A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma oscilação nos indicadores de rentabilidade e na estrutura de capital ao longo do período analisado.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador manteve-se em patamares estáveis, entre 5,14% e 5,85%, até setembro de 2023. A partir do quarto trimestre de 2023, registrou-se um declínio acentuado, atingindo o ponto mínimo de 2,57% em setembro de 2024. Posteriormente, houve uma recuperação gradual, com os valores oscilando entre 4,15% e 5,11% até março de 2026.
- Índice de alavancagem financeira
- Houve uma tendência de redução consistente da alavancagem financeira durante a maior parte do período, partindo de 4,37 em março de 2022 e atingindo a mínima de 3,70 em junho de 2025. No entanto, nos trimestres finais, observou-se uma reversão dessa tendência, com o índice elevando-se para 4,04 em março de 2026.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O retorno sobre o patrimônio líquido apresentou a maior volatilidade entre os indicadores. Após iniciar em 25,55%, o índice declinou progressivamente até setembro de 2023, seguido por uma queda abrupta para 12,57% em dezembro de 2023 e 10,17% em setembro de 2024. A partir de dezembro de 2024, ocorreu uma recuperação significativa, com o índice estabilizando em torno de 16,78% ao final do período analisado.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Análise do desempenho financeiro trimestral fundamentada nos indicadores de rentabilidade, eficiência e alavancagem.
- Rentabilidade e Retorno
- A margem de lucro líquido manteve-se estável na faixa de 14% a 15% entre março de 2022 e setembro de 2023. A partir de dezembro de 2023, observou-se uma queda acentuada, com o índice atingindo o patamar mínimo de 7,3% em setembro de 2024. Nos trimestres seguintes, houve uma recuperação gradual, estabilizando-se em 12,46% em março de 2026. O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) seguiu a mesma tendência, declinando de 21,38% em setembro de 2023 para 10,17% em setembro de 2024, com posterior recuperação para 16,78% no fechamento do período analisado.
- Eficiência Operacional
- O índice de giro de ativos apresentou estabilidade ao longo de todo o intervalo, com oscilações reduzidas entre 0,37 e 0,33. Nota-se uma tendência de declínio marginal e constante, indicando que a eficiência na utilização dos ativos para a geração de receita permaneceu praticamente inalterada, com leve retração no último trimestre.
- Alavancagem Financeira
- Houve uma redução gradual e consistente no índice de alavancagem financeira, que partiu de 4,37 em março de 2022 e atingiu o ponto mais baixo de 3,70 em setembro de 2025. No entanto, o dado mais recente, referente a março de 2026, indica uma reversão dessa tendência, com o índice elevando-se para 4,04.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma volatilidade cíclica nos indicadores de rentabilidade ao longo do período analisado. A margem EBIT manteve-se estável entre 20,9% e 23,99% até setembro de 2023, seguida por uma redução significativa que atingiu o ponto mínimo de 15,44% em setembro de 2024, recuperando-se posteriormente para a faixa de 21% a 23% em 2025. Esse movimento refletiu-se diretamente no retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), que decresceu de 25,55% no início de 2022 para 10,17% em setembro de 2024, com uma recuperação gradual para níveis entre 16% e 18% nos trimestres subsequentes.
- Alavancagem Financeira
- Houve uma tendência de redução gradual no índice de alavancagem, partindo de 4,37 em março de 2022 e atingindo a mínima de 3,70 em setembro de 2025, embora tenha ocorrido uma elevação para 4,04 no último trimestre registrado.
- Encargos com Juros
- O rácio de encargos com juros apresentou trajetória descendente, reduzindo de 0,9 para 0,68 entre março de 2022 e setembro de 2024, estabilizando-se posteriormente em torno de 0,76.
- Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos demonstrou alta estabilidade, com uma oscilação marginal entre 0,37 e 0,33, indicando a manutenção da eficiência na utilização dos ativos para a geração de receita.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária permaneceu majoritariamente constante em 0,77, com a exceção de um período de redução temporária entre dezembro de 2023 e setembro de 2024, quando os valores oscilaram entre 0,69 e 0,70.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
O desempenho financeiro analisado revela um ciclo de estabilidade inicial, seguido por uma retração significativa e uma posterior recuperação parcial nos indicadores de rentabilidade.
- Margem de Lucro Líquido
- Os valores mantiveram-se consistentes entre 14,22% e 15,93% durante a maior parte de 2022 e a primeira metade de 2023. Observou-se uma redução acentuada a partir do quarto trimestre de 2023, com a margem atingindo seu ponto mais baixo em setembro de 2024, ao registrar 7,3%. A partir do final de 2024, nota-se uma tendência de recuperação, com a margem oscilando entre 12,4% e 14,4% até o primeiro trimestre de 2026.
- Giro de Ativos
- O indicador apresentou elevada estabilidade ao longo de todo o período, com variações mínimas. Identificou-se um declínio gradual e marginal, partindo de 0,37 no primeiro trimestre de 2022 e encerrando em 0,33 no primeiro trimestre de 2026, o que sugere uma leve redução na eficiência da utilização dos ativos para a geração de receita.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- A trajetória do ROA correlaciona-se diretamente com a variação da margem de lucro líquido. Após um período de estabilidade acima de 5% entre 2022 e meados de 2023, o índice sofreu uma queda brusca, atingindo o nível mínimo de 2,57% em setembro de 2024. Houve uma recuperação subsequente ao longo de 2025, com o indicador estabilizando-se em 4,15% no primeiro trimestre de 2026.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma volatilidade marcante nos indicadores de rentabilidade e eficiência financeira ao longo do período analisado, com a identificação de um ciclo de contração seguido por uma recuperação gradual.
- Rentabilidade Operacional e Retorno sobre Ativos
- O índice de margem EBIT e o Rácio de rendibilidade dos activos (ROA) apresentaram trajetórias correlacionadas. Ambos mantiveram estabilidade relativa até dezembro de 2022, seguida por um declínio acentuado que atingiu o ponto mínimo em setembro de 2024, com a margem EBIT recuando para 15,44% e o ROA para 2,57%. A partir de dezembro de 2024, houve uma recuperação consistente, com a margem EBIT retornando ao patamar de 21% e o ROA estabilizando acima de 4%.
- Cobertura de Juros
- O rácio de encargos com juros demonstrou uma tendência de queda gradual desde março de 2022, quando estava em 0,9, atingindo seu nível mais baixo de 0,68 em setembro de 2024. Esse movimento sugere um aumento na pressão dos custos financeiros sobre a geração de caixa, embora tenha ocorrido uma recuperação parcial nos períodos subsequentes, estabilizando-se em 0,76 em março de 2026.
- Eficiência no Uso de Ativos
- O índice de giro de ativos manteve-se resiliente e com baixa volatilidade, embora tenha apresentado uma tendência de declínio marginal e constante, transitando de 0,37 no início do período para 0,33 ao final da série temporal.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária permaneceu predominantemente estável em 0,77. Foram registradas flutuações pontuais para níveis inferiores, entre 0,69 e 0,70, ocorridas entre dezembro de 2022 e setembro de 2024, retornando ao patamar anterior nos trimestres seguintes.
A análise conjunta dos dados indica que a operação enfrentou um período de compressão de margens e maior pressão financeira entre o final de 2022 e o terceiro trimestre de 2024, conseguindo reverter a tendência negativa de lucratividade a partir do final de 2024.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela a existência de oscilações significativas na rentabilidade e na estrutura de custos entre o final de 2023 e o terceiro trimestre de 2024, seguidas por um período de recuperação.
- Margens de Lucratividade
- As margens EBIT e de lucro líquido apresentaram estabilidade entre 2022 e o terceiro trimestre de 2023. No entanto, ocorreu uma retração acentuada a partir de dezembro de 2023, com a margem EBIT caindo de 23,99% para 15,44% em setembro de 2024, enquanto a margem líquida recuou de 15,58% para 7,3% no mesmo intervalo. A partir de dezembro de 2024, observa-se a retomada dos índices, com a margem EBIT retornando a patamares superiores a 21% e a margem líquida estabilizando-se entre 12% e 14%.
- Encargos Financeiros
- O rácio de encargos com juros exibiu uma tendência de declínio consistente durante a maior parte do período, partindo de 0,9 em março de 2022 e atingindo o nível mínimo de 0,68 em setembro de 2024. Esse movimento indica um aumento da pressão financeira sobre os resultados operacionais. Após esse ponto, houve uma recuperação gradual, com o índice situando-se em 0,76 no final do período analisado.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária manteve-se predominantemente estável em 0,77. Foram identificadas reduções pontuais para a faixa de 0,69 a 0,70 entre dezembro de 2023 e setembro de 2024, coincidindo com o período de queda nas margens de lucro, antes de retornar ao patamar histórico de 0,77.