A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31).
A análise dos dados trimestrais revela tendências distintas nos indicadores de rentabilidade e endividamento. O Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) apresentou uma trajetória descendente ao longo do período analisado. Observa-se um valor inicial de 9.44% no primeiro trimestre de 2016, com um pico de 10.36% no segundo trimestre do mesmo ano, seguido por uma redução consistente, atingindo 0.76% no quarto trimestre de 2017. A partir desse ponto, o ROA demonstra uma leve recuperação, mas permanece em patamares inferiores aos observados no início do período, finalizando em 1.14% no quarto trimestre de 2019.
O Índice de Alavancagem Financeira exibiu uma relativa estabilidade entre o primeiro trimestre de 2016 e o quarto trimestre de 2018, variando entre 1.88 e 3.06. No entanto, a partir do primeiro trimestre de 2019, o índice demonstra uma tendência de declínio, com uma redução mais acentuada no terceiro e quarto trimestres, atingindo 1.69 no quarto trimestre de 2019. Essa diminuição sugere uma redução no nível de endividamento da entidade.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) apresentou um comportamento similar ao do ROA, com uma queda significativa ao longo do tempo. Iniciando em 25.24% no primeiro trimestre de 2016, o ROE experimentou um declínio acentuado, atingindo 1.22% no quarto trimestre de 2019. A redução é mais expressiva entre o segundo trimestre de 2016 e o quarto trimestre de 2017, indicando uma diminuição na capacidade de gerar lucro a partir do capital próprio.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Demonstra uma tendência geral de declínio, com uma leve recuperação no final do período, mas permanecendo em níveis inferiores aos iniciais.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Apresenta estabilidade inicial seguida de uma redução a partir do primeiro trimestre de 2019, indicando menor endividamento.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Exibe uma queda significativa e consistente ao longo do período, refletindo uma diminuição na rentabilidade do capital próprio.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O índice de margem de lucro líquido apresentou flutuações significativas, iniciando em 13.71% e atingindo um pico de 18.31%, seguido por uma redução gradual e acentuada para 1.41%, com uma leve recuperação posterior para 2.31%. Essa volatilidade sugere sensibilidade a fatores externos ou mudanças internas na estrutura de custos e precificação.
O índice de giro de ativos demonstrou uma tendência de declínio inicial, com valores variando entre 0.69 e 0.57, seguido por uma ligeira recuperação para 0.64. No entanto, observou-se uma queda expressiva para 0.28, com posterior recuperação para 0.92, antes de retornar a um valor de 0.31. Essa variação indica mudanças na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira apresentou uma trajetória de aumento inicial, passando de 2.67 para 3.06, seguido por um período de estabilidade e declínio gradual para 1.69. Essa redução pode indicar uma estratégia de diminuição do endividamento ou uma alteração na estrutura de capital.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) exibiu um padrão similar ao índice de margem de lucro líquido, com um declínio acentuado de 25.24% para 1.22%. A queda mais expressiva ocorreu entre 2016 e 2017, com uma recuperação parcial em 2018 e 2019, mas sem atingir os níveis iniciais. Essa redução no ROE pode ser atribuída à combinação de fatores, incluindo a diminuição da margem de lucro líquido e a variação no índice de giro de ativos.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Demonstra alta volatilidade, com um declínio significativo ao longo do período.
- Índice de Giro de Ativos
- Apresenta flutuações consideráveis, indicando mudanças na eficiência operacional.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Mostra uma tendência inicial de aumento seguida por um declínio gradual.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Exibe um declínio acentuado, refletindo a combinação de fatores que afetam a rentabilidade.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com valores inicialmente ascendentes, atingindo o pico de 1,0 no último trimestre de 2016, seguido por uma queda significativa e posterior estabilização em torno de 0,7 no início de 2019, com um leve aumento no final do período.
O rácio de encargos com juros demonstra uma relativa estabilidade entre 2016 e 2017, com valores próximos de 0,8. No entanto, há uma redução acentuada no final de 2017, seguida por uma recuperação parcial e nova queda no final de 2019.
O índice de margem EBIT apresenta uma variação considerável. Após um período de crescimento em 2016, observa-se uma diminuição expressiva em 2017, com um ponto baixo no último trimestre. A margem demonstra uma recuperação modesta em 2018, seguida por uma nova queda em 2019, embora com um leve aumento no último trimestre.
O índice de giro de ativos exibe uma tendência de declínio ao longo do período, com uma queda notável a partir do terceiro trimestre de 2017. Apesar de uma recuperação no terceiro trimestre de 2019, os valores permanecem abaixo dos observados no início do período analisado.
O índice de alavancagem financeira demonstra uma tendência geral de redução ao longo do tempo. Os valores, inicialmente superiores a 2,6, diminuem gradualmente, estabilizando-se em torno de 1,7 no final do período.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) apresenta a maior volatilidade entre os indicadores analisados. Após um período de alta performance em 2016 e 2017, o ROE sofre uma queda drástica em 2017, com uma recuperação parcial em 2018, seguida por uma nova diminuição em 2019, atingindo o menor valor do período.
- Índice de carga tributária
- Apresenta flutuações significativas, com um pico em 2016 e posterior declínio.
- Rácio de encargos com juros
- Demonstra estabilidade inicial, seguida por redução e recuperação parcial.
- Índice de margem EBIT
- Exibe alta volatilidade, com queda acentuada em 2017 e recuperação modesta.
- Índice de giro de ativos
- Apresenta tendência de declínio ao longo do período.
- Índice de alavancagem financeira
- Demonstra redução gradual ao longo do tempo.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Apresenta a maior volatilidade, com queda drástica em 2017 e posterior declínio.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31).
A análise dos dados trimestrais revela tendências distintas em relação à rentabilidade e eficiência operacional. O índice de margem de lucro líquido apresentou flutuações significativas ao longo do período. Observou-se um aumento de 13.71% no primeiro trimestre de 2016 para 18.31% no segundo trimestre, seguido por uma diminuição gradual até atingir 2.34% no quarto trimestre de 2017. Nos trimestres subsequentes, a margem de lucro líquido demonstrou alguma recuperação, mas permaneceu em níveis relativamente baixos, com uma nova queda no quarto trimestre de 2019.
O índice de giro de ativos exibiu uma trajetória diferente. Inicialmente, manteve-se relativamente estável entre 0.57 e 0.64 de meados de 2016 até o primeiro trimestre de 2017. No entanto, houve uma queda acentuada para 0.28 no segundo trimestre de 2017, com uma recuperação parcial nos trimestres seguintes, atingindo 0.47 no quarto trimestre de 2018. O último trimestre analisado (dezembro de 2019) registrou um valor de 0.31, indicando uma menor eficiência na utilização dos ativos.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou a tendência do índice de margem de lucro líquido, com um pico de 10.36% no segundo trimestre de 2016 e uma subsequente diminuição. O ROA atingiu o ponto mais baixo de 0.76% no segundo trimestre de 2017, refletindo a redução na rentabilidade dos ativos. Houve uma melhora gradual nos trimestres seguintes, mas o ROA permaneceu abaixo dos níveis iniciais, terminando em 0.72% no quarto trimestre de 2019.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Demonstra uma volatilidade considerável, com picos iniciais seguidos por uma tendência de declínio e recuperação limitada.
- Índice de Giro de Ativos
- Apresenta uma queda significativa em 2017, sugerindo uma menor eficiência na utilização dos ativos, com recuperação parcial nos períodos seguintes.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- Segue a tendência do índice de margem de lucro líquido, indicando uma diminuição na rentabilidade dos ativos ao longo do período analisado.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação considerável no índice de carga tributária, com um aumento notável no final de 2016 e início de 2017, seguido por uma diminuição progressiva até o final de 2019, indicando possíveis alterações na estrutura tributária ou estratégias de planejamento fiscal.
O rácio de encargos com juros demonstra uma relativa estabilidade entre 2016 e 2017, com valores consistentemente próximos de 0.8. Contudo, verifica-se uma redução significativa a partir de 2017, mantendo-se em patamares inferiores, o que pode sugerir uma diminuição do endividamento ou uma renegociação de condições de crédito.
O índice de margem EBIT apresenta uma variação expressiva. Após um período de crescimento em 2016, houve uma queda acentuada no final desse ano, seguida de recuperação parcial em 2017. Em 2018 e 2019, a margem demonstra uma tendência de melhora, embora com flutuações trimestrais.
O índice de giro de ativos exibe um comportamento irregular. Inicialmente, os valores se mantêm relativamente estáveis, mas em 2017 ocorre uma queda substancial, indicando uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Observa-se uma recuperação em 2018, seguida de uma nova queda em 2019.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência do índice de margem EBIT, com uma diminuição significativa em 2016 e 2017. A partir de 2018, o ROA demonstra uma recuperação gradual, embora com variações trimestrais, refletindo a capacidade da entidade em gerar lucro a partir de seus ativos.
- Índice de carga tributária
- Apresenta alta volatilidade, com picos e quedas ao longo do período, sugerindo mudanças na carga tributária ou estratégias de otimização fiscal.
- Rácio de encargos com juros
- Demonstra uma tendência de queda a partir de 2017, indicando possível redução do endividamento ou melhores condições de crédito.
- Índice de margem EBIT
- Exibe flutuações significativas, com uma queda acentuada em 2016 e recuperação parcial nos anos seguintes.
- Índice de giro de ativos
- Apresenta uma queda notável em 2017, seguida de recuperação e nova queda em 2019, indicando variações na eficiência da utilização dos ativos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Segue a tendência do índice de margem EBIT, com recuperação gradual a partir de 2018, refletindo a capacidade de gerar lucro com os ativos.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31).
A análise dos dados trimestrais revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros. O índice de carga tributária apresentou flutuações significativas ao longo do período, iniciando em 0.83 e atingindo um pico de 1.48 antes de declinar para 0.51 e, posteriormente, estabilizar em torno de 0.78. Essa volatilidade sugere mudanças na estrutura tributária ou na capacidade da entidade de utilizar benefícios fiscais.
O rácio de encargos com juros demonstrou uma tendência geral de declínio, partindo de 0.9 e atingindo um mínimo de 0.48, com uma recuperação posterior para 0.49. Essa redução pode indicar uma diminuição do endividamento ou uma melhoria nas condições de crédito.
O índice de margem EBIT apresentou uma variação considerável. Observou-se um aumento inicial de 18.51% para 22.74%, seguido por uma queda acentuada para 10.77% e uma recuperação parcial. No entanto, a margem EBIT continuou a flutuar, atingindo um mínimo de 3.31% antes de apresentar uma melhora para 6.07%. Essa instabilidade pode refletir mudanças nos custos de produção, na precificação dos produtos ou na eficiência operacional.
O índice de margem de lucro líquido seguiu uma trajetória semelhante à margem EBIT, com um aumento inicial de 13.71% para 18.31%, seguido por uma queda para 8.97%. A margem líquida atingiu um mínimo de 1.41% e, posteriormente, recuperou-se para 2.31%. Essa variação pode ser atribuída a fatores como a margem EBIT, despesas financeiras, impostos e itens não recorrentes.
- Tendências Gerais
- Observa-se uma correlação entre as margens EBIT e de lucro líquido, indicando que a rentabilidade operacional tem um impacto direto no resultado final.
- Volatilidade
- A volatilidade do índice de carga tributária sugere a necessidade de um acompanhamento mais próximo das políticas fiscais e de planejamento tributário.
- Endividamento
- A tendência de queda no rácio de encargos com juros pode indicar uma gestão eficiente da dívida.