Estrutura do balanço: activo
Área para usuários pagantes
Experimente gratuitamente
Expand Energy Corp. páginas disponíveis gratuitamente esta semana:
- Demonstração de resultados
- Balanço: ativo
- Balanço patrimonial: passivo e patrimônio líquido
- Análise dos rácios de actividade a curto prazo
- Análise dos rácios de actividade a longo prazo
- Índices de avaliação de ações ordinárias
- Valor da empresa (EV)
- Dados financeiros selecionados desde 2021
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) desde 2021
- Relação preço/receita (P/S) desde 2021
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
Observa-se uma queda significativa na participação do caixa e equivalentes de caixa como percentual do ativo total, que passa de 8,22% em 2021 para 0,84% em 2022, seguido de uma recuperação para 7,51% em 2023 e um aumento marginal para 1,14% em 2024. Essa variação sugere uma redução temporária na liquidez imediata nos anos iniciais, com uma recente estabilização porém ainda abaixo do nível de 2021.
O caixa restrito apresentou aumento na participação do ativo, chegando a 0,4% em 2022 e 0,51% em 2023, antes de diminuir para 0,28% em 2024, indicando uma maior concentração de recursos de reserva em 2023, mas uma redução na liquidez restrita posteriormente.
As contas a receber líquidas tiveram redução contínua na sua proporção do ativo, de 10,13% em 2021 para 4,12% em 2023, permanecendo relativamente estáveis em 2024 em 4,4%. Essa tendência evidencia uma diminuição dos créditos a receber ao longo do período, possivelmente refletindo uma melhora na eficiência de cobrança ou na política de crédito da empresa.
Os ativos derivativos destacaram-se por uma expansão considerável de 0,05% em 2021 para 4,43% em 2023, antes de reduzir-se para 0,3% em 2024. Essa mudança indica maior utilização de instrumentos derivativos no período intermediário, possivelmente vinculados a estratégias de hedge, embora essa participação tenha sido reduzida na última avaliação.
Os ativos mantidos para venda aumentaram em 2022, atingindo 5,29% do ativo total, não sendo observados em outros anos, o que sugere uma estratégia de desinvestimento ou uma necessidade de liquidação de determinados ativos durante esse período.
Os outros ativos circulantes mostraram aumento de participação ao longo do período, chegando a 1,57% em 2023, antes de recuar para 1,05% em 2024, refletindo variações nos componentes de ativos de curto prazo, possivelmente relacionados a itens como estoques ou outros direitos circulantes.
O ativo circulante como um todo apresentou queda de 19,1% em 2021 para 17,44% em 2022, com retração ulterior a 18,15% em 2023 e uma grande redução para 7,16% em 2024, indicando uma redução na proporção de recursos de curto prazo na estrutura total de ativos ao longo do tempo.
Os bens e equipamentos líquidos tiveram participação significativa na composição do ativo, fixando-se na faixa de aproximadamente 70% a 79% até 2023. Em 2024, essa proporção subiu para 87,05%, indicando um aumento na concentração de ativos de longo prazo nesse item, possivelmente resultante de investimentos em ativos fixos ou reclassificações.
Ativos derivativos de longo prazo apresentaram elevação de participação em 2022 e 2023, chegando a 0,51%, antes de desaparecesrem em 2024, o que pode apontar para estratégias de gestão de risco ou ajustes na carteira de derivativos de longo prazo.
O ativo de imposto de renda diferido manteve-se relativamente constante, atingindo seu percentual mais baixo em 2024 (2,11%), embora tenha apresentado uma diminuição ao longo dos anos, de uma participação de quase 8,73% em 2022, indicando uma redução nas expectativas de benefícios fiscais futuros ou uma mudança na política de reconhecimento de impostos diferidos.
Outros ativos de longo prazo cresceram ao longo do período, chegando a 4,61% em 2023, porém recuando para 3,67% em 2024, refletindo possíveis investimentos ou ajustes na classificação de ativos de longo prazo.
Por último, observa-se que os ativos de longo prazo conquistaram uma participação predominante na estrutura do ativo total, passando de aproximadamente 80,9% em 2021 para 92,84% em 2024, indicando uma concentração crescente em ativos de longo prazo e uma redução relativa dos ativos circulantes ao longo do período analisado.