Cálculo
| Índice de margem de lucro operacional | = | 100 | × | Lucros (prejuízos) antes de juros e impostos sobre o rendimento1 | ÷ | Vendas líquidas1 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2022 | 15.00% | = | 100 | × | 3,160) | ÷ | 21,065) |
| 31 de dez. de 2021 | 24.39% | = | 100 | × | 4,946) | ÷ | 20,275) |
| 31 de dez. de 2020 | -11.04% | = | 100 | × | (1,075) | ÷ | 9,741) |
| 31 de dez. de 2019 | -1.78% | = | 100 | × | (230) | ÷ | 12,937) |
| 31 de dez. de 2018 | 7.93% | = | 100 | × | 1,124) | ÷ | 14,178) |
| 31 de dez. de 2017 | 4.96% | = | 100 | × | 608) | ÷ | 12,250) |
| 31 de dez. de 2016 | -1.61% | = | 100 | × | (165) | ÷ | 10,261) |
| 31 de dez. de 2015 | -10.39% | = | 100 | × | (1,202) | ÷ | 11,574) |
| 31 de dez. de 2014 | 2.36% | = | 100 | × | 413) | ÷ | 17,507) |
| 31 de dez. de 2013 | -10.90% | = | 100 | × | (1,900) | ÷ | 17,424) |
| 31 de dez. de 2012 | 1.28% | = | 100 | × | 247) | ÷ | 19,328) |
| 31 de dez. de 2011 | 1.33% | = | 100 | × | 265) | ÷ | 19,884) |
| 31 de dez. de 2010 | -0.64% | = | 100 | × | (111) | ÷ | 17,374) |
| 31 de dez. de 2009 | -15.24% | = | 100 | × | (1,684) | ÷ | 11,048) |
| 31 de dez. de 2008 | 12.92% | = | 100 | × | 3,069) | ÷ | 23,754) |
| 31 de dez. de 2007 | 7.19% | = | 100 | × | 1,213) | ÷ | 16,873) |
| 31 de dez. de 2006 | 11.36% | = | 100 | × | 1,785) | ÷ | 15,715) |
| 31 de dez. de 2005 | 10.25% | = | 100 | × | 1,439) | ÷ | 14,039) |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-K (Data do relatório: 2014-12-31), 10-K (Data do relatório: 2013-12-31), 10-K (Data do relatório: 2012-12-31), 10-K (Data do relatório: 2011-12-31), 10-K (Data do relatório: 2010-12-31), 10-K (Data do relatório: 2009-12-31), 10-K (Data do relatório: 2008-12-31), 10-K (Data do relatório: 2007-12-31), 10-K (Data do relatório: 2006-12-31), 10-K (Data do relatório: 2005-12-31).
1 US$ em milhões
O conjunto de dados apresenta três indicadores-chave ao longo de 18 períodos, expressos de forma agregada para observação interna. A leitura evidencia padrões de volatilidade, com ciclos de alta e crise na lucratividade, acompanhados por oscilações relevantes na receita líquida. A seguir são destacados os padrões observáveis, sem referências à entidade ou à formatação original dos dados.
- Vendas líquidas
- Em US$ milhões, a série inicia em 14.039 (2005) e cresce até 23.754 (2008), atingindo o pico de volume de negócios nesses anos de alta. Em 2009 ocorre queda expressiva para 11.048, seguida de recuperação gradual entre 2010 e 2014, com valores entre 17.374 e 19.884, próximos aos níveis anteriores. A partir de 2015 ocorre nova queda para 11.574 (2015) e 10.261 (2016), com retomada moderada em 2017 a 12.250, 2018 a 14.178 e 2019 a 12.937. Em 2020, há recuo para 9.741, sinalizando um mínimo relativo. A recuperação é forte em 2021, com 20.275, e permanece elevada em 2022, em 21.065, ainda que abaixo do pico de 2008. Em síntese, a trajetória mostra ciclos de expansão sustentados por períodos de contração, com a recuperação recente exibindo maior nível de atividade comparável aos picos anteriores, porém com patamar ainda distinto do maior ponto observado em 2008.
- Lucros (prejuízos) antes de juros e impostos sobre o rendimento
- Os valores, em US$ milhões, apresentam alta volatilidade ao longo do período: 1,439 (2005), 1,785 (2006) e 3,069 (2008) indicam fases de lucratividade positiva; em 2009 ocorre queda para -1,684, seguida de aproximadamente 0, -0,111 (2010) e 0,265 (2011) a 0,247 (2012). Em 2013 surge novo recuo para -1,900, com recuperação lenta em 2014 para 0,413, porém mergulho adicional em 2015 (-1,202) e 2016 (-0,165). A partir de 2017 há melhoria gradual para 0,608 (2017) e 1,124 (2018), seguido de nova queda em 2019 (-0,230) e 2020 (-1,075). O ponto mais positivo ocorre em 2021 com 4,946, mantendo-se positivo em 2022 com 3,160. A leitura aponta que períodos de lucratividade foram intercalados com perdas expressivas, sem uma tendência consistente de sustentação de ganhos, com o pico mais elevado ocorrendo em 2021.
- Índice de margem de lucro operacional
- Em termos percentuais, a margem operativa varia entre 10,25% (2005) e 12,92% (2008), indicando fases de rentabilidade relativamente saudável no início do período. Em 2009, a margem cai fortemente para -15,24%, seguido de uma recuperação parcial em 2010 (-0,64%) e moderada em 2011 (-1,33% ≈ 1,33%) e 2012 (1,28%). Em 2013 a margem volta a ficar negativa (-10,9%), com retorno modesto em 2014 (2,36%). 2015 (-10,39%) e 2016 (-1,61%) consolidam um período de pressão de custos ou mix desfavorável, seguido por melhoria em 2017 (4,96%) e 2018 (7,93%). Em 2019 a margem volta a ficar negativa (-1,78%), com novo enquadramento negativo em 2020 (-11,04%). A recuperação marcante ocorre em 2021, quando a margem alcança 24,39%, mantendo-se elevada em 2022 (15,00%). O padrão indica ciclos acentuados entre períodos de forte rentabilidade e períodos de compressão de margem, com uma recuperação excepcional em 2021 e uma devolução parcial em 2022.
Conclui-se que a relação entre os três indicadores é marcada por volatilidade de curto prazo, com margens de lucro operacionais flutuando fortemente independentemente do nível de vendas em alguns períodos. A recuperação de 2021 destaca-se como o ponto de maior eficiência de margem, enquanto 2020 e anos anteriores recentes mostram períodos de pressão de lucratividade. A observação sugere que custos, mix de produtos e/ou variações de preço/volume exercem impacto significativo sobre a rentabilidade, mesmo quando as vendas líquidas atingem patamares elevados. Métricas de custo, estrutura de alocação e gestão de despesas devem ser avaliadas para entender a dinâmica entre receita, EBIT e margem operacional nos períodos seguintes.
Comparação com concorrentes
United States Steel Corp., índice de margem de lucro operacional, tendências a longo prazo, em comparação com os concorrentes
| United States Steel Corp. | Freeport-McMoRan Inc. | |
|---|---|---|
| 31 de dez. de 2022 | 15.00% | 30.89% |
| 31 de dez. de 2021 | 24.39% | 36.62% |
| 31 de dez. de 2020 | -11.04% | 17.16% |
| 31 de dez. de 2019 | -1.78% | 7.58% |
| 31 de dez. de 2018 | 7.93% | 25.52% |
| 31 de dez. de 2017 | 4.96% | 22.15% |
| 31 de dez. de 2016 | -1.61% | -18.83% |
| 31 de dez. de 2015 | -10.39% | -84.29% |
| 31 de dez. de 2014 | 2.36% | 0.45% |
| 31 de dez. de 2013 | -10.90% | 25.58% |
| 31 de dez. de 2012 | 1.28% | 32.28% |
| 31 de dez. de 2011 | 1.33% | 43.77% |
| 31 de dez. de 2010 | -0.64% | 47.77% |
| 31 de dez. de 2009 | -15.24% | 43.24% |
| 31 de dez. de 2008 | 12.92% | -71.42% |
| 31 de dez. de 2007 | 7.19% | 38.70% |
| 31 de dez. de 2006 | 11.36% | 49.54% |
| 31 de dez. de 2005 | 10.25% | 52.10% |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-K (Data do relatório: 2014-12-31), 10-K (Data do relatório: 2013-12-31), 10-K (Data do relatório: 2012-12-31), 10-K (Data do relatório: 2011-12-31), 10-K (Data do relatório: 2010-12-31), 10-K (Data do relatório: 2009-12-31), 10-K (Data do relatório: 2008-12-31), 10-K (Data do relatório: 2007-12-31), 10-K (Data do relatório: 2006-12-31), 10-K (Data do relatório: 2005-12-31).