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- Relação preço/valor contabilístico (P/BV) desde 2008
- Relação preço/receita (P/S) desde 2008
- Análise de receitas
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2022-09-30), 10-K (Data do relatório: 2021-09-30), 10-K (Data do relatório: 2020-09-30), 10-K (Data do relatório: 2019-09-30), 10-K (Data do relatório: 2018-09-30), 10-K (Data do relatório: 2017-09-30).
Ao analisar os dados financeiros ao longo do período de seis anos, observa-se uma estabilidade geral na receita líquida, que serve como base de comparação para as demais métricas. Os itens relativos às despesas operacionais apresentam variações, porém sem tendências acentuadas de aumento ou redução significativa, mantendo-se dentro de faixas relativamente consistentes.
O percentual da receita líquida dedicado ao pessoal apresentou um aumento levemente progressivo, passando de aproximadamente -14,32% em 2017 para cerca de -17,59% em 2021, indicando uma maior proporção de despesas com recursos humanos em relação à receita. No entanto, houve uma leve redução em 2022 para -17,02%. Essa mudança sugere um nível crescente de investimentos ou custos relacionados à equipe ao longo do período, embora não de forma exponencial.
As despesas com marketing mantiveram-se relativamente constantes, com uma ligeira redução na proporção da receita líquida, variando de aproximadamente -5,02% em 2017 para -4,56% em 2022, indicando uma gestão eficiente dos recursos destinados à publicidade e promoção.
As despesas com rede e processamento seguiram uma tendência de diminuição da proporção em relação à receita líquida, passando de -3,38% em 2017 para -2,53% em 2022. Essa redução pode refletir melhorias na eficiência operacional ou na negociação de custos com fornecedores de serviços de processamento.
Custos referentes a honorários profissionais também apresentaram uma leve redução na proporção em relação à receita, de -2,23% em 2017 para -1,72% em 2022, indicando possíveis melhorias na gestão de despesas externas ou na eficiência do uso de serviços especializados.
As despesas com depreciação e amortização tiveram uma redução na proporção em 2022, caindo para -2,94%, após apresentar valores mais elevados em 2020 e 2021. Essa tendência pode estar relacionada à redução de investimentos em ativos de longo prazo ou à depreciação acumulada de bens e direitos.
As despesas gerais e administrativas também mostraram diminuição na participação na receita, de -5,77% em 2017 para -4,07% em 2022, indicando uma otimização na estrutura de custos administrativos.
Já a provisão contenciosa apresentou uma dinâmica mais volátil, com incremento significativo em 2018, atingindo -2,95%, após uma baixa de -0,1% em 2017. Em 2022, voltou a subir para -2,96%, sugerindo uma maior atenção a riscos legais ou contingências judiciais ao longo do período.
As despesas operacionais, que englobam diversas categorias acima, mostraram uma leve variação, sendo a mais elevada em 2018 (aproximadamente -37,14%) e a mais baixa em 2022 (aproximadamente -35,81%), indicando estabilidade na maioria das áreas de custos operacionais.
O resultado operacional manteve-se positivo, representando aproximadamente 65% da receita líquida ao longo dos anos, com uma leve diminuição em 2022 para 64,19%. Tal estabilidade reforça uma margem operacional sólida e consistente.
As despesas com juros, relacionadas ao endividamento, apresentaram uma redução na participação, de -3,07% em 2017 para -1,84% em 2022, refletindo uma melhora na gestão da dívida e nos custos financeiros.
As receitas ou despesas relacionadas a investimentos e outras variações tiveram flutuações, com uma alta de 3,03% em 2022 antes de uma queda para -0,77%. Essa oscilação indica uma variação na receita de investimentos ou operações de risco, possivelmente alinhada a estratégias de alocação de recursos.
As receitas (despesas) de investimentos e outras categorias associadas seguiram padrão semelhante, apresentando um pico em 2022, seguido por uma redução, demonstrando certa volatilidade nessas áreas.
As receitas e despesas não operacionais mostraram uma tendência de diminuição ao longo do período, especialmente em 2018 e 2022, quando ficaram negativas, indicando possível realização de perdas ou despesas não recorrentes que impactaram o resultado final.
O rendimento antes do imposto de renda permaneceu elevado, acima de 60% na maior parte do período, sugerindo forte rentabilidade operacional, com uma redução para 61,88% em 2022.
A provisão de imposto de renda apresentou uma redução na proporção da receita em 2018 e 2019, porém, houve aumento em 2021 para -15,57% e diminuição em 2022 para -10,85%, indicando mudanças na carga tributária ou na contabilização de impostos diferidos.
O lucro líquido mantém uma participação elevada na receita líquida, aproximadamente 51%, com estabilidade relativa ao longo dos anos, reforçando a geração consistente de valor aos acionistas.