A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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- Análise dos índices de liquidez
- Índices de avaliação de ações ordinárias
- Valor da empresa (EV)
- Modelo de precificação de ativos de capital (CAPM)
- Modelo de desconto de dividendos (DDM)
- Índice de margem de lucro operacional desde 2005
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA) desde 2005
- Relação preço/lucro líquido (P/E) desde 2005
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31), 10-K (Data do relatório: 2014-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2014-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2014-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2014-03-31).
O desempenho financeiro revela variações relevantes ao longo do período analisado, com destaque para o índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), que apresentou uma tendência de aumento significativo a partir do segundo trimestre de 2014 até o último trimestre de 2019, apesar de apresentar períodos de queda, especialmente nos trimestres finais de 2017 e início de 2018. A partir de 2014, observou-se uma tendência de incremento no ROE, atingindo picos próximos a 60%, indicando maior eficiência na geração de lucros pelos recursos dos acionistas.
O índice de alavancagem financeira também apontou um crescimento ao longo do período, passando de cerca de 2,07 em março de 2014 para níveis superiores a 5,7 no final de 2019. Tal aumento sugere uma maior utilização de dívidas para financiar as atividades, o que pode indicar uma estratégia de ampliação de alavancagem para potencializar os retornos ou uma necessidade de financiamento dos investimentos da empresa.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) apresentou maiores oscilações ao longo do tempo, com períodos de resultados positivos e negativos. No início de 2014, dados ausentes dificultam uma avaliação inicial, mas a partir de 2015 ocorreram melhorias, culminando em resultados bastante positivos em 2016, com valores próximos a 31%. Contudo, em 2017 e 2018, o ROA apresentou resultados negativos, indicando menor eficiência na utilização dos ativos para gerar lucro, com valores negativos de até aproximadamente -6,7%. Essa reversão para resultados negativos pode refletir desafios operacionais ou despesas elevadas que afetaram a rentabilidade operacional.
De modo geral, a relação entre o crescimento do endividamento e a tentativa de sustentação ou aumento do ROE indica uma estratégia de maior alavancagem para impulsionar os retornos aos acionistas, embora isso tenha ocorrido à custa de maior risco financeiro, como evidenciado pelo aumento no índice de alavancagem financeira. A perda de rentabilidade do ativo (ROA) nas fases finais do período sugere dificuldades na geração de lucros a partir dos ativos disponíveis, reforçando a necessidade de monitoramento contínuo dessas métricas para uma análise mais aprofundada do desempenho operacional e financeiro.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31), 10-K (Data do relatório: 2014-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2014-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2014-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2014-03-31).
Observa-se que o índice de margem de lucro líquido apresentou variações significativas ao longo do período analisado, com períodos de forte deterioração que resultaram em valores negativos no final do período em 2018. Esses resultados indicam uma possível sazonalidade ou desafios operacionais que afetaram a rentabilidade líquida, culminando em prejuízos nos trimestres finais do período avaliado.
O índice de giro de ativos mostrou uma tendência geral de estabilidade, com pequenas oscilações ao redor de valores próximos de 0,3 a 0,5. A partir de 2015, há uma tendência de aumento, atingindo valores próximos de 0,58 em 2019, o que sugere uma melhoria na eficiência na utilização dos ativos para gerar receitas ao longo do período.
O índice de alavancagem financeira apresentou crescimento contínuo ao longo do período, passando de aproximadamente 2,07 em 2014 para mais de 5,7 em 2019. Esse aumento indica uma ampliação na utilização de dívidas para sustentar as operações, potencialmente aumentando o risco financeiro, mas também possibilitando maior alavancagem para expansão.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) exibiu uma trajetória bastante variável, com períodos de forte crescimento até 2017 e uma subsequente queda acentuada em 2018, inclusive entradas negativas. Após esse ponto, o ROE retomou uma tendência de alta, alcançando níveis expressivos em 2019. Esses movimentos refletem os desafios enfrentados na rentabilidade e na eficiência do uso do patrimônio, além de possíveis efeitos de resultados operacionais adversos ou de reestruturações.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2019-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2019-03-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31), 10-K (Data do relatório: 2014-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2014-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2014-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2014-03-31).
- Análise do Índice de Margem de Lucro Líquido
- Observa-se que, após um período de ausência de dados até o primeiro trimestre de 2015, o índice apresenta uma forte valorização em 2015, atingindo picos superiores a 80%. Essa elevação indica uma melhoria significativa na lucratividade líquida relativa às receitas da empresa durante esse período. No entanto, a partir de 2016, ocorre uma redução notável, com o índice variando entre aproximadamente -10% e 24%, refletindo maior volatilidade e períodos de prejuízo líquido ou margens estreitas. A partir de 2018, há uma tendência de queda, incluindo valores negativos, sugerindo dificuldades na manutenção de margens de lucro líquidas em relação às receitas, o que pode indicar desafios operacionais ou impactos de custos elevados.
- Índice de Giro de Ativos
- Este índice demonstra uma tendência de crescimento contínuo ao longo do período analisado. Inicia em valores próximos a 0.4 na metade de 2014, com incrementos constantes, atingindo cerca de 0.58 no último período de 2019. Essa evolução sugere maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receita, indicando que a empresa consegue produzir mais vendas ou receitas com um volume semelhante de ativos ao longo do tempo. A crescente tendência reflete uma possível estratégia de otimização de ativos ou maior eficiência operacional.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- O ROA apresenta uma trajetória de crescimento de valores baixos próximos a 0.1% em 2015, atingindo picos acima de 30% em 2016, o que indica períodos de alta rentabilidade sobre os ativos. Após esse pico, há uma redução acentuada, chegando a valores negativos em 2018 e 2019, o que reflete dificuldades em gerar retorno positivo sobre os ativos durante esses períodos. A alta volatividade do ROA evidencia oscilações na eficiência e rentabilidade dos ativos ao longo do tempo, podendo estar relacionada a fatores de mercado, mudanças estratégicas ou variações nas margens de lucro.
Em síntese, a análise revela uma melhora significativa na margem líquida em 2015, seguida por períodos de instabilidade e piora nos anos seguintes. Enquanto o índice de giro de ativos mostra uma contínua melhora, indicando maior eficiência na utilização dos ativos, o ROA evidencia uma volatilidade considerável na rentabilidade efetiva dos recursos investidos, com picos de alta seguidos por quedas expressivas. Esses padrões sugerem que a empresa aprimorou sua eficiência operacional ao longo do tempo, porém enfrentou desafios na manutenção de níveis de rentabilidade positivos consistentes em períodos mais recentes.