A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se um ciclo de expansão seguido de contração nos indicadores de rentabilidade, acompanhado por uma tendência consistente de redução na dependência de capital de terceiros.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresentou crescimento sustentado entre março de 2022 (4,98%) e dezembro de 2024, quando atingiu o seu nível máximo de 9,12%. A partir de março de 2025, verifica-se uma trajetória descendente, encerrando o período em março de 2026 com 6,11%.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- A rentabilidade do capital próprio registrou elevação significativa, partindo de 13,63% em março de 2022 e atingindo o pico de 21,47% em março de 2025. Após este ponto, ocorreu uma retração acentuada, culminando em 12,72% em março de 2026.
- Índice de alavancagem financeira
- Houve uma redução gradual e progressiva da alavancagem financeira, que decresceu de 2,73 em março de 2022 para 2,08 em março de 2026. Essa tendência indica um fortalecimento da estrutura de capital próprio em relação ao endividamento.
A análise dos dados sugere que a fase de otimização da rentabilidade, tanto sobre ativos quanto sobre o patrimônio líquido, ocorreu simultaneamente à redução da alavancagem até o primeiro trimestre de 2025. Contudo, o período final demonstra uma queda acentuada na eficiência operacional e na rentabilidade para o acionista, apesar da continuidade na redução do índice de alavancagem.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
O desempenho financeiro analisado revela ciclos distintos de rentabilidade, eficiência operacional e gestão de capital ao longo do período observado.
- Rentabilidade e Lucratividade
- A margem de lucro líquido apresentou uma trajetória de crescimento inicial, partindo de 8,84% em março de 2022 e atingindo seu ponto máximo de 12,97% em setembro de 2023. Após esse pico, observou-se um declínio gradual e constante, encerrando o período em 9,26% em março de 2026. De forma semelhante, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) demonstrou forte expansão, elevando-se de 13,63% para um ápice de 21,47% em março de 2025, seguido por uma redução expressiva nos trimestres finais, culminando em 12,72%.
- Eficiência Operacional
- O índice de giro de ativos indicou uma melhora progressiva na capacidade de gerar receita a partir dos ativos, evoluindo de 0,56 em março de 2022 para o patamar de 0,74 registrado entre dezembro de 2023 e março de 2024. Nos períodos subsequentes, houve uma leve retração, com o indicador estabilizando-se em 0,66 ao final da série.
- Estrutura de Capital
- A alavancagem financeira exibiu uma tendência geral de redução, diminuindo de 2,73 em março de 2022 para 2,08 em março de 2026. Apesar de uma oscilação ascendente pontual em março de 2025, quando o índice atingiu 2,51, o padrão predominante aponta para um desalavancagem gradual do balanço.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se um ciclo de expansão na rentabilidade e na eficiência operacional entre o primeiro trimestre de 2022 e o final de 2023, seguido por uma tendência de contração a partir de 2024.
- Rentabilidade e Retorno
- A margem EBIT apresentou crescimento consistente, partindo de 13,13% em março de 2022 e atingindo o ápice de 17,6% em setembro de 2023. A partir desse ponto, iniciou-se um declínio gradual, resultando em 12,96% em março de 2026. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanhou a tendência de alta, alcançando 21,47% em março de 2025, porém sofreu uma queda acentuada nos trimestres subsequentes, encerrando o período em 12,72%.
- Eficiência Operacional
- O índice de giro de ativos demonstrou melhora progressiva de 0,56 em março de 2022 até atingir 0,74 em setembro de 2024, sugerindo maior eficácia na utilização dos ativos para a geração de receita. No entanto, houve uma redução a partir de junho de 2025, com o indicador estabilizando-se em 0,66 em março de 2026.
- Estrutura de Capital e Endividamento
- A alavancagem financeira exibiu uma tendência geral de queda, reduzindo-se de 2,73 para 2,08 ao longo do período analisado, evidenciando uma redução na dependência de capital de terceiros, apesar de um aumento pontual em março de 2025. O rácio de encargos com juros subiu de 0,83 para 0,92 entre 2022 e 2024, mantendo-se em patamares próximos a 0,89 no fechamento da série.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária manteve-se estável, com variações irrelevantes entre 0,79 e 0,82, indicando que a pressão fiscal permaneceu constante durante todo o intervalo observado.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela três fases distintas no desempenho operacional e de rentabilidade entre março de 2022 e março de 2026.
- Margem de Lucro Líquido
- Observou-se uma trajetória de expansão inicial, com o índice subindo de 8,84% para o pico de 12,97% em setembro de 2023. Subsequentemente, a margem entrou em um período de estabilidade relativa ao longo de 2024, seguida por uma tendência de queda a partir de março de 2025, encerrando em 9,26% em março de 2026.
- Giro de Ativos
- Houve um aumento progressivo na eficiência do uso dos ativos, partindo de 0,56 em março de 2022 e atingindo o ápice de 0,74 entre dezembro de 2023 e março de 2024. Após esse período, o indicador apresentou oscilações, com uma redução em setembro de 2025 e uma recuperação parcial para 0,66 em março de 2026.
- Rendimento dos Ativos (ROA)
- O ROA demonstrou forte crescimento na primeira metade do período analisado, elevando-se de 4,98% para 9,12% em dezembro de 2023. A partir de março de 2025, registrou-se um declínio acentuado, com o indicador encerrando em 6,11%, refletindo a compressão da margem de lucro líquido e a oscilação no giro de ativos.
Em síntese, os dados indicam um ciclo de melhoria na rentabilidade e na eficiência operacional até o final de 2023, seguido por uma fase de estabilização em 2024 e uma posterior deterioração dos indicadores de retorno e lucratividade ao longo de 2025 e início de 2026.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela um ciclo de expansão da rentabilidade e da eficiência operacional, seguido por uma fase de retração a partir de 2024.
- Rentabilidade Operacional e Retorno sobre Ativos
- A margem EBIT apresentou trajetória ascendente entre março de 2022 e setembro de 2023, evoluindo de 13,13% para 17,6%. A partir de 2024, inicia-se um processo de declínio gradual, resultando em uma margem de 12,96% em março de 2026. O Retorno sobre Ativos (ROA) acompanhou esse padrão, com crescimento expressivo de 4,98% para um pico de 9,12% em dezembro de 2024, seguido por uma redução para 6,11% ao final do período analisado.
- Eficiência de Ativos
- O índice de giro de ativos demonstrou melhora consistente, partindo de 0,56 em março de 2022 e atingindo o nível máximo de 0,74 entre setembro de 2024 e março de 2025. Observa-se, no entanto, uma queda para 0,64 em junho de 2025, com recuperação parcial para 0,66 em março de 2026.
- Estrutura de Custos Financeiros e Tributários
- O rácio de encargos com juros registrou elevação progressiva, subindo de 0,83 em março de 2022 para 0,92 no decorrer de 2024, com posterior estabilização em 0,89 em março de 2026. Paralelamente, o índice de carga tributária manteve-se estável durante todo o intervalo, com oscilações marginais entre 0,79 e 0,82.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma trajetória cíclica nos indicadores de rentabilidade ao longo do período analisado, caracterizada por uma fase de expansão seguida de uma contração gradual.
- Margens de Lucratividade
- O índice de margem EBIT apresentou crescimento consistente a partir de março de 2022, quando estava em 13,13%, atingindo seu ápice de 17,6% em setembro de 2023. Após esse período, iniciou-se uma tendência de queda persistente, com a margem recuando para 12,96% em março de 2026, nível inferior ao início da série.
- A margem de lucro líquido seguiu um comportamento análogo à margem EBIT. Houve uma elevação de 8,84% no primeiro trimestre de 2022 para um pico de 12,97% no terceiro trimestre de 2023. Subsequentemente, o indicador entrou em declínio, encerrando o período em 9,26%.
- Encargos Financeiros e Tributação
- O rácio de encargos com juros demonstrou tendência de alta durante o ano de 2022, evoluindo de 0,83 para 0,90. O indicador manteve-se estabilizado em patamares elevados, entre 0,91 e 0,92, durante a maior parte de 2023 e 2024, apresentando uma leve redução para 0,89 no primeiro trimestre de 2026.
- O índice de carga tributária manteve-se com alta estabilidade durante todo o intervalo. As variações foram mínimas, oscilando em uma faixa estreita entre 0,79 e 0,82, sem apresentar tendências de crescimento ou redução significativas.
A análise conjunta dos dados indica que a erosão das margens operacionais e líquidas ocorreu a partir do final de 2023, enquanto os custos financeiros e a carga tributária mantiveram-se relativamente estáveis ou com oscilações controladas.