A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Aceitamos:
Desagregado de ROE em dois componentes
| ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra tendências distintas em relação à rentabilidade e ao endividamento ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA), com um declínio de 2021 para 2022, seguido de uma recuperação em 2023 e um novo aumento em 2024. Contudo, em 2025, o ROA apresenta uma diminuição, indicando uma possível redução na eficiência na utilização dos ativos para gerar lucro.
O Índice de Alavancagem Financeira revela um aumento constante ao longo dos anos, embora gradual. Este incremento sugere um recurso crescente ao endividamento para financiar as operações e o crescimento. A progressão indica uma maior dependência de capital de terceiros, o que pode aumentar o risco financeiro da entidade.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) apresenta um padrão semelhante ao ROA, com uma queda significativa de 2021 para 2022. Em 2023, o ROE recupera-se, e em 2024 atinge o seu valor mais alto no período analisado. No entanto, em 2025, o ROE diminui, embora permaneça em um nível relativamente elevado. Esta variação sugere uma mudança na capacidade de gerar lucro a partir do capital próprio investido.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Activos)
- Apresenta volatilidade, com um declínio inicial, recuperação e posterior diminuição, indicando variações na eficiência operacional.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Demonstra uma tendência de aumento constante, refletindo um maior recurso ao endividamento.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Segue um padrão similar ao ROA, com flutuações significativas e um pico em 2024, seguido de uma redução em 2025.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica variável ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de margem de lucro líquido, com uma redução significativa em 2022, seguida de recuperação em 2023 e 2024, e uma ligeira diminuição em 2025. O índice de giro de ativos apresenta uma tendência de declínio constante ao longo dos cinco anos, indicando uma utilização progressivamente menos eficiente dos ativos para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira demonstra um aumento gradual e consistente, sugerindo um crescente recurso ao endividamento para financiar as operações. O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanha a tendência do índice de margem de lucro líquido, com uma queda acentuada em 2022, recuperação subsequente em 2023 e 2024, e uma leve diminuição em 2025. Essa correlação sugere uma forte ligação entre a rentabilidade e o retorno sobre o capital próprio.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Apresenta volatilidade, com um pico em 2024, mas com uma tendência de estabilização em torno de 30% no final do período.
- Índice de Giro de Ativos
- Exibe uma trajetória descendente contínua, indicando uma menor capacidade de gerar vendas a partir dos ativos.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Mostra um aumento constante, refletindo um maior nível de endividamento.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Segue o padrão do índice de margem de lucro líquido, com recuperação após a queda inicial, mas com estabilização em um patamar inferior ao observado em 2021.
Em resumo, os dados indicam uma empresa que, embora mantenha rentabilidade, enfrenta desafios na eficiência da utilização de seus ativos e demonstra uma crescente dependência de financiamento por dívida. A flutuação nos indicadores de rentabilidade sugere sensibilidade a fatores externos ou mudanças internas na estratégia da empresa.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com uma redução em 2022, seguida de um ligeiro aumento em 2023 e um incremento mais expressivo em 2024, culminando em uma diminuição em 2025.
O rácio de encargos com juros demonstra estabilidade, mantendo-se próximo da unidade durante todo o período analisado, indicando uma consistência na capacidade de cobertura dos encargos financeiros.
O índice de margem EBIT apresentou uma queda significativa em 2022, recuperando-se subsequentemente em 2023 e 2024, atingindo um patamar elevado. Em 2025, observa-se uma ligeira diminuição, embora ainda em um nível considerável.
O índice de giro de ativos demonstra uma tendência de declínio contínuo ao longo dos anos, sugerindo uma utilização progressivamente menos eficiente dos ativos para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira apresenta um aumento constante, indicando um crescente endividamento em relação ao patrimônio líquido. Este aumento, embora gradual, pode sinalizar um maior risco financeiro.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanhou a trajetória do índice de margem EBIT, com uma queda acentuada em 2022, seguida de recuperação e um novo declínio em 2025. A volatilidade do ROE sugere sensibilidade aos resultados operacionais e à estrutura de capital.
- Índice de carga tributária
- Apresenta flutuações, com tendência de alta em 2024 e queda em 2025.
- Rácio de encargos com juros
- Mantém-se estável, próximo da unidade, indicando boa capacidade de pagamento de juros.
- Índice de margem EBIT
- Exibe recuperação após queda em 2022, com leve declínio em 2025.
- Índice de giro de ativos
- Demonstra declínio contínuo, sugerindo menor eficiência na utilização dos ativos.
- Índice de alavancagem financeira
- Apresenta aumento constante, indicando maior endividamento.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Segue a tendência da margem EBIT, com volatilidade e declínio em 2025.
Desagregado de ROA em dois componentes
| ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em relação à rentabilidade e eficiência operacional. Observa-se uma flutuação no índice de margem de lucro líquido ao longo do período analisado. Houve uma diminuição significativa em 2022, seguida de recuperação em 2023 e um aumento notável em 2024, com uma ligeira redução em 2025.
O índice de giro de ativos demonstra uma tendência de declínio constante ao longo dos cinco anos. Este indicador sugere uma diminuição na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha um padrão semelhante ao do índice de margem de lucro líquido, com uma queda acentuada em 2022, recuperação em 2023 e um pico em 2024, seguido por uma redução em 2025. A correlação entre o ROA e a margem de lucro líquido indica que as mudanças na rentabilidade impactam diretamente a capacidade de gerar lucro a partir dos ativos.
- Índice de margem de lucro líquido
- Apresenta volatilidade, com um declínio em 2022, recuperação em 2023 e um aumento expressivo em 2024, seguido de uma leve queda em 2025. A variação sugere sensibilidade a fatores externos ou mudanças na estratégia da entidade.
- Índice de giro de ativos
- Exibe uma tendência decrescente consistente, indicando uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar vendas. A redução contínua pode sinalizar a necessidade de otimização na gestão de ativos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Reflete o desempenho da margem de lucro líquido, com uma queda em 2022, recuperação em 2023 e um aumento em 2024, seguido de uma diminuição em 2025. A correlação com a margem de lucro líquido sugere uma relação direta entre a rentabilidade e a eficiência na utilização dos ativos.
Em resumo, os dados indicam um período de instabilidade inicial seguido por melhorias na rentabilidade, mas com uma eficiência operacional em declínio. A análise sugere a necessidade de investigar as causas da diminuição do giro de ativos e monitorar a sustentabilidade do aumento da margem de lucro líquido.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica complexa ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com uma ligeira diminuição em 2022, seguida de um aumento em 2023 e um pico em 2024, antes de retornar a um valor inferior em 2025. O rácio de encargos com juros manteve-se relativamente estável, próximo da unidade, indicando uma consistência na capacidade de cobertura dos encargos financeiros.
O índice de margem EBIT apresentou uma queda significativa em 2022, recuperando-se subsequentemente em 2023 e 2024, estabilizando em um patamar elevado. Este comportamento sugere uma melhoria na rentabilidade operacional da entidade. Em contrapartida, o índice de giro de ativos exibiu uma tendência de declínio contínuo ao longo dos anos, indicando uma utilização progressivamente menos eficiente dos ativos para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou a tendência do índice de margem EBIT, com uma redução em 2022, recuperação em 2023 e 2024, e uma ligeira diminuição em 2025. A correlação entre o índice de margem EBIT e o ROA sugere que a rentabilidade dos ativos está fortemente ligada à eficiência operacional. A diminuição do giro de ativos, combinada com a estabilização do ROA, pode indicar que a entidade está a gerar um retorno adequado sobre os ativos existentes, apesar de uma utilização menos eficiente destes.
- Índice de carga tributária
- Apresenta volatilidade, com um pico em 2024 e retorno a um valor inferior em 2025.
- Rácio de encargos com juros
- Mantém-se estável, indicando consistência na cobertura dos encargos financeiros.
- Índice de margem EBIT
- Demonstra recuperação após uma queda em 2022, estabilizando em um patamar elevado.
- Índice de giro de ativos
- Exibe uma tendência de declínio contínuo, sugerindo menor eficiência na utilização dos ativos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Segue a tendência do índice de margem EBIT, com recuperação e estabilização, mas com ligeira diminuição em 2025.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com uma ligeira diminuição em 2022, seguida de um aumento em 2023, um pico em 2024 e uma queda considerável em 2025.
O rácio de encargos com juros demonstra estabilidade notável, mantendo-se próximo da unidade durante todo o período analisado, indicando uma consistência na gestão da dívida e nos custos financeiros.
O índice de margem EBIT apresentou uma redução significativa em 2022, mas recuperou-se progressivamente nos anos subsequentes, atingindo um valor máximo em 2024 e mantendo-se elevado em 2025. Este padrão sugere uma melhoria na rentabilidade operacional ao longo do tempo.
De forma similar, o índice de margem de lucro líquido seguiu uma trajetória de declínio em 2022, com recuperação subsequente e um aumento notável em 2024. Em 2025, observa-se uma ligeira diminuição em relação ao ano anterior, mas o valor permanece acima do registrado em 2022. A correlação entre a margem EBIT e a margem de lucro líquido sugere que as mudanças na rentabilidade operacional impactam diretamente o resultado final.
- Índice de carga tributária
- Apresenta volatilidade, com uma tendência de queda no último ano analisado.
- Rácio de encargos com juros
- Mantém-se estável, indicando consistência na estrutura de capital.
- Índice de margem EBIT
- Demonstra recuperação após uma queda inicial, atingindo níveis elevados.
- Índice de margem de lucro líquido
- Segue a tendência da margem EBIT, com recuperação e posterior estabilização.