Estrutura do balanço: activo
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- Balanço: ativo
- Balanço patrimonial: passivo e patrimônio líquido
- Demonstração dos fluxos de caixa
- Estrutura da demonstração de resultados
- Análise dos rácios de solvabilidade
- Índices de avaliação de ações ordinárias
- Valor da empresa em relação à FCFF (EV/FCFF)
- Índice de margem de lucro operacional desde 2012
- Relação preço/receita (P/S) desde 2012
- Análise de receitas
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31).
Ao analisar os dados financeiros ao longo do período de 2020 a 2024, observa-se uma mudança significativa na composição do ativo total, refletindo estratégias de gestão de ativos e alteração na estrutura de recursos da empresa. Houve uma redução expressiva na proporção de ativos circulantes, que passou de 47,5% em 2020 para aproximadamente 36,24% em 2024. Essa diminuição indica uma possível migração de recursos de ativos de curto prazo para investimentos de longo prazo ou ativos não circulantes.
Ao mesmo tempo, a parcela de bens e equipamentos líquidos apresentou crescimento consistente, passando de 28,64% em 2020 para 43,96% em 2024. Essa tendência sugere um foco potencial na expansão ou manutenção de ativos físicos e operacionais essenciais às atividades da empresa.
Notavelmente, os títulos e valores mobiliários (não negociáveis), que representam uma parcela do ativo, tiveram uma diminuição relativa, reduzindo-se de 3,91% para 2,2%, indicando uma menor dependência em ativos financeiros líquidos de curto ou médio prazo.
O ativo de direito de uso de arrendamento operacional apresentou leve redução como porcentagem do total, consolidando uma postura de gerenciamento de passivos de arrendamento ao longo do período.
Já os ativos intangíveis, particularmente a boa vontade, mostraram uma tendência de declínio na participação do total de ativos, de 11,96% em 2020 para 7,48% em 2024, o que pode indicar uma depreciação ou realização de ajustes relacionados a aquisições ou reavaliações.
A composição de ativos circulantes também revela que a caixa e equivalentes de caixa tiveram aumento expressivo em 2023 (18,23%) em relação aos anos anteriores, embora a sua participação diminua um pouco em 2024 para 15,9%. Este movimento pode refletir estratégias de liquidez, como aumento de reservas de caixa ou saídas de recursos de curto prazo.
Por outro lado, títulos e valores mobiliários, incluindo os não negociáveis, ocuparam uma parcela decrescente do ativo, reforçando a tendência de priorização de ativos físicos ou de longo prazo.
Em suma, a estrutura do ativo demonstra uma tendência de maior concentração em bens e equipamentos físicos e uma redução na importância relativa de ativos circulantes e financeiros de curto prazo. Essas mudanças podem estar relacionadas a estratégias de investimento de longo prazo, otimizações operacionais ou ajustes na gestão de liquidez e riscos financeiros.