Estrutura do balanço: activo
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- Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
- Análise dos rácios de actividade a longo prazo
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- Relação preço/ FCFE (P/FCFE)
- Modelo de desconto de dividendos (DDM)
- Índice de margem de lucro operacional desde 2005
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) desde 2005
- Relação preço/lucro líquido (P/E) desde 2005
- Relação preço/resultado operacional (P/OP) desde 2005
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados revela tendências significativas na composição do ativo ao longo do período examinado. Observa-se uma flutuação na proporção de caixa e equivalentes de caixa em relação ao total do ativo, com um aumento notável nos últimos anos, passando de 0.8% em 2021 para 4.71% em 2025.
As contas a receber, líquidas, mantiveram uma relativa estabilidade, oscilando entre 6.45% e 6.79% do total do ativo. Os inventários apresentaram uma ligeira diminuição inicial, seguida de uma estabilização em torno de 0.6%.
Os impostos pré-pagos demonstraram um crescimento constante, aumentando de 0.3% para 0.46% do total do ativo. Os custos contratuais diferidos também apresentaram uma tendência de alta, embora mais moderada, passando de 0.66% para 0.82%.
Houve variações consideráveis nos pagamentos de garantias relacionados a contratos de derivativos, com um pico em 2022 (0.6%) e um declínio subsequente. A caixa restrita apresentou uma diminuição progressiva, de 0.3% para 0.07%.
As despesas pré-pagas e outras, em conjunto, mantiveram-se relativamente estáveis, com pequenas flutuações ao longo do período. O ativo circulante, como um todo, exibiu um aumento significativo nos últimos anos, saltando de 10.02% em 2021 para 14.08% em 2025.
As instalações, ativos fixos tangíveis líquidos, mantiveram uma proporção relativamente constante em torno de 27% a 28% do total do ativo. Os investimentos em negócios não consolidados apresentaram uma tendência de declínio gradual.
As licenças sem fio representaram uma parcela substancial do ativo, com uma ligeira diminuição ao longo do tempo, passando de 40.27% para 38.85%. A boa vontade também apresentou uma tendência de queda, de 7.8% para 5.65%.
Outros ativos incorpóreos, líquidos, seguiram uma trajetória semelhante à da boa vontade, com uma diminuição gradual. A combinação de licenças sem fio, boa vontade e outros ativos intangíveis representou a maior parte do ativo, mas diminuiu de 51.26% para 47.08%.
Os ativos de direito de uso de arrendamento operacional apresentaram uma diminuição constante, de 7.61% para 5.81%. Outros ativos demonstraram um aumento notável, passando de 3.64% para 5.75%.
O ativo não circulante, que representa a maior parte do ativo total, apresentou uma ligeira diminuição ao longo do período, de 89.98% para 85.92%. Os ativos totais permaneceram constantes em 100% ao longo de todos os anos analisados.
- Tendências Gerais
- Observa-se um aumento na liquidez (caixa e equivalentes de caixa) e no ativo circulante, acompanhado por uma diminuição nos ativos intangíveis e no ativo não circulante.
- Variações Significativas
- Os pagamentos de garantias relacionados a contratos de derivativos e a caixa restrita apresentaram as maiores flutuações percentuais.
- Composição do Ativo
- As licenças sem fio, a boa vontade e outros ativos intangíveis continuam a ser os componentes mais significativos do ativo, embora sua proporção esteja diminuindo.