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EOG Resources Inc. (NYSE:EOG)

US$ 22,49

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Análise de índices de rentabilidade
Dados trimestrais

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Rácios de rentabilidade (resumo)

EOG Resources Inc., rácios de rendibilidade (dados trimestrais)

Microsoft Excel
31 de dez. de 2019 30 de set. de 2019 30 de jun. de 2019 31 de mar. de 2019 31 de dez. de 2018 30 de set. de 2018 30 de jun. de 2018 31 de mar. de 2018 31 de dez. de 2017 30 de set. de 2017 30 de jun. de 2017 31 de mar. de 2017 31 de dez. de 2016 30 de set. de 2016 30 de jun. de 2016 31 de mar. de 2016 31 de dez. de 2015 30 de set. de 2015 30 de jun. de 2015 31 de mar. de 2015
Índices de vendas
Índice de margem de lucro bruto
Índice de margem de lucro operacional
Índice de margem de lucro líquido
Índices de investimento
Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).


Ao analisar os dados financeiros trimestrais, observa-se uma tendência de melhora consistente na margem de lucro bruto ao longo do período, especialmente a partir do segundo trimestre de 2015, atingindo valores acima de 75%. Essa evolução indica uma maior eficiência na geração de lucro bruto em relação às receitas, refletindo melhorias na estrutura de custos ou na precificação dos produtos.

Por outro lado, o índice de margem de lucro operacional apresenta uma trajetória de aumento significativa a partir do final de 2015, passando de valores negativos em 2015 para positivos em 2016 e mantendo-se em patamares crescentes até o final de 2018. Essa evolução sugere uma melhoria na eficiência operacional, com a redução de despesas operacionais relativas às receitas e uma gestão mais eficaz dos custos operacionais.

O índice de margem de lucro líquido também evidencia uma melhora considerável, especialmente a partir de 2016, quando passa de valores negativos para positivos, alcançando picos superiores a 30% em 2017. Esse movimento indica uma recuperação na rentabilidade líquida, refletindo não apenas a melhora operacional, mas também uma gestão financeira mais eficiente, inclusive na questão de despesas financeiras e impostos.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) demonstra uma tendência de crescimento contínua a partir do segundo semestre de 2016, atingindo níveis superiores a 20% em 2017 e mantendo-se relativamente elevados até meados de 2018. No entanto, a partir de então, há uma leve redução, embora o ROE continue indicando uma rentabilidade atrativa em relação ao patrimônio dos acionistas.

O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA), que mede a eficiência no uso dos ativos para gerar lucros, também apresenta uma trajetória de melhora a partir de 2016, atingindo valores acima de 10% em 2017 e permanecendo em níveis moderados até o final de 2019. Essa recuperação sugere uma utilização mais eficaz dos ativos durante esse período, embora o índice não retorne aos níveis observados em meados de 2017.

De modo geral, os indicadores demonstram uma recuperação significativa na rentabilidade operacional e líquida a partir de 2016, indicando melhorias na gestão operacional, financeira e na eficiência do uso de ativos. Essas mudanças refletem uma fase de fortalecimento financeiro e operacional, consolidada até meados de 2018, seguida por ajustes que podem estar relacionados às condições de mercado ou à estratégia empresarial mais recente.


Rácios de retorno das vendas


Rácios de rendibilidade do investimento


Índice de margem de lucro bruto

EOG Resources Inc., índice de margem de lucro bruto, cálculo (dados trimestrais)

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31 de dez. de 2019 30 de set. de 2019 30 de jun. de 2019 31 de mar. de 2019 31 de dez. de 2018 30 de set. de 2018 30 de jun. de 2018 31 de mar. de 2018 31 de dez. de 2017 30 de set. de 2017 30 de jun. de 2017 31 de mar. de 2017 31 de dez. de 2016 30 de set. de 2016 30 de jun. de 2016 31 de mar. de 2016 31 de dez. de 2015 30 de set. de 2015 30 de jun. de 2015 31 de mar. de 2015
Dados financeiros selecionados (US$ em milhares)
Lucro bruto
Receitas operacionais e outras
Índice de rentabilidade
Índice de margem de lucro bruto1

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).

1 Q4 2019 cálculo
Índice de margem de lucro bruto = 100 × (Lucro brutoQ4 2019 + Lucro brutoQ3 2019 + Lucro brutoQ2 2019 + Lucro brutoQ1 2019) ÷ (Receitas operacionais e outrasQ4 2019 + Receitas operacionais e outrasQ3 2019 + Receitas operacionais e outrasQ2 2019 + Receitas operacionais e outrasQ1 2019)
= 100 × ( + + + ) ÷ ( + + + ) =


Ao analisar os dados financeiros apresentados, observa-se uma tendência consistente de aumento na receita operacional e outros resultados ao longo do período, passando de aproximadamente US$ 2,32 bilhões no final do primeiro trimestre de 2015 para cerca de US$ 4,33 bilhões no último trimestre de 2019. Essa expansão indica uma melhoria contínua na capacidade de geração de receita da empresa ao longo dos anos.

O lucro bruto também apresentou crescimento ao longo do período, embora de forma mais volátil, com picos notáveis a partir de 2017. Iniciou em cerca de US$ 1,69 milhão em março de 2015, atingindo um pico de aproximadamente US$ 4,07 milhões no último trimestre de 2018, antes de registrar leve declínio no último trimestre de 2019. Essa tendência sugere uma melhora na margem de lucro antes de despesas operacionais e impostos, reforçada pelo aumento dos índices de margem de lucro bruto ao longo do tempo.

De acordo com os dados de margem de lucro bruto, a eficiência da empresa na conversão de receita em lucro bruto melhorou progressivamente. O índice começou relativamente baixo em 2015, situando-se em torno de 75%, e aumentou até aproximadamente 85,72% no final de 2018, permanecendo em torno de 85% até o primeiro trimestre de 2019. Essa elevação indica uma maior eficiência na gestão dos custos de produção ou aquisição de bens ou serviços, contribuindo para uma maior rentabilidade operacional.

De modo geral, os dados refletem uma trajetória de crescimento na geração de receitas e na eficiência da margem de lucro bruto, indicando um padrão de melhora operacional ao longo do período analisado. Apesar de alguma volatilidade no lucro bruto, a tendência de aumento na margem sugere uma gestão eficaz de custos relativos ao crescimento das receitas, fortalecendo a rentabilidade da organização ao longo dos anos considerados.


Índice de margem de lucro operacional

EOG Resources Inc., índice de margem de lucro operacional, cálculo (dados trimestrais)

Microsoft Excel
31 de dez. de 2019 30 de set. de 2019 30 de jun. de 2019 31 de mar. de 2019 31 de dez. de 2018 30 de set. de 2018 30 de jun. de 2018 31 de mar. de 2018 31 de dez. de 2017 30 de set. de 2017 30 de jun. de 2017 31 de mar. de 2017 31 de dez. de 2016 30 de set. de 2016 30 de jun. de 2016 31 de mar. de 2016 31 de dez. de 2015 30 de set. de 2015 30 de jun. de 2015 31 de mar. de 2015
Dados financeiros selecionados (US$ em milhares)
Resultado (prejuízo) operacional
Receitas operacionais e outras
Índice de rentabilidade
Índice de margem de lucro operacional1
Benchmarks
Índice de margem de lucro operacionalConcorrentes2
Chevron Corp.
ConocoPhillips
Exxon Mobil Corp.

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).

1 Q4 2019 cálculo
Índice de margem de lucro operacional = 100 × (Resultado (prejuízo) operacionalQ4 2019 + Resultado (prejuízo) operacionalQ3 2019 + Resultado (prejuízo) operacionalQ2 2019 + Resultado (prejuízo) operacionalQ1 2019) ÷ (Receitas operacionais e outrasQ4 2019 + Receitas operacionais e outrasQ3 2019 + Receitas operacionais e outrasQ2 2019 + Receitas operacionais e outrasQ1 2019)
= 100 × ( + + + ) ÷ ( + + + ) =

2 Clique no nome do concorrente para ver os cálculos.


O desempenho financeiro da entidade apresenta uma série de tendências e variações ao longo do período analisado.

Receitas operacionais e outras:
Houve um crescimento consistente nas receitas ao longo do tempo, passando de aproximadamente 2,32 bilhões de dólares em março de 2015 para cerca de 4,32 bilhões de dólares em dezembro de 2019. Este aumento gradual demonstra uma tendência otimista na geração de receita, especialmente a partir de meados de 2017, onde os valores atingiram valores bastante elevados, próximas de 4,7 bilhões de dólares, indicando uma expansão contínua das operações ou melhorias na captação de receitas.
Resultado (prejuízo) operacional:
O resultado operacional evidencia uma evolução bastante volátil e irregular, inicialmente negativo em 2015, com prejuízo de aproximadamente 173 milhões de dólares em março, seguido de um pico de prejuízo negativo em setembro do mesmo ano. Após esse período de prejuízos elevados, houve uma rápida reversão a partir do segundo semestre de 2016, com resultados positivos recorrentes e crescendo até atingir valores superiores a 1 milhão de dólares no primeiro trimestre de 2018. A partir de então, o resultado operacional se mantém positivo com valores elevados, girando entre aproximadamente 827 milhões e 1,13 bilhões de dólares, evidenciando uma melhora significativa na saúde operacional da entidade.
Índice de margem de lucro operacional:
O índice de margem de lucro operacional demonstra uma trajetória de recuperação. Após apresentar uma ausência de dados detalhados para o início do período, observa-se uma melhora substancial a partir de meados de 2016, saindo de prejuízos de mais de 100% em alguns trimestres, até alcançar uma margem positiva de aproximadamente 25,87% no final de 2017. Essa evolução indica maior eficiência operacional e maior rentabilidade relativa às receitas, refletindo uma melhor gestão de custos e despesas frente ao crescimento das receitas.

De modo geral, a análise sugere que, após períodos de dificuldades e prejuízos operacionais significativos, a entidade conseguiu reverter essa tendência, fortalecendo sua rentabilidade e capacidade de geração de receitas ao longo do período considerado. A melhoria contínua nos resultados e nas margens operacional evidencia um processo de recuperação e estabilização financeira, embora a relação entre prejuízo e receitas indique períodos de ajustamento e de maior volatilidade no começo do período analisado.


Índice de margem de lucro líquido

EOG Resources Inc., índice de margem de lucro líquido, cálculo (dados trimestrais)

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31 de dez. de 2019 30 de set. de 2019 30 de jun. de 2019 31 de mar. de 2019 31 de dez. de 2018 30 de set. de 2018 30 de jun. de 2018 31 de mar. de 2018 31 de dez. de 2017 30 de set. de 2017 30 de jun. de 2017 31 de mar. de 2017 31 de dez. de 2016 30 de set. de 2016 30 de jun. de 2016 31 de mar. de 2016 31 de dez. de 2015 30 de set. de 2015 30 de jun. de 2015 31 de mar. de 2015
Dados financeiros selecionados (US$ em milhares)
Lucro (prejuízo) líquido
Receitas operacionais e outras
Índice de rentabilidade
Índice de margem de lucro líquido1
Benchmarks
Índice de margem de lucro líquidoConcorrentes2
Chevron Corp.
ConocoPhillips
Exxon Mobil Corp.

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).

1 Q4 2019 cálculo
Índice de margem de lucro líquido = 100 × (Lucro (prejuízo) líquidoQ4 2019 + Lucro (prejuízo) líquidoQ3 2019 + Lucro (prejuízo) líquidoQ2 2019 + Lucro (prejuízo) líquidoQ1 2019) ÷ (Receitas operacionais e outrasQ4 2019 + Receitas operacionais e outrasQ3 2019 + Receitas operacionais e outrasQ2 2019 + Receitas operacionais e outrasQ1 2019)
= 100 × ( + + + ) ÷ ( + + + ) =

2 Clique no nome do concorrente para ver os cálculos.


Ao analisar os dados financeiros, observa-se uma tendência de forte volatilidade no lucro líquido ao longo do período avaliados, evidenciando períodos de perdas significativas seguidos por recuperações em valores positivos. Nos trimestres de março e junho de 2015, os resultados apresentaram lucros modestos, mas a partir do trimestre de setembro de 2015 até o de março de 2016, ocorreu uma acentuada queda, resultando em prejuízos expressivos. Essa situação se estendeu por vários trimestres até atingir mínimos em 2016, indicando desafios consideráveis na rentabilidade nesse período.

Por outro lado, registra-se uma melhora progressiva a partir de 2017, com o retorno aos resultados positivos e uma tendência de aumento consistente do lucro líquido até o final do período avaliado. Essa recuperação é acompanhada por uma elevação significativa nas receitas operacionais e outras, que exibiram crescimento contínuo especialmente a partir do segundo semestre de 2016 até o primeiro trimestre de 2019, alcançando picos históricos aproximadamente na metade de 2018 e no início de 2019.

Quanto ao índice de margem de lucro líquido, a análise revela uma alta volatilidade até 2016, com valores frequentemente negativos. Após esse ponto, há uma tendência de estabilização e crescimento, chegando a alcançar um pico próximo de 30% no final de 2017. Ainda assim, a margem mantém níveis abaixo de 20% em 2018 e 2019, indicando uma melhoria na eficiência operacional e na geração de lucro em relação às receitas, embora a margem ainda não atinja níveis elevados. Essa oscilação sugere ajustes na estrutura de custos ou na estratégia de negócios ao longo do período, refletindo uma fase de reformulação ou estabilização após períodos de dificuldades financeiras.


Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)

EOG Resources Inc., ROE, cálculo (dados trimestrais)

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31 de dez. de 2019 30 de set. de 2019 30 de jun. de 2019 31 de mar. de 2019 31 de dez. de 2018 30 de set. de 2018 30 de jun. de 2018 31 de mar. de 2018 31 de dez. de 2017 30 de set. de 2017 30 de jun. de 2017 31 de mar. de 2017 31 de dez. de 2016 30 de set. de 2016 30 de jun. de 2016 31 de mar. de 2016 31 de dez. de 2015 30 de set. de 2015 30 de jun. de 2015 31 de mar. de 2015
Dados financeiros selecionados (US$ em milhares)
Lucro (prejuízo) líquido
Patrimônio líquido
Índice de rentabilidade
ROE1
Benchmarks
ROEConcorrentes2
Chevron Corp.
ConocoPhillips
Exxon Mobil Corp.

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).

1 Q4 2019 cálculo
ROE = 100 × (Lucro (prejuízo) líquidoQ4 2019 + Lucro (prejuízo) líquidoQ3 2019 + Lucro (prejuízo) líquidoQ2 2019 + Lucro (prejuízo) líquidoQ1 2019) ÷ Patrimônio líquido
= 100 × ( + + + ) ÷ =

2 Clique no nome do concorrente para ver os cálculos.


Ao analisar os dados financeiros ao longo dos períodos, observa-se uma forte instabilidade no lucro líquido, especialmente no segundo semestre de 2015, quando ocorreu uma significativa perda de aproximadamente US$ 4,07 bilhões, seguida por outros períodos de prejuízo até o final de 2016. A recuperação evidencia-se a partir do primeiro trimestre de 2017, com lucros positivos constantes e crescimento progressivo até o final de 2019, atingindo aproximadamente US$ 615 milhões no último trimestre de 2019.

O patrimônio líquido da entidade apresentou crescimento contínuo ao longo do período analisado, passando de cerca de US$ 17,4 bilhões em março de 2015 para aproximadamente US$ 21,6 bilhões em dezembro de 2019. Essa tendência indica uma sólida evolução na base de capital, mesmo em períodos de prejuízo, sugerindo que a empresa conseguiu sustentar seu patrimônio através de fontes externas ou reinvestimentos.

O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) revela uma trajetória de variações expressivas. Durante 2015 e parte de 2016, o ROE manteve-se negativo, refletindo os prejuízos constantes e a forte pressão sobre a rentabilidade financeira. A partir do segundo trimestre de 2016, o ROE mostra uma tendência de melhora, cruzando a linha do zero em 2017, quando sinais de recuperação começaram a se consolidar, atingindo valores superiores a 20% ao final de 2017 e ao longo de 2018. Essa elevação aponta para uma maior eficiência na geração de lucros em relação ao patrimônio, compatível com a retomada do lucro líquido nesta fase.

No geral, os dados indicam uma fase inicial de perdas significativas e alta volatilidade, seguida por uma fase de recuperação gradual e consolidação de lucros, demonstrando uma gestão que conseguiu reverter a tendência de prejuízos e fortalecer a rentabilidade e o patrimônio ao longo do período avaliado. Contudo, a volatilidade do ROE sugere que a rentabilidade segue sensível às condições de mercado ou a fatores internos transitórios.


Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)

EOG Resources Inc., ROA, cálculo (dados trimestrais)

Microsoft Excel
31 de dez. de 2019 30 de set. de 2019 30 de jun. de 2019 31 de mar. de 2019 31 de dez. de 2018 30 de set. de 2018 30 de jun. de 2018 31 de mar. de 2018 31 de dez. de 2017 30 de set. de 2017 30 de jun. de 2017 31 de mar. de 2017 31 de dez. de 2016 30 de set. de 2016 30 de jun. de 2016 31 de mar. de 2016 31 de dez. de 2015 30 de set. de 2015 30 de jun. de 2015 31 de mar. de 2015
Dados financeiros selecionados (US$ em milhares)
Lucro (prejuízo) líquido
Ativos totais
Índice de rentabilidade
ROA1
Benchmarks
ROAConcorrentes2
Chevron Corp.
ConocoPhillips
Exxon Mobil Corp.

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31).

1 Q4 2019 cálculo
ROA = 100 × (Lucro (prejuízo) líquidoQ4 2019 + Lucro (prejuízo) líquidoQ3 2019 + Lucro (prejuízo) líquidoQ2 2019 + Lucro (prejuízo) líquidoQ1 2019) ÷ Ativos totais
= 100 × ( + + + ) ÷ =

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Ao analisar os dados financeiros apresentados, observa-se uma trajetória bastante variável ao longo do período, evidenciando fases de significativa instabilidade e posteriormente de recuperação de desempenho financeiro.

O lucro líquido apresenta um padrão de forte oscilação, com períodos de prejuízo expressivo, como no terceiro trimestre de 2015 e no primeiro trimestre de 2016, onde há registros de prejuízos de aproximadamente US$ 4,07 bilhões e US$ 471 milhões, respectivamente. Após esse momento de perdas acentuadas, há uma gradual melhora, culminando em lucros positivos a partir de 2017. Notavelmente, em 2017, o lucro líquido passa a registrar números positivos crescentes, atingindo quase US$ 900 milhões no segundo semestre de 2018 e superando US$ 600 milhões até o terceiro trimestre de 2019. Essa recuperação indica uma possível melhora na eficiência operacional ou no mercado de atuação.

Os ativos totais demonstram uma tendência de crescimento contínuo ao longo do período, expandindo de aproximadamente US$ 34,69 bilhões em março de 2015 para mais de US$ 37,15 bilhões em dezembro de 2019. Essa expansão sugere investimentos constantes e expansão do porte da empresa, refletindo, possivelmente, aquisições ou aumento na capacidade produtiva.

O indicador de rentabilidade sobre ativos (ROA) evidencia uma evolução significativa nos últimos trimestres. Inicialmente, durante 2015 e início de 2016, o ROA se encontrava em valores negativos, indicando prejuízo na geração de retorno sobre os ativos. Porém, a partir do final de 2016, há uma progressiva melhora, chegando a valores positivos no terceiro trimestre de 2016, e atingindo picos de 12,05% no final de 2017. De lá em diante, o ROA oscila, mas mantém-se em patamares positivos, com sinais de recuperação mais consistente a partir de 2018, reforçando a melhora na eficiência na utilização dos ativos para gerar lucro.

De modo geral, o período analisado evidencia uma fase de dificuldades financeiras seguida de uma reversão de tendência, marcada por aumento na rentabilidade e crescimento dos ativos, o que demonstra uma recuperação e possível consolidação de um novo patamar de desempenho operacional.