A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Aceitamos:
Desagregado de ROE em dois componentes
| ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra tendências distintas em relação à rentabilidade e ao endividamento ao longo do período avaliado. Observa-se uma diminuição consistente no Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) de 2021 para 2023, passando de 6,02% para 3,05%. Em 2024, o ROA apresenta uma recuperação parcial, atingindo 4,55%, seguida por uma ligeira redução em 2025, para 4,25%.
O Índice de Alavancagem Financeira revela uma trajetória de declínio gradual entre 2021 e 2025. Iniciando em 4,48, o índice diminui para 4,17 em 2022, 4,11 em 2023, e estabiliza-se em 3,88 em 2024 e 3,87 em 2025. Esta redução sugere uma diminuição do risco financeiro associado ao endividamento.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) apresenta uma flutuação mais acentuada. Após um valor de 26,98% em 2021, o ROE diminui significativamente para 23,32% em 2022 e atinge o ponto mais baixo em 2023, com 12,57%. Em 2024, o ROE demonstra uma recuperação substancial, alcançando 17,64%, e mantém-se relativamente estável em 2025, com 16,44%.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Apresenta uma tendência geral de declínio inicial, com recuperação parcial nos anos mais recentes, indicando uma eficiência variável na utilização dos ativos para gerar lucro.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Demonstra uma redução consistente, sugerindo uma gestão mais conservadora do endividamento e, potencialmente, uma menor vulnerabilidade a flutuações nas taxas de juros ou a desacelerações econômicas.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Exibe a maior volatilidade entre os indicadores analisados, com uma queda acentuada em 2023 seguida de uma recuperação em 2024 e estabilização em 2025, refletindo mudanças significativas na rentabilidade em relação ao capital próprio.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória mista ao longo do período avaliado. Observa-se uma diminuição significativa na rentabilidade, seguida de uma recuperação parcial, e uma estabilidade relativa nos índices de eficiência e endividamento.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- O índice apresentou uma redução de 16.51% em 2021 para 8.67% em 2023, indicando uma perda de rentabilidade. Houve uma recuperação subsequente, atingindo 12.99% em 2024 e 12.43% em 2025, embora ainda abaixo do nível inicial.
- Índice de Giro de Ativos
- Este índice manteve-se relativamente estável, com uma ligeira tendência de declínio de 0.36 em 2021 e 2022 para 0.34 em 2025. Isso sugere uma pequena redução na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita.
- Índice de Alavancagem Financeira
- O índice de alavancagem financeira demonstrou uma diminuição consistente, de 4.48 em 2021 para 3.87 em 2025. Essa redução indica uma menor dependência de financiamento por dívida e uma possível melhoria na estrutura de capital.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE acompanhou a tendência do índice de margem de lucro líquido, com uma queda acentuada de 26.98% em 2021 para 12.57% em 2023. A partir de 2024, o ROE apresentou recuperação, atingindo 17.64% e 16.44% em 2024 e 2025, respectivamente, mas permanecendo inferior ao valor inicial.
Em resumo, a entidade experimentou um período de redução na rentabilidade e no retorno sobre o patrimônio líquido, seguido por uma recuperação parcial nos anos mais recentes. A alavancagem financeira diminuiu consistentemente, enquanto o giro de ativos apresentou uma ligeira tendência de declínio. A análise sugere que, embora a rentabilidade tenha se recuperado parcialmente, ainda há espaço para melhorias na eficiência operacional.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica complexa ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com uma ligeira tendência de alta em 2022, seguida de declínio em 2023 e recuperação parcial nos anos subsequentes, estabilizando-se em torno de 0.77. O rácio de encargos com juros apresentou uma diminuição consistente, indicando uma possível melhoria na gestão da dívida ou uma redução nos custos de financiamento.
O índice de margem EBIT exibiu uma queda notável em 2023, refletindo uma redução na rentabilidade operacional. Contudo, houve uma recuperação em 2024 e 2025, embora não tenha retornado aos níveis observados em 2021 e 2022. O índice de giro de ativos apresentou uma tendência de declínio gradual, sugerindo uma utilização menos eficiente dos ativos para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira demonstrou uma redução constante ao longo do período, indicando uma diminuição do endividamento em relação ao patrimônio líquido. Essa redução pode ser interpretada como um fortalecimento da estrutura de capital. O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) seguiu uma trajetória semelhante à da margem EBIT, com uma queda acentuada em 2023 e uma recuperação parcial nos anos seguintes, embora permanecendo abaixo dos níveis iniciais.
- Índice de carga tributária
- Apresenta flutuações, com estabilização recente em torno de 0.77.
- Rácio de encargos com juros
- Demonstra uma tendência de declínio ao longo do período.
- Índice de margem EBIT
- Exibe uma queda em 2023, seguida de recuperação parcial.
- Índice de giro de ativos
- Apresenta uma tendência de declínio gradual.
- Índice de alavancagem financeira
- Mostra uma redução consistente, indicando menor endividamento.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Segue a tendência da margem EBIT, com recuperação parcial após queda em 2023.
Desagregado de ROA em dois componentes
| ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em relação à rentabilidade e eficiência operacional. Observa-se uma diminuição consistente na margem de lucro líquido entre 2021 e 2023, seguida de uma recuperação parcial em 2024 e 2025, embora não retorne aos níveis iniciais.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- O índice de margem de lucro líquido apresentou uma redução de 16.51% em 2021 para 8.67% em 2023, indicando uma menor capacidade de converter receita em lucro. A subsequente alta para 12.99% em 2024 e 12.43% em 2025 sugere uma melhora na eficiência, mas permanece abaixo do patamar de 2021.
Em relação à eficiência na utilização dos ativos, o índice de giro de ativos demonstra uma ligeira tendência de declínio ao longo do período analisado.
- Índice de Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos manteve-se relativamente estável entre 2021 e 2023 em 0.36, com uma diminuição gradual para 0.34 em 2025. Esta redução indica uma menor eficiência na geração de receita a partir dos ativos da empresa.
O rácio de rentabilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência da margem de lucro líquido, com uma queda significativa entre 2021 e 2023, seguida de uma recuperação modesta nos anos subsequentes.
- Rácio de Rentabilidade dos Ativos (ROA)
- O ROA diminuiu de 6.02% em 2021 para 3.05% em 2023, refletindo uma menor capacidade de gerar lucro a partir dos ativos. O aumento para 4.55% em 2024 e 4.25% em 2025 indica uma melhora, mas ainda se mantém abaixo do nível inicial.
Em resumo, os dados indicam um período de pressão sobre a rentabilidade, seguido por uma estabilização e leve recuperação. A eficiência na utilização dos ativos demonstra uma tendência de declínio, embora moderada. A correlação entre a margem de lucro líquido e o ROA sugere que a rentabilidade está diretamente ligada à capacidade de gerar lucro a partir das operações.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica complexa ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com um ligeiro aumento em 2022, seguido por uma diminuição em 2023 e posterior recuperação em 2024, estabilizando em 2025. O rácio de encargos com juros apresenta uma tendência de declínio consistente entre 2021 e 2023, com estabilização nos dois anos subsequentes.
O índice de margem EBIT demonstra uma redução significativa em 2023, recuperando parcialmente em 2024 e 2025, embora não atingindo os níveis de 2021 e 2022. O índice de giro de ativos apresenta uma ligeira tendência de queda ao longo dos cinco anos, indicando uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência do índice de margem EBIT, com uma queda acentuada em 2023 e uma recuperação parcial nos anos seguintes. A estabilização do rácio de encargos com juros, combinada com a recuperação parcial da margem EBIT, sugere um esforço para otimizar a estrutura de capital e melhorar a rentabilidade, embora o índice de giro de ativos continue a ser um ponto de atenção.
- Índice de carga tributária
- Apresenta variação moderada, indicando alguma flexibilidade na gestão fiscal, mas com estabilidade recente.
- Rácio de encargos com juros
- Demonstra uma melhoria na capacidade de cobertura dos encargos financeiros, com estabilização nos últimos dois anos.
- Índice de margem EBIT
- Reflete a rentabilidade operacional, com uma queda notável em 2023 e recuperação subsequente, mas sem atingir os níveis iniciais.
- Índice de giro de ativos
- Indica uma eficiência decrescente na utilização dos ativos para gerar vendas.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Corrobora a tendência da margem EBIT, mostrando uma diminuição na rentabilidade dos ativos e uma recuperação parcial.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica variável ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com um ligeiro aumento em 2022, seguido de uma diminuição em 2023 e posterior estabilização em 2024 e 2025, mantendo-se em torno de 0.77.
O rácio de encargos com juros apresentou uma tendência de declínio entre 2021 e 2023, passando de 0.89 para 0.75. Essa redução estabilizou-se nos anos subsequentes, com valores consistentes de 0.77 em 2024 e 2025.
O índice de margem EBIT exibiu uma queda significativa em 2023, atingindo 16.44%, após apresentar 24.21% em 2021. Contudo, houve uma recuperação parcial em 2024 e 2025, com valores de 21.65% e 20.94%, respectivamente, indicando uma melhora na rentabilidade operacional.
A margem de lucro líquido seguiu uma trajetória semelhante à do índice de margem EBIT, com uma redução acentuada em 2023 (8.67%) em comparação com 2021 (16.51%). Houve um aumento em 2024 (12.99%) e uma ligeira diminuição em 2025 (12.43%), sugerindo uma recuperação, embora não completa, da rentabilidade líquida.
- Tendências Gerais
- Observa-se uma correlação entre a margem EBIT e a margem de lucro líquido, indicando que a rentabilidade operacional influencia diretamente a rentabilidade final. A diminuição em ambas as margens em 2023 pode ser atribuída a fatores como aumento de custos, despesas não operacionais ou mudanças no ambiente competitivo.
- Estabilidade Recente
- A estabilização do rácio de encargos com juros e a recuperação parcial das margens EBIT e de lucro líquido em 2024 e 2025 sugerem uma possível estabilização da situação financeira e operacional.
- Índice de Carga Tributária
- A variação do índice de carga tributária, embora moderada, pode refletir mudanças nas políticas fiscais ou na capacidade de utilização de benefícios fiscais.