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Etsy Inc. (NASDAQ:ETSY)

Esta empresa foi movida para o arquivo! Os dados financeiros não são atualizados desde 3 de novembro de 2022.

Estrutura do balanço: activo 

Etsy Inc., estrutura do balanço consolidado: ativos

Microsoft Excel
31 de dez. de 2021 31 de dez. de 2020 31 de dez. de 2019 31 de dez. de 2018 31 de dez. de 2017
Caixa e equivalentes de caixa 20.36 51.74 28.74 40.69 52.09
Investimentos de curto prazo 5.33 17.68 24.25 28.53 4.15
Contas a receber, líquidas 0.71 0.94 1.00 1.36 5.56
Pré-pago e outros ativos circulantes 2.86 2.34 2.50 2.52 3.37
Contas de fundos a receber e de vendedores 5.75 6.11 3.23 2.34 7.37
Ativo circulante 35.01% 78.80% 59.72% 75.43% 72.54%
Caixa restrito 0.14 0.22 0.35 0.59 0.88
Bens e equipamentos líquidos 7.18 4.68 9.39 13.33 19.42
Boa vontade 35.78 5.86 8.99 4.16 6.36
Activos incorpóreos líquidos 15.85 7.80 12.92 3.84 0.68
Tributos diferidos ativos 2.50 0.00 0.92 2.60 0.03
Investimentos de longo prazo 2.22 1.63 5.79 0.00 0.00
Outros ativos 1.33 1.01 1.92 0.06 0.09
Ativo não circulante 64.99% 21.20% 40.28% 24.57% 27.46%
Ativos totais 100.00% 100.00% 100.00% 100.00% 100.00%

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31), 10-K (Data do relatório: 2018-12-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31).


Observa-se uma considerável variação na composição do ativo total ao longo dos anos analisados, indicando mudanças estratégicas na alocação de recursos da empresa.

O percentual de caixa e equivalentes de caixa apresentou uma tendência de diminuição de 52,09% em 2017 para 40,69% em 2018, seguido por uma redução significativa para 28,74% em 2019. Após esse período, houve um aumento expressivo para 51,74% em 2020, antes de uma forte redução para 20,36% em 2021. Essa oscilação sugere ajustes na liquidez imediata, possivelmente refletindo estratégias de gestão de caixa ou necessidades de investimento.

Investimentos de curto prazo tiveram aumento de 4,15% em 2017 para 28,53% em 2018, permanecendo elevados até 2019, com 24,25%, e posteriormente declinaram para 17,68% em 2020, caindo ainda mais para 5,33% em 2021, indicando uma redução nas applicationes de curto prazo, possivelmente devido ao uso ou venda desses ativos.

Contas a receber líquidas tiveram uma redução acentuada de 5,56% em 2017 para apenas 1,36% em 2018, com continuidade na diminuição até 0,71% em 2021, reforçando a tendência de menor concentração de créditos a receber ao longo do período.

Contas de fundos a receber e de vendedores também apresentaram redução de 7,37% em 2017 para 2,34% em 2018, permanecendo em patamares baixos até 2021, indicando menor exposição ou concentração nesse tipo de ativo.

O ativo circulante, que compreende caixa, investimentos, contas a receber e outros ativos líquidos, variou de 72,54% em 2017 para 75,43% em 2018, após apresentando uma redução para 59,72% em 2019, seguido de aumento expressivo para 78,8% em 2020 e posterior queda para 35,01% em 2021. Tal padrão sugere uma reorganização na composição do ativo circulante relacionada às estratégias de liquidez e operações.

Caixa restrito apresentou declínio gradual de 0,88% em 2017 para 0,14% em 2021, refletindo uma política de restrição de caixa que se fortaleceu ao longo do tempo.

Os bens e equipamentos líquidos tiveram uma forte redução de 19,42% em 2017 para 13,33% em 2018, e posteriormente para 9,39% em 2019, mas apresentaram recuperação parcial para 7,18% em 2021, indicando uma redução de ativos tangíveis ao longo dos anos, possivelmente devido à depreciação ou venda de ativos.

A conta de boa vontade ocupou uma parcela relativamente constante em 2017 (6,36%) e 2018 (4,16%), aumentou expressivamente em 2019 para 8,99%, declinando em 2020, porém, apresentando um aumento marcante para 35,78% em 2021. A elevação em 2021 pode estar relacionada a avaliações de ativos de incorporação ou aquisição.

Ativos incorpóreos líquidos mostraram crescimento contínuo, passando de 0,68% em 2017 para 15,85% em 2021, indicando maior valorização de ativos intangíveis ou investimentos em propriedade intelectual, marcas ou patentes.

Tributos diferidos ativos tiveram comportamento variável, com aumento significativo em 2018 (2,6%) e redução em 2020, seguido de retomada em 2021 para 2,5%, refletindo mudanças na contabilização de diferenças temporárias tributárias.

Investimentos de longo prazo tiveram momento de ausência de dados até 2019, onde atingiram 5,79%, posteriormente diminuindo para 2,22% em 2021, possivelmente indicando movimentações em investimentos de maior duração.

Outros ativos tiveram leve aumento ao longo do período, passando de 0,09% em 2017 para 1,33% em 2021, indicando diversificação de ativos adicionais ao longo do tempo.

Por sua vez, o ativo não circulante apresentou uma tendência inversa ao ativo circulante, iniciando com 27,46% em 2017, caindo para 24,57% em 2018, crescendo expressivamente para 40,28% em 2019, e reduzindo novamente para 21,2% em 2020, antes de um expressivo aumento para 64,99% em 2021. Essa oscilação reflete ajustes na estrutura de ativos de longo prazo, com ênfase crescente em 2021 na composição de ativos não circulantes.

De modo geral, a análise revela uma significativa mudança na estrutura do ativo total ao longo do período, com períodos de aumento de ativos líquidos e ativos de longo prazo em momentos distintos. As variações indicam alterações estratégicas na liquidez, na composição de ativos e na valorização de ativos incorpóreos, refletindo uma dinâmica de gestão e adaptação às necessidades operacionais e de crescimento da empresa.