025, com pico de cerca de 12,07 bilhões em 2024. O endividamento total registra ausência de dados iniciais até 2008 e, a partir de 2016, acelera significativamente, atingindo patamares entre 3,19 bilhões (2016) e 6,66 bilhões (2023), com serviços de dívida mantendo-se elevados em 2024-2025. O patrimônio líquido mostra crescimento até 2014 (aprox. 3,67 bilhões) seguido de queda expressiva em 2015 (aprox. 0,42 bilhão), recuperação entre 2016 e 2021, novo recuo em 2022 e forte recuperação de 2023 a 2025, alcançando aproximadamente 4,69 bilhões em 2025. O conjunto sugere maior alavancagem ao longo do período, com episodicamente alta volatilidade do capital próprio, possivelmente associada a lucros retidos, entradas de capital ou reestruturação de ativos durante o tempo analisado.
- Passivo circulante
- O passivo circulante demonstra uma tendência de crescimento ao longo do período, partindo de cerca de 0,93 bilhão de USD em 2005 e ampliando-se para aproximadamente 4,09 bilhões em 2025, com pico de cerca de 4,66 bilhões em 2024. Observa-se volatilidade no início (2005–2009), seguida por uma trajetória de alta mais estável a partir de 2010, com movimentos expressivos em 2017–2019 e acentuação em 2024. O padrão indica maior necessidade de financiamento de curto prazo para sustentar o crescimento operacional, refletindo uma composição de obrigações de curto prazo ou linhas de crédito mais utilizadas ao longo do tempo.
- Total do passivo
- O total de passivos apresenta uma expansão mais agressiva do que o passivo circulante, subindo de aproximadamente 0,93 bilhão de USD em 2005 para cerca de 11,38 bilhões de USD em 2025, com picos próximos de 12,07 bilhões em 2024. Saltos relevantes aparecem já em 2008, com aumento adicional em 2015 para 4,40 bilhões, e novos aumentos substanciais entre 2019 e 2024, atingindo máximas em 2024 e mantendo grandes níveis em 2025. Esse comportamento aponta para uma estratégia de financiamento mais robusta, possivelmente apoiada por aquisições, expansão de ativos ou reestruturação da base de passivos.
- Endividamento total
- O indicador apresenta ausência de dados até 2008, entrando em 2009 com 0,745 bilhão de USD (em milhares). A partir de 2016 ocorre aceleração relevante, com valores entre 3,19 e 6,66 bilhões ao longo de 2016–2023. Os picos ocorrem em 2023 (aprox. 6,66 bilhões), permanecendo elevados em 2024 e 2025 na faixa de 5,89–6,63 bilhões. A trajetória evidencia uma mudança estrutural no perfil de endividamento a partir de 2016, sugerindo maior utilização de dívida para sustentar o crescimento, seguida de fases de refinanciamento ou ajustes de crédito nos anos seguintes.
- Total do patrimônio líquido
- O patrimônio líquido cresce de 2005 a 2014, passando de aproximadamente 3,05 bilhões para cerca de 3,67 bilhões, antes de sofrer queda acentuada em 2015 para aproximadamente 0,42 bilhão. A recuperação ocorre entre 2016 e 2021, com níveis entre ~0,69 e ~3,38 bilhões, seguida de nova queda em 2022 para ~1,40 bilhão. A partir de 2023 há recuperação contínua, atingindo aproximadamente 4,69 bilhões em 2025. Esse comportamento indica ciclos de ganhos retidos e variações de capital próprio, com forte reversão de saldo a partir de 2023, após uma fase de retração em 2022.
Demonstração dos fluxos de caixa
KLA Corp., itens selecionados da demonstração de fluxo de caixa, tendências a longo prazo
US$ em milhares
| 12 meses encerrados | Caixa líquido fornecido pelas atividades operacionais | Caixa líquido (utilizado em) fornecido pelas atividades de investimento | Caixa líquido utilizado nas atividades de financiamento |
|---|---|---|---|
| 30 de jun. de 2025 | |||
| 30 de jun. de 2024 | |||
| 30 de jun. de 2023 | |||
| 30 de jun. de 2022 | |||
| 30 de jun. de 2021 | |||
| 30 de jun. de 2020 | |||
| 30 de jun. de 2019 | |||
| 30 de jun. de 2018 | |||
| 30 de jun. de 2017 | |||
| 30 de jun. de 2016 | |||
| 30 de jun. de 2015 | |||
| 30 de jun. de 2014 | |||
| 30 de jun. de 2013 | |||
| 30 de jun. de 2012 | |||
| 30 de jun. de 2011 | |||
| 30 de jun. de 2010 | |||
| 30 de jun. de 2009 | |||
| 30 de jun. de 2008 | |||
| 30 de jun. de 2007 | |||
| 30 de jun. de 2006 | |||
| 30 de jun. de 2005 |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30), 10-K (Data do relatório: 2019-06-30), 10-K (Data do relatório: 2018-06-30), 10-K (Data do relatório: 2017-06-30), 10-K (Data do relatório: 2016-06-30), 10-K (Data do relatório: 2015-06-30), 10-K (Data do relatório: 2014-06-30), 10-K (Data do relatório: 2013-06-30), 10-K (Data do relatório: 2012-06-30), 10-K (Data do relatório: 2011-06-30), 10-K (Data do relatório: 2010-06-30), 10-K (Data do relatório: 2009-06-30), 10-K (Data do relatório: 2008-06-30), 10-K (Data do relatório: 2007-06-30), 10-K (Data do relatório: 2006-06-30), 10-K (Data do relatório: 2005-06-30).
- Visão geral da geração de caixa operacional ao longo do período
- Os valores mostram uma trajetória de recuperação e expansão na geração de caixa operativa ao longo do tempo, com volatilidade nos anos iniciais e uma ascensão pronunciada a partir de 2020. Entre 2005 e 2009 houve oscilações relevantes, chegando a um mínimo de 195.684 mil US$ em 2009. De 2010 a 2013 ocorre recuperação gradual, atingindo 941.617 mil US$ em 2012, com manutenção próxima de esse patamar em 2013. Em 2014 a 2016 há retração relativa (778.886 mil US$ em 2014; 605.906 mil em 2015; 759.696 mil em 2016), seguida por uma escalada consistente a partir de 2017, alcançando 1.079.665 mil em 2017, 1.229.120 mil em 2018 e 1.152.632 mil em 2019. A partir de 2020 ocorre um forte impulso, com 1.778.850 mil em 2020, aumentando para 2.185.026 mil em 2021, 3.312.702 mil em 2022, 3.669.805 mil em 2023, recuando para 3.301.575 mil em 2024 e atingindo 4.081.903 mil em 2025. Em síntese, o padrão indica melhoria gradual ao longo da primeira metade da década e, especialmente, uma aceleração expressiva a partir de 2020, com patamares significativamente superiores aos observados no início do período, ainda que com uma leve correção em 2024 em relação a 2023.
- Perfil do fluxo líquido utilizado em atividades de investimento
- O fluxo de caixa líquido utilizado em atividades de investimento apresenta uma dominância de saídas ao longo da maior parte do período, com algumas exceções de entradas pontuais. Nos anos iniciais, há variações entre entradas e saídasúteis: 2005 (-158.068 mil) e 2006 (+225.070 mil) e 2008 (+52.499 mil) sugerem liquidação de investimentos ou recebimento de ativos. A maior entrada ocorre em 2015 (+918.221 mil), apontando possível venda de ativos significativos ou recebimento de desinvestimentos. A partir de 2019 observa-se uma reversão para fortes saídas, com -1.180.982 mil em 2019, mantendo-se em território negativo elevado nos anos seguintes (-258.874 mil em 2020; -500.404 mil em 2021; -876.458 mil em 2022; -482.571 mil em 2023; -1.476.985 mil em 2024). Em 2025 o fluxo permanece negativo (-202.481 mil), indicando continuidade de investimentos de maior magnitude ou menor retorno de desinvestimentos. Em síntese, há uma transição de momentos de liquidez advinda de desinvestimentos pontuais para um padrão dominante de saídas de caixa com investimentos de maior magnitude a partir de 2019, refletindo foco contínuo em ativos de longo prazo e expansões de capacidade.
- Perfil do fluxo líquido utilizado nas atividades de financiamento
- O fluxo de caixa líquido utilizado em atividades de financiamento permanece negativo ao longo de todo o período, indicando saída de caixa associada a atividades de financiamento. Os valores oscilam entre aproximadamente -81.069 mil em 2005 e -84.959 mil em 2006, com queda mais pronunciada em 2007 (-633.227 mil) e 2008 (-318.938 mil). Entre 2009 e 2014, os valores variam entre aproximadamente -299.117 mil e -458.887 mil, mantendo um cenário de recebimento líquido de caixa reduzido. Em 2015 observa-se o maior endurecimento do fluxo de financiamento, com -1.302.972 mil, seguido por novos patamares de alta pressão em 2018 (-1.270.103 mil) e nos anos subsequentes (-360.005 mil em 2019; -1.299.635 mil em 2020; -1.497.881 mil em 2021; -2.257.005 mil em 2022; -2.830.289 mil em 2023; -1.776.017 mil em 2024; -3.785.687 mil em 2025). Esse comportamento sugere incrementos significativos em atividades de financiamento (por exemplo, pagamentos de dívidas, recompras de ações ou distribuição de dividendos) ao longo do tempo, resultando em saída contínua de caixa mesmo diante de fortes entradas operacionais nos anos mais recentes.
- Síntese analítica das relações entre as séries
- Em conjunto, as três séries indicam uma dinâmica em que a geração de caixa procedente de operações tornou-se a principal fonte de liquidez a partir de 2020, apoiando o aumento de ativos ou investimentos significativos, conforme observado nos fluxos de investimento com saídas expressivas a partir de 2019. O financiamento, por sua vez, representa uma saída de caixa contínua e crescente ao longo do período, com picos notáveis a partir de 2015 e nos anos de 2020-2025, sugerindo que o financiamento exigiu maior capital externo ou interno para sustentar o crescimento e as estratégias de investimento. A posição de caixa líquida ao longo do período dependeria do saldo inicial e de eventuais variações no saldo de caixa não refletidas nas três linhas, mas, com base nesses componentes, a trajetória recente aponta para maior geração operacional, captação de recursos via financiamento e intensidade de investimentos, mantendo a liquidez sob pressão por parte do financiamento nos últimos anos.
Dados por compartilhamento
| 12 meses encerrados | Lucro básico por ação1 | Lucro diluído por ação2 | Dividendo por ação3 |
|---|---|---|---|
| 30 de jun. de 2025 | |||
| 30 de jun. de 2024 | |||
| 30 de jun. de 2023 | |||
| 30 de jun. de 2022 | |||
| 30 de jun. de 2021 | |||
| 30 de jun. de 2020 | |||
| 30 de jun. de 2019 | |||
| 30 de jun. de 2018 | |||
| 30 de jun. de 2017 | |||
| 30 de jun. de 2016 | |||
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| 30 de jun. de 2010 | |||
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| 30 de jun. de 2007 | |||
| 30 de jun. de 2006 | |||
| 30 de jun. de 2005 |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30), 10-K (Data do relatório: 2019-06-30), 10-K (Data do relatório: 2018-06-30), 10-K (Data do relatório: 2017-06-30), 10-K (Data do relatório: 2016-06-30), 10-K (Data do relatório: 2015-06-30), 10-K (Data do relatório: 2014-06-30), 10-K (Data do relatório: 2013-06-30), 10-K (Data do relatório: 2012-06-30), 10-K (Data do relatório: 2011-06-30), 10-K (Data do relatório: 2010-06-30), 10-K (Data do relatório: 2009-06-30), 10-K (Data do relatório: 2008-06-30), 10-K (Data do relatório: 2007-06-30), 10-K (Data do relatório: 2006-06-30), 10-K (Data do relatório: 2005-06-30).
1, 2, 3 Dados ajustados para desdobramentos e dividendos de ações.
O desempenho financeiro analisado revela uma trajetória de crescimento expressivo na rentabilidade por ação, apesar de períodos de volatilidade inicial.
- Evolução do Lucro por Ação
- Observou-se uma estabilidade relativa entre 2005 e 2008, seguida por uma retração severa em 2009, quando o lucro básico e diluído tornaram-se negativos. A recuperação iniciou-se em 2010, mantendo-se em patamares moderados até 2015. A partir de 2016, houve uma aceleração acentuada no crescimento, com o lucro básico saltando de 0,45 dólares para 3,05 dólares em 2025. Nota-se uma breve redução em 2024, seguida por uma forte recuperação no período final.
- Análise de Dividendos
- A política de distribuição de dividendos apresenta uma tendência de alta consistente ao longo do período. Entre 2005 e 2014, o crescimento foi gradual. Em 2015, registrou-se um aumento atípico e pontual para 1,85 dólares, retornando ao padrão de crescimento orgânico no ano seguinte. Desde 2016, os dividendos por ação subiram de forma constante, evoluindo de 0,21 dólares para 0,68 dólares em 2025.
- Correlação entre Lucratividade e Distribuição
- Há uma correlação positiva entre a expansão dos lucros diluídos e o aumento dos dividendos. O crescimento robusto da rentabilidade observado a partir de 2016 sustentou a elevação progressiva dos repasses aos acionistas, indicando a conversão da maior lucratividade em retornos diretos.
A análise dos indicadores aponta para a consolidação de uma fase de alta rentabilidade e expansão da capacidade de distribuição de dividendos nas últimas duas décadas.