Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
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Aceitamos:
Edwards Lifesciences Corp., estrutura do balanço patrimonial consolidado: passivo e patrimônio líquido (dados trimestrais)
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-03-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31).
Ao analisar as tendências dos componentes do passivo e patrimônio líquido ao longo dos períodos, observa-se uma estabilidade relativa na composição do passivo total, com variações moderadas nas proporções relativas de seus itens. Notavelmente, o passivo de longo prazo mantém uma participação aproximada de 20% a 30%, sugerindo uma gestão equilibrada entre dívidas de curto e longo prazo.
Há uma redução significativa na participação do passivo circulante entre o segundo semestre de 2017 e o primeiro semestre de 2018, passando de cerca de 24,63% para aproximadamente 22,57%, seguida por estabilizações próximas de 11% a 13%, indicando uma possível redução ou alongamento das obrigações de curto prazo. Dados posteriores reforçam essa tendência de estabilização na estrutura do passivo circulante, com valores próximos de 12% a 13% do passivo total.
A dívida de longo prazo apresenta uma diminuição relativa ao longo do período, saindo de aproximadamente 17,74% em março de 2017 para cerca de 7% na última coleta de dados em dezembro de 2021. Essa redução pode refletir uma estratégia de alongamento de dívidas ou de redução do endividamento de longo prazo.
Os passivos de contraprestação contingente apresentam uma tendência de diminuição percentual, começando em aproximadamente 4% em março de 2017 e reduzindo-se para menos de 1% ao final do período, indicando uma possível resolução ou mitigação de tais passivos ao longo do tempo.
Por outro lado, elementos específicos como os impostos a pagar e outras perdas abrangentes acumuladas exibem variações ao longo do tempo, com o percentual de impostos a pagar chegando a aproximadamente 2,2% no último período, enquanto posições fiscais incertas variam entre 2,35% e 3,11%, sugerindo manutenção de certas contingências fiscais ao longo do período.
Os ativos patrimoniais, como o patrimônio líquido, demonstram um aumento contínuo, passando de aproximadamente 57,37% em março de 2017 para cerca de 68% na última medição. Tal crescimento é suportado por aumentos nos lucros não distribuídos, que saltaram de aproximadamente 35,8% em 2017 para mais de 70% no final de 2021, indicando uma estratégia de retenção de lucros e reforço do patrimônio da empresa.
As ações em tesouraria mostram uma tendência de redução, de uma alta negativa de aproximadamente 55,9% em março de 2017 para valores próximos de -28% na última avaliação, sinalizando uma recompra de ações, o que pode refletir estratégias de redução de capital ou de valorização do valor por ação.
Por fim, o componente relacionado às ações ordinárias mantém uma participação relativamente constante na estrutura do passivo e patrimônio líquido, geralmente próxima de 3% a 9%, com uma leve ampliação na última data. E quanto às demais contas, como capital adicional realizado, continuam representando aproximadamente um quinto do passivo total, com pequenas oscilações ao longo do tempo. Vale destacar que o total do passivo como porcentagem do passivo e patrimônio líquido permaneceu próximo de 30% a 42%, indicando uma estabilidade geral na composição da estrutura de financiamento da empresa.