A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se a evolução de indicadores de rentabilidade e estrutura de capital entre março de 2022 e março de 2026, evidenciando ciclos de crescimento e posterior retração.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresentou uma trajetória ascendente a partir de 15,27% em março de 2022, atingindo seu ponto máximo de 21,69% em março de 2024. A partir desse pico, iniciou-se um declínio gradual e consistente, encerrando o período analisado em 17,18%.
- Índice de alavancagem financeira
- Houve uma leve tendência de redução na alavancagem entre março de 2022 (1,47) e março de 2024, quando atingiu o nível mínimo de 1,34. Subsequentemente, registrou-se um aumento progressivo e ininterrupto, culminando no valor de 1,61 em março de 2026.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE demonstrou crescimento expressivo no início do período, elevando-se de 22,46% em março de 2022 para um pico de 29,93% em março de 2025. Após esse ápice, observou-se uma moderada retração, finalizando em 27,59% em março de 2026.
A análise dos dados sugere que a rentabilidade dos ativos começou a declinar após o primeiro trimestre de 2024. No entanto, o retorno sobre o patrimônio líquido manteve-se em patamares elevados por mais tempo, comportamento que coincide com a elevação do índice de alavancagem financeira no terço final do período observado.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma trajetória de crescimento na rentabilidade líquida, acompanhada por uma redução gradual na eficiência operacional de ativos e um aumento recente no endividamento.
- Margem de Lucro Líquido
- Houve uma tendência de ascensão contínua entre março de 2022 e junho de 2025, com o índice elevando-se de 29,54% para o pico de 40,89%. A partir desse ponto, registrou-se um declínio moderado, encerrando em 38,32% em março de 2026.
- Giro de Ativos
- O indicador apresentou um crescimento inicial, atingindo seu nível máximo de 0,65 em dezembro de 2022. Subsequentemente, verificou-se uma trajetória de queda persistente, alcançando o valor mínimo de 0,45 ao final do período analisado, o que indica uma menor eficiência na geração de receita por unidade de ativo.
- Alavancagem Financeira
- A estrutura de capital manteve-se estável entre 1,34 e 1,47 durante a maior parte do intervalo. Entretanto, a partir de junho de 2025, observou-se um incremento progressivo no índice, que culminou em 1,61 em março de 2026.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE demonstrou uma expansão acentuada no primeiro ano, partindo de 22,46% e estabilizando-se em um patamar próximo a 29% entre 2023 e 2025. O período encerrou-se com uma leve retração para 27,59%.
A análise indica que a expansão da margem líquida foi o principal motor do retorno sobre o patrimônio líquido, compensando a queda na eficiência do giro de ativos. O aumento recente na alavancagem financeira sugere uma mudança na composição do capital no último semestre do período.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma evolução distinta nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado.
- Margem de Lucro Líquido
- Houve um crescimento consistente e expressivo, partindo de 29,54% em março de 2022 até atingir o pico de 40,89% em junho de 2025. Esse movimento reflete um aumento na eficiência da conversão de vendas em lucro líquido. No entanto, nota-se uma tendência de declínio gradual nos trimestres subsequentes, encerrando em 38,32% em março de 2026.
- Giro de Ativos
- O indicador apresentou trajetória inversa à da margem. Após um aumento inicial que culminou em 0,65 em dezembro de 2022, registrou-se uma queda persistente, atingindo o nível de 0,45 em março de 2026. Tal padrão evidencia uma redução na capacidade de gerar receita a partir da base de ativos disponíveis.
- Retorno sobre os Ativos (ROA)
- O ROA demonstrou crescimento inicial, acompanhando a expansão da margem de lucro, com o valor subindo de 15,27% para o pico de 21,69% em março de 2024. Posteriormente, a rentabilidade dos ativos entrou em declínio, finalizando o período em 17,18% em março de 2026.
A análise conjunta dos dados indica que a rentabilidade global foi impulsionada inicialmente pela expansão das margens de lucro, o que compensou a queda na eficiência do uso dos ativos. Contudo, a partir de 2024, o declínio contínuo no giro de ativos, somado à recente redução na margem de lucro líquido, resultou em uma compressão do retorno sobre os ativos.