A composição dos ativos apresenta uma tendência de crescimento gradual na representatividade do ativo circulante, que evoluiu de patamares próximos a 22% no final de 2021 para aproximadamente 31% no início de 2025, antes de recuar para 25,42% no primeiro trimestre de 2026.
Ativos Circulantes
As contas a receber líquidas demonstraram um aumento consistente, partindo de 8,99% em março de 2021 e atingindo o pico de 13,67% em setembro de 2025. O inventário seguiu trajetória semelhante, com crescimento sustentado de 7,04% para 11,44% no mesmo período, indicando maior retenção de estoques e créditos a receber ao longo dos anos.
O numerário e os investimentos de curto prazo exibiram alta volatilidade. Destaca-se um pico atípico de numerário em março de 2025, atingindo 4,53% do total do ativo, enquanto os investimentos de curto prazo, que chegaram a representar 5,52% em dezembro de 2023, declinaram acentuadamente para 0,34% em março de 2026.
Ativos Não Circulantes
A boa vontade consolidou-se como a parcela mais significativa do ativo total, embora tenha apresentado uma leve tendência de queda, movendo-se de 40,37% em março de 2021 para a faixa de 38% nos períodos mais recentes.
Os demais ativos incorpóreos apresentaram declínio contínuo, caindo de 13,86% para 12,25% entre 2021 e 2025, porém registraram um salto expressivo para 20,44% em março de 2026.
O imobilizado líquido manteve estabilidade relativa, orbitando entre 8% e 10% da estrutura de ativos, com uma redução para 8,3% no fechamento do período analisado.
No último trimestre reportado, em março de 2026, observa-se uma alteração na estrutura patrimonial, caracterizada pela redução do imobilizado bruto para 18,73% e do ativo circulante para 25,42%, concomitante ao aumento expressivo dos ativos incorpóreos.