Estrutura do balanço: activo
Dados trimestrais
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas na composição do ativo ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no percentual de "Caixa e equivalentes de caixa" em relação ao total do ativo, com um pico em dezembro de 2023 (4.71%) e uma redução subsequente em março de 2024 (1.31%), indicando possíveis variações na gestão de liquidez.
- "Contas a receber, líquidas"
- Apresentam uma relativa estabilidade, mantendo-se consistentemente entre 6.05% e 6.86% do total do ativo, sugerindo uma gestão eficiente do crédito ao longo do tempo.
Os "Inventários" demonstraram um aumento gradual de 0.38% para 0.83% entre março de 2021 e dezembro de 2021, seguido por uma estabilização e ligeira redução nos períodos subsequentes, indicando um controle adequado dos níveis de estoque.
- "Despesas pré-pagas e outras"
- Exibem uma variação considerável, com um aumento de 1.63% para 2.37% no primeiro semestre de 2021, seguido por flutuações e uma tendência de estabilização em torno de 2% nos períodos mais recentes.
O "Ativo circulante" manteve-se relativamente estável, oscilando entre 9.46% e 14.08% do total do ativo, com um aumento notável em dezembro de 2025. O "Imobilizado" representa a maior parte do ativo, com valores consistentemente acima de 80%, demonstrando um investimento significativo em ativos de longo prazo.
- "Depreciação acumulada"
- A depreciação acumulada apresenta um aumento constante em valor absoluto, refletindo o desgaste dos ativos imobilizados ao longo do tempo. O "Imobilizado líquido" acompanha essa tendência, mantendo-se em um patamar relativamente estável.
Os "Investimentos em negócios não consolidados" mantiveram-se em níveis baixos e relativamente constantes, representando uma pequena parcela do ativo total. As "Licenças sem fio" representam uma parcela significativa do ativo, com valores que variam entre 28.07% e 41.24%, indicando a importância estratégica desses ativos para a empresa.
- "Boa vontade"
- A "Boa vontade" apresentou uma ligeira diminuição ao longo do período, passando de 7.19% para 5.65%, o que pode indicar ajustes nos valores de aquisição de empresas.
Os "Ativos de direito de uso de arrendamento operacional" aumentaram de 6.46% para 7.91% no início do período, estabilizando-se em torno de 6% nos períodos mais recentes. Os "Outros ativos" apresentaram um aumento gradual, passando de 3.05% para 5.75%, indicando um crescimento em outras categorias de ativos.
- "Ativo não circulante"
- O "Ativo não circulante" representa a maior parte do ativo total, com valores consistentemente acima de 85%, refletindo o foco em investimentos de longo prazo.
Em resumo, a estrutura do ativo demonstra uma predominância de ativos não circulantes, com destaque para o imobilizado e as licenças sem fio. As flutuações observadas em algumas categorias de ativos indicam ajustes na gestão de liquidez, controle de estoque e avaliação de ativos intangíveis.