Stock Analysis on Net

United States Steel Corp. (NYSE:X)

Esta empresa foi movida para o arquivo! Os dados financeiros não são atualizados desde 28 de julho de 2023.

Análise da DuPont: Agregação do índice de ROE, ROAe margem de lucro líquido 

Microsoft Excel

Desagregado de ROE em dois componentes

United States Steel Corp., decomposição de ROE

Microsoft Excel
ROE = ROA × Índice de alavancagem financeira
31 de dez. de 2022 24.70% = 12.97% × 1.90
31 de dez. de 2021 46.33% = 23.43% × 1.98
31 de dez. de 2020 -30.77% = -9.66% × 3.19
31 de dez. de 2019 -15.40% = -5.43% × 2.84
31 de dez. de 2018 26.53% = 10.15% × 2.61

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31).


Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
O indicador apresentou uma variação significativa ao longo do período avaliado. Em 2018, a empresa obteve um ROA de 10,15%, indicando uma rentabilidade relativamente positiva dos seus ativos. Em 2019, esse valor deteriorou-se para -5,43%, refletindo uma perda de rentabilidade e um possível impacto negativo na eficiência operacional ou na margem de lucro. O ano de 2020 mostrou um agravamento da situação, com o ROA atingindo -9,66%, o que sugere dificuldades financeiras ou operacionais mais profundas. Contudo, houve uma recuperação expressiva em 2021, com o ROA alcançando 23,43%, indicando uma melhora substancial na rentabilidade dos ativos. Essa recuperação foi parcialmente mantida em 2022, com o indicador em 12,97%, embora em níveis inferiores ao pico de 2021. Essa tendência sugere uma retomada na eficiência de utilização dos ativos após um período de dificuldades.
Índice de alavancagem financeira
O índice manteve-se relativamente estável ao longo do período, com leves oscilações. Em 2018, o índice era de 2,61, crescendo para 2,84 em 2019, o que indica um aumento na proporção de dívida em relação ao patrimônio, potencialmente aumentando o risco financeiro. Em 2020, houve uma nova elevação para 3,19, atingindo o ponto mais alto nesse período, sugerindo maior dependência de financiamento externo. No entanto, a partir de 2021, o índice reduziu-se para 1,98, e manteve-se praticamente inalterado em 2022, com 1,9, indicando uma diminuição na alavancagem financeira e uma possível estratégia para redução do risco financeiro ou uma reorganização da estrutura de capital da empresa.
Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
O ROE apresentou uma trajetória bastante volátil ao longo do período. Em 2018, o indicador foi positivo, com 26,53%, refletindo boa rentabilidade sobre o patrimônio dos acionistas. Em 2019, o ROE caiu para -15,4%, indicando prejuízo ou redução na rentabilidade para os acionistas. A situação agravou-se ainda mais em 2020, quando o ROE atingiu -30,77%, sugerindo perdas expressivas e impacto negativo na percepção de retorno aos acionistas. No entanto, houve uma recuperação notável em 2021, com o ROE de 46,33%, indicando um retorno elevado sobre o patrimônio e um possível período de recuperação financeira ou aumento na eficiência operacional. Em 2022, o ROE caiu para 24,7%, ainda positivo, embora inferior ao valor de 2021, mantendo sinais de melhora na rentabilidade, porém com alguma oscilação na capacidade de gerar retorno para os acionistas.

Desagregado de ROE em três componentes

United States Steel Corp., decomposição de ROE

Microsoft Excel
ROE = Índice de margem de lucro líquido × Giro de ativos × Índice de alavancagem financeira
31 de dez. de 2022 24.70% = 11.98% × 1.08 × 1.90
31 de dez. de 2021 46.33% = 20.59% × 1.14 × 1.98
31 de dez. de 2020 -30.77% = -11.96% × 0.81 × 3.19
31 de dez. de 2019 -15.40% = -4.87% × 1.11 × 2.84
31 de dez. de 2018 26.53% = 7.86% × 1.29 × 2.61

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31).


O índice de margem de lucro líquido apresentou uma evolução bastante variável ao longo dos anos analisados. Em 2018, a margem foi positiva em 7,86%, mas em 2019 houve uma reversão significativa, resultando em uma margem negativa de -4,87%. Esse declínio se acentuou em 2020, alcançando -11,96%, indicando dificuldades na geração de lucros líquidos relativos às receitas. A partir de 2021, houve uma recuperação expressiva, com a margem alcançando 20,59%, e em 2022 a margem foi de 11,98%, ainda positiva, embora inferior ao pico de 2021.

O índice de giro de ativos demonstrou uma tendência de queda até 2020, passando de 1,29 em 2018 para 0,81 em 2020, refletindo uma menor eficiência na utilização dos ativos na geração de receitas. Em 2021, esse índice se recuperou parcialmente para 1,14, e em 2022 permaneceu relativamente estável em 1,08, sugerindo que a eficiência na gestão dos ativos sofreu oscilações, com uma melhora após o pico negativo em 2020.

O índice de alavancagem financeira apresentou um aumento de 2018 até 2020, atingindo 3,19 em 2020, indicando maior dependência de endividamento para financiar suas operações nesse período. Em 2021, esse índice reduziu-se consideravelmente para 1,98, e manteve-se próximo a esse valor em 2022 (1,9), sinalizando uma redução na alavancagem financeira e possivelmente uma estratégia de gestão de dívida mais conservadora após o pico de endividamento.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) seguiu uma trajetória de grande volatilidade. Em 2018, foi de 26,53%, contudo, em 2019 e 2020, houve quedas profundas, chegando a -15,4% e -30,77%, respectivamente, refletindo forte deterioração na rentabilidade do patrimônio dos acionistas. A partir de 2021, o ROE experimentou uma significativa recuperação, atingindo 46,33%, o que indica uma fase de forte geração de valor e rentabilidade elevada para os acionistas. Em 2022, o ROE recuou para 24,7%, ainda positivo, embora abaixo do pico de 2021, refletindo maior volatilidade e possíveis desafios na manutenção de altas rentabilidades.


Desagregado de ROE em cinco componentes

United States Steel Corp., decomposição de ROE

Microsoft Excel
ROE = Carga tributária × Encargos com juros × Margem EBIT × Giro de ativos × Índice de alavancagem financeira
31 de dez. de 2022 24.70% = 0.77 × 0.95 × 16.23% × 1.08 × 1.90
31 de dez. de 2021 46.33% = 0.96 × 0.93 × 22.97% × 1.14 × 1.98
31 de dez. de 2020 -30.77% = × × -10.54% × 0.81 × 3.19
31 de dez. de 2019 -15.40% = × × -2.40% × 1.11 × 2.84
31 de dez. de 2018 26.53% = 1.37 × 0.83 × 6.91% × 1.29 × 2.61

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31).


Ao analisar os dados ao longo do período de 2018 a 2022, observa-se que o índice de carga tributária apresentou uma redução consistente desde 2021, passando de 0,96 para 0,77 em 2022, indicando uma diminuição na proporção de tributos em relação aos impostos.

O rácio de encargos com juros revelou uma leve elevação de 0,83 em 2018 para 0,95 em 2022, sugerindo um aumento na parcela dos encargos financeiros relativos aos juros em relação ao total financeiro da empresa.

O índice de margem EBIT mostrou uma significativa oscilação, com um agravamento até 2020, atingindo -10,54%, e uma recuperação acentuada em 2021 para 22,97%, acompanhado de uma posterior redução para 16,23% em 2022. Essa volatilidade indica períodos de prejuízo operacional seguidos por recuperação, refletindo possíveis variações na eficiência operacional ou condições de mercado.

O índice de giro de ativos apresentou uma tendência de redução em 2020, atingindo 0,81, mas voltou a um nível mais próximo de 2018 em 2021, com 1,14, e uma leve queda em 2022 para 1,08. Esse padrão sugere flutuações na eficiência com que os ativos estão sendo utilizados para gerar receitas.

O índice de alavancagem financeira manteve-se relativamente estável, embora com uma leve redução de 2,61 em 2018 para 1,90 em 2022, indicando uma leve diminuição na dependência de endividamento em relação ao patrimônio líquido ao longo dos anos.

Por fim, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) apresentou grande volatilidade, chegando a um valor negativo de -30,77% em 2020, indicando perdas significativas neste período, seguido por uma forte recuperação para 46,33% em 2021. Em 2022, houve uma nova redução para 24,7%, refletindo uma recuperação inicial, mas ainda demonstrando alguma instabilidade na rentabilidade do patrimônio.


Desagregado de ROA em dois componentes

United States Steel Corp., decomposição de ROA

Microsoft Excel
ROA = Índice de margem de lucro líquido × Giro de ativos
31 de dez. de 2022 12.97% = 11.98% × 1.08
31 de dez. de 2021 23.43% = 20.59% × 1.14
31 de dez. de 2020 -9.66% = -11.96% × 0.81
31 de dez. de 2019 -5.43% = -4.87% × 1.11
31 de dez. de 2018 10.15% = 7.86% × 1.29

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31).


O índice de margem de lucro líquido apresentou uma variação significativa ao longo do período analisado. Em 2018, a margem era de 7,86%, indicando uma rentabilidade razoável. Contudo, houve uma deterioração acentuada em 2019, com aumento para -4,87%, evidenciando prejuízo operacional. Em 2020, a margem negativo se aprofundou para -11,96%, refletindo um cenário de desempenho desfavorável. A partir de 2021, houve uma reversão, com a margem atingindo 20,59%, uma recuperação notável, embora essa melhoria tenha sido moderada para 2022, quando a margem permaneceu em 11,98%, demonstrando uma melhora sustentada em relação ao período anterior, embora ainda inferior ao nível de 2018.

O índice de giro de ativos revela uma tendência de estabilização na eficiência no uso dos ativos. Em 2018, o rácio era de 1,29, decrescendo para 1,11 em 2019 e para 0,81 em 2020, o que indica uma diminuição na velocidade de rotatividade dos ativos. Em 2021, o índice recuperou para 1,14, e em 2022 apresentou uma leve redução para 1,08, sugerindo uma reincorporação do nível de eficiência próximo ao observado em 2018.

O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha de perto as tendências do índice de margem de lucro e do índice de giro de ativos. Em 2018, o ROA era de 10,15%, caindo para -5,43% em 2019 e para -9,66% em 2020, refletindo períodos de altos prejuízos e baixa rentabilidade. Em 2021, houve uma recuperação expressiva, atingindo 23,43%, indicando um retorno substancial na rentabilidade dos ativos. Em 2022, o ROA diminuiu para 12,97%, ainda positivo e superior ao nível de 2018, embora mostrando sinais de recuperação mais moderada.


Desagregado do ROA em quatro componentes

United States Steel Corp., decomposição de ROA

Microsoft Excel
ROA = Carga tributária × Encargos com juros × Margem EBIT × Giro de ativos
31 de dez. de 2022 12.97% = 0.77 × 0.95 × 16.23% × 1.08
31 de dez. de 2021 23.43% = 0.96 × 0.93 × 22.97% × 1.14
31 de dez. de 2020 -9.66% = × × -10.54% × 0.81
31 de dez. de 2019 -5.43% = × × -2.40% × 1.11
31 de dez. de 2018 10.15% = 1.37 × 0.83 × 6.91% × 1.29

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31).


Índice de carga tributária
Houve uma redução contínua nessa métrica entre 2018 e 2022, passando de 1,37 para 0,77. Essa tendência indica uma diminuição na proporção de carga tributária em relação ao faturamento ou ao lucro da empresa, sugerindo uma possível melhora na eficiência fiscal ou alterações nas estratégias de planejamento tributário ao longo do período.
Rácio de encargos com juros
O índice permaneceu relativamente estável, com ligeiras oscilações, encerrando o período em 0,95. A estabilidade nessa métrica sugere que os encargos financeiros relacionados a juros permaneceram de maneira praticamente constante, talvez indicando uma gestão de endividamento consistente ou uma manutenção equilibrada da estrutura de capital.
Índice de margem EBIT
Exibiu uma grande volatilidade ao longo dos anos, iniciando em 6,91% em 2018, apresentando uma queda acentuada para -2,4% em 2019 e -10,54% em 2020, antes de recuperar-se para 22,97% em 2021 e posteriormente reduzir para 16,23% em 2022. Essa oscilação sugere variações significativas na lucratividade operacional, possivelmente resultado de mudanças na eficiência, custos, preços ou condições do mercado.
Índice de giro de ativos
Houve uma tendência de diminuição de 2018 até 2020, passando de 1,29 para 0,81, indicando uma redução na eficiência na utilização dos ativos para gerar receitas. Em 2021, o índice se recuperou para 1,14, enquanto em 2022 houve uma ligeira ligeira retração para 1,08, sinalizando uma recuperação parcial na eficiência operacional após a queda anterior.
Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
Apresentou uma forte queda de 10,15% em 2018 para -5,43% em 2019, seguida por um agravamento para -9,66% em 2020. Contudo, houve uma reversão da tendência de Negative ROA em 2021, com uma significativa melhora para 23,43%, e uma leve redução para 12,97% em 2022. Esses movimentos indicam uma reversão substancial na eficiência de utilização dos ativos na geração de lucro, refletindo possivelmente um período de dificuldades seguido por uma recuperação robusta do desempenho financeiro.

Desagregação do índice de margem de lucro líquido

United States Steel Corp., decomposição do índice de margem de lucro líquido

Microsoft Excel
Índice de margem de lucro líquido = Carga tributária × Encargos com juros × Margem EBIT
31 de dez. de 2022 11.98% = 0.77 × 0.95 × 16.23%
31 de dez. de 2021 20.59% = 0.96 × 0.93 × 22.97%
31 de dez. de 2020 -11.96% = × × -10.54%
31 de dez. de 2019 -4.87% = × × -2.40%
31 de dez. de 2018 7.86% = 1.37 × 0.83 × 6.91%

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31).


Índice de carga tributária
O índice de carga tributária apresentou uma redução significativa de 1,37 em 2018 para 0,77 em 2022. Entre 2019 e 2020, os dados estão ausentes, mas a tendência de queda foi retomada posteriormente, indicando uma diminuição na proporção de encargos fiscais em relação ao resultado operacional ou ao lucro antes de impostos ao longo dos anos analisados.
Rácio de encargos com juros
O rácio de encargos com juros manteve-se relativamente estável, registrando um leve aumento de 0,83 em 2018 para 0,95 em 2022. Isso sugere uma estabilidade na proporção de custos financeiros referentes a juros em relação ao cálculo de referência adotado, possivelmente o resultado operacional ou o lucro antes de juros e impostos, embora os anos intermediários tenham dados ausentes.
Índice de margem EBIT
A margem EBIT mostrou variações expressivas durante o período. Em 2018, registrou uma margem de 6,91%, que caiu para -2,4% em 2019 e atingiu -10,54% em 2020, indicando uma reversão de rentabilidade operacional. Entretanto, houve uma recuperação significativa em 2021, alcançando 22,97%, antes de diminuir para 16,23% em 2022. Essa evolução demonstra um cenário de alta volatilidade na lucratividade operacional, refletindo possivelmente melhorias na eficiência ou na gestão de custos em determinados períodos, seguidas por ajustes ou condições desafiadoras posteriormente.
Índice de margem de lucro líquido
A margem de lucro líquido seguiu tendências semelhantes à do EBIT, começando em 7,86% em 2018, caindo para -4,87% em 2019 e -11,96% em 2020. Após esse período de baixa rentabilidade líquida, houve uma reversão substancial em 2021, atingindo 20,59%, embora com recuo subsequente para 11,98% em 2022. Essa combinação de volatilidade sinaliza oscilações na capacidade de gerar lucro líquido consistente, influenciada possivelmente por fatores operacionais, de mercado ou fiscais.