Estrutura do balanço: activo
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Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-03-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31).
Ao analisar os dados trimestrais, observa-se uma tendência de aumento na proporção de ativos de longo prazo, especialmente a partir de meados de 2018, passando de aproximadamente 52% para cerca de 62% no último período considerado. Em contrapartida, a parcela de ativos circulantes experimenta variações, apresentando inicialmente aumento até cerca de 48,88% em 2018, seguida de uma redução para aproximadamente 37% a partir de 2021.
Dentro dos ativos circulantes, destaca-se a oscilação na composição de caixa e equivalentes de caixa. Houve uma redução inicial de cerca de 17% para menos de 10% em 2017, seguida de um aumento momentâneo até aproximadamente 21% em 2018, antes de uma queda mais recente para cerca de 10%. Essa dinâmica sugere uma mudança na liquidez disponível, possivelmente refletindo estratégias de gestão de caixa ou de investimentos de curto prazo.
Investimentos de curto prazo exibiram forte aumento em 2017, atingindo aproximadamente 14%, e posteriormente estabilizaram ou reduziram sua participação, enquanto os investimentos de longo prazo apresentaram uma tendência crescente ao longo do período, saindo de cerca de 9% para mais de 21% em 2021. Este movimento indica possivelmente uma preferência crescente por investimentos de maior duração na estrutura de ativos.
Os ativos de maior valor, como a boa vontade, tiveram variações, porém continuam compondo uma parcela significativa, com queda gradual de cerca de 19,77% a 13,74% ao longo do período, sugerindo ajustes na avaliação de ativos intangíveis ou na estratégia de aquisição. Outros ativos incorpóreos também diminuíram sua participação, reforçando essa tendência de redução na relevância de ativos intangíveis no balanço.
No que tange às contas a receber líquidas e outros recebíveis, aparece uma presença consistente no ativo, com uma leve diminuição na sua porcentagem ao longo do tempo, indicando uma gestão relativamente estável na recuperação de créditos. Os inventários, por sua vez, mantiveram uma participação próxima de 9% a 11%, demonstrando estabilidade na gestão de estoques.
Os itens relacionados a ativos de direito de uso, impostos diferidos e outros ativos variaram pouco em termos de proporção, refletindo estabilidade relativa nesses componentes do ativo. Destaca-se que a parcela de impostos diferidos apresentou uma diminuição até 2020, seguida de estabilização.
De modo geral, os dados indicam uma estratégia de aumento da ênfase em ativos de longo prazo, enquanto os ativos circulantes representam uma parcela menor na composição total ao longo do tempo. A gestão de liquidez parece ter passado por fases de ajustes táticos, refletidas na volatilidade do caixa e investimentos de curto prazo. A redução na valorização de ativos intangíveis, como a boa vontade, pode sugerir ajustes na avaliação de ativos adquiridos ou mudança nas estratégias de aquisição.